sábado, 14 de outubro de 2017

...2017, um tributo às PESSOAS...

Cansado???!!!
Nã!!!
Todos os anos a mesma coisa;
Todos os anos pasteleiras;
Todos os anos pedestre;
Todos os anos gente, gente, e mais gente...
Todos os anos, quem vem pela 1ª vez, não mais que ficar para trás...
Podia, ao fazer o rescaldo deste fim de semana, mostrar para aqui um rol de fotos registadas pelos/as participantes, mas escolho para 2017, as que me parecem marcos da história de 2017.
Para não alongar muito a prosa, em 2017 apenas os tópicos:
Introduzir novidades tem sido o meu lema ao longo destes 11 anos;
Os nervos e apreensão da reação dos participantes na deslocação da logística até à aldeia do Vale da Torre;
A alteração da ementa, em que a sardinha assada nos acompanhou ao longo de 10 anos, substituída em 2017 por petinga frita(fabulosa diga-se)excelente troca;
Uma sugestão do Luis Franco, um Lardosense, pois a causa nobre dos bombeiros voluntários rendeu €551,32, na presença do Presidente da Associação dos bombeiros voluntários de Castelo Branco;

Sabia que a deslocação de 250 bicicletas, numa 1ª abordagem, ia implicar uma logística diferente do habitual ao ponto de duvidar se a malta era recetiva a esta ideia ou não;
Faltou o drone para filmar a "cobra" que a partir das 8 da manhã, se estendeu até às gentes do Vale da Torre;
Foi arrepiante estar no Vale da Torre, em permanente contacto com os meus eternos voluntários, Saber indicações se a malta estava a deslocar-se ou não!!!
Que maravilha, chegavam 10; Mais 12; Mais 45...
Todos/as lá foram...
Magníficos/as.
Bem haja meus amigos por aceitarem este desafio, e movimentar-mos uma montanha...
Envolver a estrada Nac 18, constituiu mais um momento de ansiedade e nervos, pois como toda a malta sabe, é uma estrada neste momento que tem muito fluxo de trânsito;
A segurança, é algo que dedico muita atenção.
A Guarda Nacional Republicana com um trabalho soberbo;
Numa só faixa de rodagem, 2 kms de bicicletas; magnífico.
Num local de eleição(ainda inacabado), escolhi para o tradicional repasto, que permitiu descansar, confraternizar e aconchegar a barriga com uma bela bifana entre muitas outras iguarias.
 Muito agradável.
Neste local, aproveitei para reunir a minha família possível, com números diminutos.
Um dia cheio de alegria, mas com a estrutura familiar algo quebrada, em virtude da outra metade juntamente com a cria mais nova não poderem fazer parte deste passeio deste ano.
Nem assim, a minha outra metade deixou as responsabilidades por mãos alheias. Sempre presente.
Seguia-se a minha terra Natal;
Sempre que o roteiro o permita, ou se aproxima de Alcains, tenho que lá ir.
Já o disse em vários post´s neste meu cantinho, que as gentes da minha terra, dão muita vida e alegria às bicicletas(volta a Portugal, ou outra qualquer prova de bicicleta); Quanto a nós, é uma alegria levar lá estes ferros a passear e trintar por ali;
Ora se a Lardosa promove o anfitrião feijão frade, porque não o fazer na terra do anfitrião Alcainense??
Os queijos, na minha terra Natal têm que ser mostrados e provados, e então com a alegria deste povo.
À queijaria do meu amigo Zé do Cabeço do carvão:
-"Zé amigo, não sabes trabalhar mal"...
Grande abraço.
Se fomos, viemos.
Pelo mesma Nac.18 fizemos o regresso.
O último ajuntamento foi na derradeira avenida de entrada na capital do leguminoso.

XXXiiiiiiii...tanta gente visita a Lardosa...
A chegada à Lardosa, constitui sempre um momento que mexe comigo, por várias razões:
Alegria;
Sensação de dever e missão cumprida;
Ver que ninguém se aleijou ou caiu manchando a alegria deste dia;
Ver e sentir que a malta como começou, chegou brindando as gentes que nos aguardam e aguardam os seus, para ver se correu tudo bem...
Mulheres, homens e pequenada, é uma festa entrarmos pela feira a dentro, repleta dum povo que adora vir até cá testemunhar que aqui se realiza algo de mágico neste fim de semana.
A FEIRA DO FEIJÃO
Na Lardosa, nestes dias, aparece só mais uma feira igual a tantas outras, mas só quem cá vem pode falar e testemunhar, que esta é uma diferente feira, e digo-o com toda a convicção da realidade.
Almoço, troquei a sardinha assada pela petinga frita, que categoria...
Entrega de prémios aos merecidos vencedores, o Conde Sarugo, a Tia Magda, a eles os meus parabéns.

