Inscrições abertas, para a VII edição do passeio BTT orientados por GPS"ROTA DOS LAGARTOS", Lardosa.
59 Kms em autonomia;
Não há seguro;
Não há carro de apoio/vassouras;
Concentração dia 20 de maio na Lardosa em frente ao ringue de futebol de salão na Lardosa;
Briefing;
Saída 1ª equipa 08H50´;
Abastecimento sólido km 28;
Lavagem de bikes;
Banho;
€5 bikes(a pagar no dia);
As inscrições podem ser feitas a solo, ou em equipa;
Proponho-VOS mais uma vez um passeio com paisagens bonitas e com novas coordenadas, como habitualmente;
As inscrições ou informações são através do Email:
pintoinfante68@gmail.com
Orientem-se em equipa ou a solo.
Vou colocando noticias e informações aqui ou através da página:
https://www.facebook.com/asvoltasdopintoinfante/
BEM VINDOS
quinta-feira, 5 de abril de 2018
terça-feira, 20 de março de 2018
...uma ida à água...
Para quem dizia que as chuvas não apareciam, eis que dos céus cai aquilo que se chama "ouro".
Fui num destes dias, após algum interregno das bikes(que saudades), desfrutar e ver como os campos se encontram com estas chuvas.
Como a lesão do gémeo teima mais uma vez em não me largar a breguilha, e como nas bicicletas as dores são minimizadas, parar é que não.
A escolha em consequência das chuvas, foi um pouco a Norte, pois os terrenos pensava eu estarem menos ensopados.
Uma volta pequena que envolvesse circular a Santa Águeda para me aperceber o quanto subiu nestes dias.
Da Lardosa saí em direcção à Soalheira.
O vento, esse era de marcha atrás; Uma coisa horrível e muito desagradável, mas ainda assim, a vontade de pedalar era muita. Desde o GeoTour dia 18 de fevereiro que não me montava nela.
Até à aldeia de Soalheira, foi um sacrifício total. Frio, vento e desabituação no rabo foram uma constante.
Depois da Soalheira desci desfrutando dos açudes que conheço, e que desaguam todos eles no maior espelho de água da beira.
A albufeira de Santa Águeda/Marateca.
Apesar dos trilhos se encontrarem encharcados, a beleza que estas chuvas trouxeram é contudo muito bonita.
As cores primaveris começam a ter forma neste estranho inverno.
Chegava a Marateca.
Ui tanta água.
Finalmente a chuva tráz uma enchente que tanta necessidade fazia a esta e todas as albufeiras do País.
A "nossa" sempre esteve bem, mas ainda assim, os valores abaixo dos normais eram antes destas chuvadas preocupantes; Agora de repente, tudo toma forma para receber mais uma primavera e verão, repleto de cores e vida que esta linda barragem nos oferece.
Uma volta curta, de teste a esta maldita lesão, mas aqui em cima da bike não é notória, e ainda que seja, não me vai fazer parar, assim Deus queira.
Venham mais destas ou outras...
Aquele, o de sempre....sem travões,,,,a subir claro.
Pinto, o Infante
Fui num destes dias, após algum interregno das bikes(que saudades), desfrutar e ver como os campos se encontram com estas chuvas.
Como a lesão do gémeo teima mais uma vez em não me largar a breguilha, e como nas bicicletas as dores são minimizadas, parar é que não.
A escolha em consequência das chuvas, foi um pouco a Norte, pois os terrenos pensava eu estarem menos ensopados.
Uma volta pequena que envolvesse circular a Santa Águeda para me aperceber o quanto subiu nestes dias.
Da Lardosa saí em direcção à Soalheira.
O vento, esse era de marcha atrás; Uma coisa horrível e muito desagradável, mas ainda assim, a vontade de pedalar era muita. Desde o GeoTour dia 18 de fevereiro que não me montava nela.
Até à aldeia de Soalheira, foi um sacrifício total. Frio, vento e desabituação no rabo foram uma constante.
Depois da Soalheira desci desfrutando dos açudes que conheço, e que desaguam todos eles no maior espelho de água da beira.
A albufeira de Santa Águeda/Marateca.
Apesar dos trilhos se encontrarem encharcados, a beleza que estas chuvas trouxeram é contudo muito bonita.
As cores primaveris começam a ter forma neste estranho inverno.
Chegava a Marateca.
Ui tanta água.
Finalmente a chuva tráz uma enchente que tanta necessidade fazia a esta e todas as albufeiras do País.
A "nossa" sempre esteve bem, mas ainda assim, os valores abaixo dos normais eram antes destas chuvadas preocupantes; Agora de repente, tudo toma forma para receber mais uma primavera e verão, repleto de cores e vida que esta linda barragem nos oferece.