Festa na aldeia pela tarde dentro.
Para o ano, logo se vê.
Agradecimentos especiais:
Guarda Nacional Republicana; Ao Jorge do rancho dos loureiros da Lardosa tocou o seu acordeão num dos abastecimentos;
Ao Carlos Matos pela foto de grupo e Micaelo  pela prestação fabulosa  nos desenhos já mostrados no facebook;
À Junta de Freguesia da Lardosa; Associação do Vale da Torre; Ao Gonçalo Torres; Zé Maria Bola; Aos meus eternos voluntários e "associação" Qui Tó, Duarte Maurício e Manuel Bolero, e claro está:
Bem hajam a todos/as participantes confrades, que ano após ano abraçam esta parvoeira comigo.
Qualquer dia faço um bloco de fotos que gentilmente me disponibilizaram.
O Pedestre:
Neste fim de semana, foram 2 em um:
De inicio tinha proposto 13 kms, mas com uma alteração de ultima hora apresentada pelo Sr.º Presidente da Junta da Lardosa, a ideia da aula de zumba passou para a manhã sendo depois prolongada para mais uma à chegada.
Monumental:
Nem os mais ensonados resistiram a bater o pé e abanar o capacete. Uma alegria acompanhado com um ritmo forte abriu o apetite para o café de borra com o bolo da avó. Pequei por colocar na aula 10´a mais; Tudo se corrige;

Pela manhã, toda a malta dançou, cada um à sua maneira, mas os entendedores/as tinha como timoneira a Prof.ª Neuza.


Pelas 9H30 o fomos até ao forno comunitário, seguidamente para os trilhos agora sim o passeio em si.
Vale da Torre seria o limite deste ano, local onde degustamos um pequeno almoço recheado.
Uma moldura humana nos limites das nossas capacidades, pois não podemos aceitar mais inscrições, pois a qualidade a isto obriga.
Sob um clima de festa, à chegada mais uns alongamentos, e a petinga estava à nossa espera acompanhada do anfitrião:
O FEIJAÕ FRADE.
Mais uma vez bem hajam pela VOSSA presença, e 2018 cá VOS espero.
Vou terminar este post, de 6/7/ e 8 de outubro dedicando um tributo às pessoas todas que me conhecem, e que comigo têm feito dos eventos com a minha assinatura, um sucesso.
Bem haja.
Assim, e como o staff desta Junta de Freguesia da Lardosa está no último mandato, já o fiz no jornal "RECONQUISTA" queria agradecer à pessoa Zé Tó, Carlos Barata, Manel Fernandes e Rosária Mendes, pois foram e são entidades que iniciaram formaram a feira, e comigo abraçaram todos os projetos que lhes propus
Muito obrigado.
Por último desabafar um sentimento pessoal que tem a ver com a feira em si:
Desde há muito que digo que este certame constitui um fenómeno de popularidade pois as pessoas que nos visitam testemunham esta verdade, sendo que a mensagem deste, conseguimos através das pessoas de uma forma inconsciente, passar a mensagem do que o interior é capaz de fazer com muita qualidade.
Neste momento, nos passeio de pasteleiras e pedestre, temos presença de pessoas da Nossa Beira claro, Porto, Guimarães, Beja, Ourém, Portalegre, Lisboa, Santarém...etc.
Estes números e valores, são para mim, muito gratificantes.
A todos/as muito bem haja.
Brevemente faço álbuns de fotos de toda a malta que disponibilizou, sendo que ainda falta o álbuns dos alunos da ESART que fizeram o acompanhamento total das pasteleiras.
Aquele de sempre, agora recuperado do susto, sem travões....a subir claro....
Peço desculpa pelo atraso na publicação
Pinto, o Infante

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

...no manto negro do monte...

Uma semana produtiva em desporto, mas algo desastrada, coisa que não me acontecia há muito!!!
No domingo, fui ver a corrida da EDP na cidade de Castelo Branco, com azar às costas, à entrada da minha terra Natal, Alcains, válvula da frente ao final duns anos cedeu, obrigando-me a meter câmara de ar, permitindo chegar ao objectivo.
Em dia de desporto, agarrei na grossa, logo pela manhã, e as coordenadas eram subir até Castelo Novo, observando o que o diabo por ali pintou.
Ora, se já tinha visto e observado a pintura do lado de cá do monte, a Norte, é muito do mesmo; Ou seja uma coisa horrível...
As paisagens por onde se circula tornam-se saturantes em virtude do colorido ser sempre o mesmo; Tudo escuro, restando unicamente os caminhos escondidos que estavam pela vegetação, manifestam-se agora no embrenhado do escuro.
Fui até Atalaia, e daí subi para esta aldeia, onde culminei primeiros nas águas que por ali se fabricam.
O meu sentimento ao longo da subida, era tentar entender a preocupação destas gentes, a olhar para os seus pertences a serem consumidos pelo diabo...
Ia registando...
Acredito que muitas Avés Marias foram rezadas a suplicar sei lá!!!
Miradouro de Castelo Novo, decidi descer, pois de tarde era dia de trabalho...

Desci o monte, e muito do mesmo.
Manto negro...
Como diz o meu cumpadre:
..." se o Stephen King" precisasse de fazer um filme de terror, este seria o cenário ideal...
Com andamento razoável, e com sentimento de estar a contribuir para uns treinos ao meu nível, a roda grossa tem rolado bem, pois vem aí além das pasteleiras e pedestre inserido na feira do feijão frade, mais uma edição da A.C.I.N. onde quero ver se não dou raia.
 
 Louriçal, e na Soalheira ainda havia tempo para degustar o resto da minha sandocha, acompanhado de uma bela bebida refrescante.
Dá-lhe nas pernas, porque o relógio não para.
Ora como não há duas sem três, e se a semana assim começou, no caminho de ligação Soalheira/Lardosa, existe um monte de azulejos "decorativos" no chão.
Do melhor para os pneus...
Foi um estoiro e peras...
Como esqueci de colocar uma outra câmara de ar na mochila, pneu rebentado, e, pela 1ª vez ao longo destes anos, o pronto socorro da outra metade teve que ser acionado...

Obrigado a fazer um duatlo, aproximei-me da estrada Nac 18, e esperei pela outra metade(é o que me vale)...
Enquanto esperava, registei a minha jersey, que a Junta de Freguesia da Lardosa cessante me ofereceu à uns anos valentes...
Uma boa manhã, acompanhada de algumas surpresas, mas que fazem parte das minhas andanças...
Pinto Infante

terça-feira, 22 de agosto de 2017

...XI passeio de pasteleiras, e passeio pedestre...