Uma volta curta, de teste a esta maldita lesão, mas aqui em cima da bike não é notória, e ainda que seja, não me vai fazer parar, assim Deus queira.
Venham mais destas ou outras...
Aquele, o de sempre....sem travões,,,,a subir claro.
Pinto, o Infante
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
...e vão dez anos a escrever e ilustrar...
E vão 10.
Podem ter aparecido algumas modernices pela internet, mas este meu cantinho, baú, constitui momentos de lazer e prazer a ilustrar as minhas voltas e aventuras.
Este cantinho parece que nasceu ontem, e já lá vão 10 anos a escrever e a organizar eventos, em que as pessoas e as bicicletas são importantes para estas histórias.
As fotos que por aqui partilho no décimo aniversário, são alguns exemplos da importância que as pessoas fazem, e de alguns momentos altos em eventos que tenho organizado.
Provavelmente digo muitas vezes a mesma coisa, mas existem dois momentos altos ao longo de cada ano:
O passeio btt "ROTA DOS LAGARTOS" orientados por GPS, e o passeio de pasteleiras/bicicletas antigas.
São dois dias que nada têm a ver um com o outro, mas a bicicleta é o ponto comum.
O passeio anual de GPS, com bicicleta btt, é uma forma de levar a malta que quer participar a visitar as minhas voltas, e com coordenadas sempre diferentes, tento mostrar o tamanho do nosso património beirão, propondo em grupo ou a sós uma volta domingueira diferente.
Este ano(2018), dia 20 de maio não vai ser excepção.
Cá Vos espero.

O passeio de pasteleiras tem contribuído para acontecer um pouco de tudo na Lardosa.
Memórias;
Recordação;
Amizade;
Beleza;
Magia;
É mágico este dia.
A foto em cima, espelha o facto do que digo;
Esta bela foto oferecida pelo meu amigo Carlos Matos, a feira do feijão, e as pasteleiras têm contribuído para um desenvolvimento cultural da zona, e esta fez parte de uma revista semestral de Castelo Branco.
Já é a 2ª vez que este passeio ilustra uma revista.
Outro dos momentos altos do ano, em que envolve também centenas de pessoas, é e será sempre o passeio pedestre.
É gratificante saber que quem nos visita, vai com o sentimento de um bocado de um domingo bem passado e em boas companhias.
Bem haja a quem nos visita.
De regresso à bicicleta, uns vão, outros vêm, o que é certo, é que enquanto eu puder, o último do ano é para manter.
Em 2017, aconteceu uma coisa curiosa; O passeio coincidiu mesmo com o último do ano.
Dia 31 de dezembro de 2017.
Espero por mais 10, e se Deus me der saúde continuar a escrever por aqui as parvoeiras que me apeteça, além de ilustrar as voltas, os eventos com a minha assinatura, ou nos eventos com outras organizações.
A todos aqueles que participaram, que lêem, e que de uma forma ou outra incentivam estas parvoeiras, o meu muito bem haja.
Venha de lá o 11º aniversário deste meu báu, com muitos e bons eventos que por aí se realizam.
A ti em especial, um dos 125150 leitores, parabéns.
Aquele, o de sempre,,,,
...tira as mãos do travão,,,,a subir claro...
Pinto, o Infante
PARABÉNS, AS VOLTAS DO PINTO INFANTE
Por enquanto as coisas vão-me dando prazer bater por letra neste meu cantinho.Podem ter aparecido algumas modernices pela internet, mas este meu cantinho, baú, constitui momentos de lazer e prazer a ilustrar as minhas voltas e aventuras.
Este cantinho parece que nasceu ontem, e já lá vão 10 anos a escrever e a organizar eventos, em que as pessoas e as bicicletas são importantes para estas histórias.
As fotos que por aqui partilho no décimo aniversário, são alguns exemplos da importância que as pessoas fazem, e de alguns momentos altos em eventos que tenho organizado.
Provavelmente digo muitas vezes a mesma coisa, mas existem dois momentos altos ao longo de cada ano:
O passeio btt "ROTA DOS LAGARTOS" orientados por GPS, e o passeio de pasteleiras/bicicletas antigas.
São dois dias que nada têm a ver um com o outro, mas a bicicleta é o ponto comum.
O passeio anual de GPS, com bicicleta btt, é uma forma de levar a malta que quer participar a visitar as minhas voltas, e com coordenadas sempre diferentes, tento mostrar o tamanho do nosso património beirão, propondo em grupo ou a sós uma volta domingueira diferente.
Este ano(2018), dia 20 de maio não vai ser excepção.
Cá Vos espero.

O passeio de pasteleiras tem contribuído para acontecer um pouco de tudo na Lardosa.
Memórias;
Recordação;
Amizade;
Beleza;
Magia;
É mágico este dia.