Olá a todos/as.
2017 chegou naturalmente, e de repente aí estão mais uns eventos com a minha assinatura.
Os tradicionais passeios de pasteleiras, e o pedestre.
Vão ser mais uma vez parte integrante do certame dedicado ao leguminoso feijão frade, na Lardosa.
O passeio de pasteleiras:
Vamos para o XI edição, e para este ano de 2017 mais uma vez iremos ter algumas alterações, sendo a de realçar, e aqui mais uma vez, peço a VOSSA colaboração:
O local de concentração vai ser no Vale da Torre, mas a chegada é na Lardosa, feira do feijão frade.
Assim, aconselho o seguinte:
Vem mais cedo do que os outros anos(20 minutos chega), deixa o carro/carrinha na Lardosa, agarras na tua pasteleira, e vai a pedalar calmamente até ao Vale da Torre, onde estará o secretariado a funcionar, levantares os brindes a que tens direito, e depois iniciarmos o passeio propriamente dito.
Isto facilita toda a gente, pois à chegada, se tivesses que ir buscar o carro/carrinha ao Vale da Torre, não terias lugar para estacionar.
Este ano iremos para novos rumos, como sempre muita alegria, gastronomia, provas de iguarias, e vamos tentar fazer deste dia, mais um memorável dia, e leves para casa o sentimento de mais um dia bem passado neste simpático passeio, onde só a qualidade, confraternização e as pessoas interessam.
Vamos tentar fazer a saída pelas 9H00 da manhã.
Vou lançar-te um desafio e uma proposta, caso aceites:
Em consequência dos tempos actuais, e dos fatídicos fogos que assombram o nosso País, peço-te para trazeres para dia 7 de outubro, €1euro(ou caso queiras mais), no bolso, pois gostaria que a festa das pasteleiras e as gentes magníficas que participam contribuíssem para uma causa muito importante.
O que conseguirmos juntar, vou/vamos oferecer nesse dia, aos BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS.
Isto é um pedido, que só aceitas se quiseres.
De regresso ao passeio:
Capricha mais uma vez na indumentária, sendo a obrigação, a bóina; o resto deixo ao teu sempre agradável critério.
Regulamento:
- Nunca ultrapassar o guia;
- Estar presente na concentração às 08H30, dia 7 de Outubro no Vale da Torre;
- Trazer uma bicicleta com algum tipo de travão!!!;
- Traje da época;
- Bóina obrigação;
- Se no espaço de 20m à tua frente te aperceberes que não consegues parar, grita:
 - foge da frente!!!;..."Porra...
- Em alternativa, escolhe a melhor lavrada à tua volta para aí parares;
- Apetite para o pequeno almoço, abastecimentos e almoço;
- Boa disposição;
- Se não tiveres GPS, não te preocupes, a organização também não, mas conhece o caminho;
- Traz dinheiro se quiseres ficar pela tarde/noite neste certame, e pagares umas MINES;
- Limite de álcool no sangue "0";
- Trazer navalha para cortar o conduto, antes, durante e depois dos abastecimentos e almoço;
- As medidas desta, não deverão ultrapassar as regulamentares(não sei quais são)!!!!;
- Circular sempre pela direita, cumprindo assim as regras de trânsito;
- Se possível e quem quiser claro, barba rija por desfazer(eles claro);
- Quilómetros da confraria não sei, nem interessa;
- Ao circulares, nunca andar aos SSSSS
- Não vale ralhar, pois a organização tem sempre razão:
Quem trouxer criação a seu cargo, é totalmente responsável por ele:
- afins....
Peço-te, caso estejas interessado em participar, depois de forneceres o Nº do BI/Data de nascimento/transferires ou pagares os €15 para o :
NIB 003502220001280363040
 enviares o comprovativo da transferência para o Email:
Limitado a 250 pasteleiras.
Este ano provavelmente, vais ver uma bicicleta de 2 lugares, recente, pois vou abrir uma excepção em virtude da menina que tem vontade de participar, ser invisual, e irá participar com o seu Pai.(é excepção, perfeitamente aceitável e justificada).
Bicicletas de BTT, ou pasteleiras de modelos recentes, estão proibidas de participar neste evento, pois estraga-se a coisa.
Cá VOS espero, como sempre, dia 7 de outubro de 2017.
 O passeio pedestre.
Tem concentração na feira do feijão às 08H30,´
Saída às 09H00´;
O trajecto está definido, e envolve os campos onde foram, e são produzidos o rei deste certame.
O feijão frade.
Aparece, vem divertir-te e caso assim o entendas, tráz um amigo/a.
Pinto Infante

domingo, 20 de agosto de 2017

...nas entrenhas do inferno...

Eventualmente se perguntasse a 400 pessoas que título havia de dar a este post, arranjaria 400 nomes, todos eles cruéis para a dura situação que uns mais que outros, vivem por agora..
Nesta última 5ª feira desportiva, agarrei na grossa, e fui ver de perto o que restava, e como ficou o cenário da Gardunha.

Escolhi da Soalheira para cima, um trilho mítico que fez parte do GPS/Rota dos Lagartos:
Ou seja, pela Soalheira acima, fui-me apercebendo da quantidade de Avés Marias que este povo rezou na 3ª feira...
Depois segui até à igreja Matriz, e...Jesus!!!

Cheguei a ter algum receio de circular por ali.
Sentir que o monstro passou por ali, levando alguns pertences destas gentes, foi uma sensação horrível.
Continuei a subir, encontrei o Quelhas da Idanha, também ele ia lá em cima testemunhar, mas o rumo era outro.
O ícone que antecede a subida, na Alameda de São Fiel, lá estava ele, imponente, mas com outra cor.
O colégio de São Fiel.
Histórias de vida que se podiam contar neste imponente edifício...
Que rico estado!!!
A colónia de férias deste colégio vinha a seguir.
Logo a seguir à vivenda do jornalista, virei à esquerda porque a hora quase já de almoço fazia com que tivesse que regressar.
Comovido com os discursos desta gente, entrei pelo Louriçal, e, muito do mesmo...

Uma volta horrível, apercebendo-me das entrenhas por onde o inferno passou, e que agora o diabo deixou as suas marcas numa zona em que as rodas grossas da malta vão agora sentir um diferente colorido nos próximos tempos...
Aquele de sempre, triste com o que se passa por aí!!!
Pinto Infante

terça-feira, 4 de julho de 2017

...Aranhas 2017...