A foto em cima, espelha o facto do que digo;
Esta bela foto oferecida pelo meu amigo Carlos Matos, a feira do feijão, e as pasteleiras têm contribuído para um desenvolvimento cultural da zona, e esta fez parte de uma revista semestral de Castelo Branco.
Já é a 2ª vez que este passeio ilustra uma revista.
Outro dos momentos altos do ano, em que envolve também centenas de pessoas, é e será sempre o passeio pedestre.
É gratificante saber que quem nos visita, vai com o sentimento de um bocado de um domingo bem passado e em boas companhias.
Bem haja a quem nos visita.
De regresso à bicicleta, uns vão, outros vêm, o que é certo, é que enquanto eu puder, o último do ano é para manter.
Em 2017, aconteceu uma coisa curiosa; O passeio coincidiu mesmo com o último do ano.
Dia 31 de dezembro de 2017.
Espero por mais 10, e se Deus me der saúde continuar a escrever por aqui as parvoeiras que me apeteça, além de ilustrar as voltas, os eventos com a minha assinatura, ou nos eventos com outras organizações.
A todos aqueles que participaram, que lêem, e que de uma forma ou outra incentivam estas parvoeiras, o meu muito bem haja.
Venha de lá o 11º aniversário deste meu báu, com muitos e bons eventos que por aí se realizam.
A ti em especial, um dos 125150 leitores, parabéns.
Aquele, o de sempre,,,,
...tira as mãos do travão,,,,a subir claro...
Pinto, o Infante
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
...o empeno do GEOTOUR 2018...
A malta do BTTGardunha conseguiu reforçar mais uma vez, o bom nome do Fundão no calendário Nacional.
Seja através das cerejas, chocalhos, míscaros, e de há uns anos para cá, consegue trazer para a cidade do Fundão rapaziada oriunda um pouco de todo o País e mesmo de fora dos Tugas.
É um passeio/prova, que visa desafiar as capacidades de cada um, seja a solo ou acompanhado de amigos ou colegas de equipa.No que me diz respeito, adoro andar por aí de mochila às costas, a minha grossa, e guiado pelo aparelho, aí vamos nós.
É a 3ª vez que faço parte deste evento.
Tenho decidido participar num só dia, por achar muito pesado duas doses.
A opção de 2018, apesar de saber o grau de dificuldade do itinerário, recaiu no domingo, em virtude de não conhecer a ligação entre a Pampilhosa da Serra e Fundão...
Coisa horrível me esperava.
38 Kms a subir, foi o petit déjeneur que tivemos que fazer pela manhã.
Neste passeio, todas as palavras são de uma dimensão pequena para descrever a tamanha beleza dos trilhos, apesar deste ano carregar pouco no botão da digital, pois tinha como objectivo, pedalar.
Sabia que ia encontrar malta conhecida; Mas não imaginava ter o prazer de circular uns bons quilómetros na companhia do João Dias e do Pedro Badocha(a quem agradeço), dois Alcainenses de gema. O Adelino vinha mais atrás juntamente com o Pequito.
A passagem pela bonita mas vazia albufeira de Santa Luzia constituiu um dos pontos altos do dia.
Não sei porquê, mas os lugarejos, aldeias ou vilas que se encaixam nos vales das serras, fazem-me recordar sempre presépios. Numa altitude considerável, olhar para a paisagem, é muito bonito, mas este ano, o que mais caracteriza estes nenhures, são mesmo as cores do inferno...
O fogo destruiu os pertences daquelas gentes...
Praçais, Cabril, e até Unhais o Velho, poupei para ali travões que foi um disparate...
Só após os 40 kms, as coisas começaram a ficar mais "calmas", pois começávamos finalmente a dar algum descanso às pernas.
As vistas, essas eram de uma plenitude assombrosa; A Cova da beira virada a Norte, até ao monte da Serra da Estrela era imensa; Brutal...
O cansaço, com a idade tem-se manifestado de uma forma esquisita nos pulsos e braços.
Avistávamos São Jorge da Beira, e logo a seguir São Francisco de Assis, que nos recebia após uma descida tanto perigosa como vertiginosa.
Os meus adorados singles começavam aos poucos a aparecer.
Aqui senti outra grande alteração de natureza humana.
Começo a sentir algum desconforto nos singles mais técnicos; Por pouco não risquei os "cromados" num dos singles...Primaveras???!!!
Um vento chato, aborrecido e desagradável decidiu aparecer, quando o cansaço já se manifestava. Numa terra chamada Ourondo havia bolas de Berlin.
Aproveitei juntamente com os companheiros para pararmos e recuperar um pouco.
O trilho aqui já mais favorável a nível de acumulado, ainda assim não deixava de ser a subir até ao Fundão, com a contrariedade de frente...
Perto do Barco, descolei dos meus companheiros, e agora à mercê do resto que faltava para a meta.