As saudades começavam a sentir-se.
Desde 2009 até 2013 o Filipe Salvado, e o Carlos Sales organizavam esta tirada através da bicicleta, em que o mote principal e único é conseguir pedalar, juntando as famílias nestes misto frenesim de desporto com amigos.
Há alguns anos não se realizava, sendo que dia 2 de julho a coisa foi por diante.
Nove convivas, sendo que repetentes fomos 4 e cinco novatos.
A ordem de operações desta vez, e já há muito que sugiro isto para a coisa não acabar, era tão simples como cada um que se desenrasque, seja na bucha, ou pedalada.
Quanto a mim, meti as "patinhas" com o horário de saída.
Saí uma hora e meia mais cedo do que devia, pois não cheguei desta vez subir a São Miguel de Acha, esperando pela malta na ribeira do Taveiró.
Estranho, liguei ao Filipe, a comunicar-lhe que ia andando para não esperar muito.
Assim, a seguir a Santa margarida, onde era visível os resquícios das flores, bebi uma bebida fresca num café de seu nome incaracterístico, mas com gentes simpáticas:
..."HORA DE MEDITAÇÃO".
Engraçado.
Pedalando e esperando, juntamo-nos na N/Sr.ª da Granja finalmente.

Faltava ainda agrupar um, neste caso uma elemento.
A Teresa, que vinha em sentido oposto ao nosso encontro, perto de Bemposta ficava o pelotão completo, com 9 elementos.
Na ribeira da Baságueda, o reencontro com as crias e familiares.
Depois, foi passar o dia como habitualmente, colocar as carnes ao sol, água, partilhar o que cada um achou por bem que lhe fazia falta, hidratar, e finalmente a taça regressou aos melhores armadores de ferro(ai se o Cabaço lá estivesse e o João Valente)a coisa provavelmente não seria assim.
Juntamente com o meu amigo Zé, pioneiro nestas andanças, ganhamos ao Álvaro e ao David a jogatana de malha.
O regresso...
Enfim, foi  mais um daqueles dias para recordar através da bicicleta, família e amigos.
Venham muitos como este.
Filipe, para o ano lá estaremos.
Grande abraço a todos/as.
Pinto, o Infante

quinta-feira, 29 de junho de 2017

...com 3 toneladas,Vale Sando e terra dos moleiros...

Como se aproxima uma forte tirada no domingo, a rondar os 80 kms, decidi esta 5ª feira dar-lhe com algumas subidas, recaindo a escolha sob as 3 toneladas e as Tinalhas.
Saí da capital do feijão frade por volta das 8 da manhã, um pouco tarde para aquilo que tinha pensado.
As temperaturas esquisitas, fizeram com que fosse às gavetas da roupa de inverno à procura dos manguitos, que bem souberam.

Na Santa Águeda, Marateca, o vento soprava tanto que incomodava os poucos pescadores que àquela hora se encontravam com o fio na água.
Caçadores da terra dos Moleiros, hortinha dos avós maternos, e a N/Sr.ª da Encarnação trás sempre à memória as honras da família, daqueles que já partiram, de famílias conhecidas, em que nos dias de hoje, nem sei se a missa ainda continua a fazer jus a esta Ermida...
Dava inicio às subidas; 3toneladas como apelidam esta zona.
Entrei nas Tinalhas, pelo Norte, aproveitando este facto, para registar tamanha remodelação na outra Santinha.
Ora, se a Santinha da terra dos moleiros, se chama Sr.ª da Encarnação, a das Tinalhas, agora com cara nova, a Rainha Santa Isabel.
Um investimento brutal, que vai trazer para julho artistas de renome.
Está bonita.
Depois, aproveitei este local, para degustar uma XL que levava nas costas;
A parte da tarde das 5ªs feiras é de trabalho, e assim, o relógio tem que ser controlado ao pormenor...
Desci a Vale Sando, onde as vistas são muito bonitas, sob a serra da gardunha e Açor(penso).
Ao circular nesta zona, é possível ver cavalos nas quintas, e para um deles não resisti fazer uma festa.
Até ao Barbaído foi sempre por asfalto, pois a progressão favorecia a hora.
Desci novamente pelas aldeias de xisto, mas além de Martim Branco me ficar no pensamento, a hora não permitia lá chegar...
Tinha que começar a virar coordenadas à Lardosa.
Subi ao Juncal.
Do lagar de azeite, desci esta bonita serra das Tinalhas através de cruzamentos e cruzamentos, sendo que efectuei mais uma paragem com a barriga a dar horas, no café daquela aldeia.
De vez em quando fico surpreso:
Sabe-me bem comer e beber durante as minhas voltas, uma "coca cola".
Desta vez, em garrafa pequena, coisa que é raro ver esta bebida em garrafas de vidro.
Surpresa:
€1,20(um euro e vinte) foi quanto paguei!!!!
Irra!!!!
Depois lembrei-me daquela nova Lei, que o estado fez questão de criar em consequência dos açucares, ou gases nas bebidas...
Atrevi-me a perguntar no final, quanto custava uma MINE:
€0,75(setenta e cinco cêntimos)...
Comentários,,,,
Para quê, quando o álcool é mais barato do que os sumos!!!!
O meio dia já tinha passado. Agora havia que dar força aos pedais, pois o trabalho de tarde tem que se cumprir.
Póvoa, terra dos moleiros, novamente Santa Águeda e Lardosa.
Ao passar a barragem, o vento das previsões já se manifestava de tal ordem, que só mesmo por estará  chegar a casa não vesti de novo os manguitos.
Contudo, bela volta, fazendo o trabalho necessário para o próximo domingo.
Venham de lá mais iguais a estas!!!
Aquele de sempre,
Pinto, o Infante

segunda-feira, 19 de junho de 2017

...até às flores do Vale da Torre, em boa companhia...

Após o fatídico sábado(jamais visto no nosso País), tinha combinado caso acordasse a horas uma voltinha de grossa na companhia do Samuel e do Luís, em que o itinerário envolvesse a bonita festa das flores na aldeia do Vale da Torre.
A ideia era sair cedo, evitando o calor que temos sofrido, com trilho escolhido pelo Samuel, fomos primeiro até à bonita aldeia de Castelo Novo.
Como subidas não se identificam comigo, mas como eramos 3 a decisão foi superior.
Pronto.
Posto isto, o café matinal foi na Luimar, saboroso como sempre, e pelas 7H2o, graças ao meu atraso, nem me apetecia sair dali, tal era já o calor.
Como nas vésperas, envolveu festa e jantaradas com a família e amigos no Vale da Torre, nem me tinha apercebido da calamidade que estava a assolar o nosso País...
Na tv, era notório o peso da informação;
Saímos, com a conversa dedicada a este triste motivo, e pelo tanque, até Nac.18 vislumbramos a ar completamente carregado de fumo, consequência do monstro que invadiu Pedrogão Grande e arredores.
Horrível...
Até Castelo Novo os bidons foram desaparecendo.
Com objetivo,  como o Luís diz, "tenho que ter sempre água", a 1ª fonte era à escolha naquela aldeia.
Depois do reabastecimento, próxima fonte era Atalaia do Campo.
Chegamos a Atalaia depois de um monumental engano da minha parte, relembrando o GPS que passou por aqui, e tivemos que andar no volta atrás...
Era notório as marcas de cal no chão, em que o Samuel se lembrou e foi mesmo a "ROTA DA CEREJA",  que envolvia a passagem por aqui.
Fomos alguns metros no sentido oposto, mas como era ainda cedo, não deu para ver nenhum companheiro passar.
O caminho, bonito e conhecido também do Samuel e do Luís também, pois a família tem por ali umas hortinhas e pertences, fazia a ligação até às Zebras.
Com o sol a apertar, passava pouco das 10 da manhã, e o sol já mastigava a pele.
Chegamos ao Vale da Torre, objetivo proposto, a azafama das limpezas e preparação era notória.
Uma festa que tive o prazer de visitar no dia anterior, degustar junto dos meus, e amigos uma bela jantarada, e neste domingo, uma bela mine na tasquinha do Nisa.
Rapaziada, vamos embora, com quase meia centena de kms percorridos, mas meus amigos a bicicleta tenho que a parar, pois o sol e calor pelas onze da manhã, não é confortável.
Termino, com uma palavra de pesar a todos/as aqueles que nos deixaram, uns inocentes, e que era meu desejo quem manda neste País, sentar-se à mesa, e fazer o trabalho de casa, antes delas acontecerem...
Ao corpo dos HOMENS DA PAZ, força companheiros...
Bem haja Samuel e Luís pela companhia.
Aquele de sempre, Pinto Infante