Nesta povoação, desorientei-me umas quantas vezes. A variedade de caminhos paralelos é o que dá...
Entre asfalto e bom rolar(o possível), cheguei ao Fundão após 6H50´ a circular.
Carrega na foto:
Cansado, sendo pulsos e braços, as partes que mais me atrapalhavam.
Objectivo alcançado, sentimento de um dia muito bem passado, convicto de que a escolha de um dia, é sempre melhor para mim, e neste ano de 2018 provavelmente fiz a escolha do dia mais doloroso.
Um percurso delineado à semelhança da organização, a quem assim dou os parabéns por colocarem a Beira, cá bem no interior no calendário das duas rodas.
Quanto a mim, tanto que gosto, de singles, aos poucos começo a encará-los de forma diferente.
Não posso terminar este post, sem agradecer a disponibilidade do meu amigo Faia, que se deslocou de Silvares para me deixar na Pampilhosa da Serra; Bem haja.
Um dia destes antes de maio, talvez vá desfrutar do dia1º de 2018.
Aquele de sempre,,,,sem travões,,,,a subir claro...
Pinto, o Infante
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
...a seguir a Castelo Novo, vêm as antenas da Gardunha...
Esta semana tinha que lá ir.
Uma ou duas vez por ano por muito que me custe, vou lá beija-las.
Este domingo, vou botar azeite na corrente, e então o regresso intensivo ao treino tem que continuar.
No domingo, a minha memória ficou lá...
O vento e frio impediu que eu, o Luis e o Samuel lá fossemos.
Esta semana, "enraivecido", e também com o pensamento já no dia 18 de fevereiro, como as subidas vão ser uma constante, tinha que lá ir e esticar ao máximo o esforço e distância.
Talvez tenha escolhido melhor o dia para o fazer.
Tinha carregado para o meu companheiro perto de 90 kms; assim o fiz.
Certo porém que levei um empeno à antiga, mas penso ter tirado proveito; vamos ver...
Inicialmente, optei por ir logo até à Soalheira.
As vistas continuam tristes e com cores escuras, em consequência dos incêndios que não nos largaram este verão.
Depois, bem depois foi tirar as mãos do travão e com isto consegui tirar 6 minutos à minha média de chegar ao topo das "gajas".
Tradicionalmente demoro 1H40´até beija-las, nesta incursão demorei menos 6 minutos.
Espetáculo.
Com a minha calma, e vacinado para esta longa subida, o frio e vento eram meus companheiros, mas suportava-se bem.
Estes eram os kms iniciais, pois em mente tinha delineado a tal longa volta com esta longa subida.
Ao dobrar o caminho que se encontra com o que vem de Castelo Novo, as coisas ficaram sérias!!!
O vento era de tal forma que até abanava a minha companheira; horrível...
Cada metro em ascensão sentia cada vez mais frio e vento.
As vistas ao subir ou descer este monte, compensam o esforço que faço. É bonito ver o "nosso" lago e toda a zona envolvente.
Para o lado da serra da Estrela, as vistas são de uma amplitude brutal.
Chegava.
Contente, com frio, ,as satisfeito, pois o primeiro objectivo do dia estava alcançado.
Beija-las.
Em certas zonas do topo, gelo com fartura era o resultado penso da fria noite que esteve.
Após umas rápidas fotos, era tempo de continuar.
Ia prevenido com mais um casaco, pois sabia que a descida em virtude da transpiração ia ser dura.
Próximo objectivo do dia, Casal da Serra e a seguir Sobral do Campo.
Bem agasalhado, protegi-me do frio e as paisagens viradas por este lado, eram agora mais calmas e com pouco vento.
A rolar agora em terrenos que me agradam mais, do Sobral a Ninho do Açor o sol aqui já era agradável, mas por esquisito que me parecesse, o vento começava a ficar mais intenso!!!
Vale Barrocas e vale Sando.
Nesta fase circulava a bom ritmo, pois o vale permite algum esconderijo do vento.
Não é a primeira vez, que me apercebo que as gentes por aqui, fazem força em manter os seus pertences ainda bem conservados e tratados.
Subi até ao Freixial do Campo, aldeia esta detentora de bonitas pinturas.
Os quilómetros aproximavam-se do pretendido deste dia, aproveitando o facto de observar as pinturas, "papei" mais uma sandocha que a mochila transportava.
A Natureza por sua vez, começa aos poucos a revelar as cores, e flores naturais.
Um belo dia, uma bela volta, com quilómetros desejados há muito, pois o GEOTOUR a isso vai obrigar.
Parei a minha companheira pelas três da tarde, satisfeito, com frio, mas com sentimento de estar quase preparado.
Um grande empeno levei e vou levar com toda a certeza, mas espero que as vistas sejam tão gratificantes como nas edições que já participei.
Este domingo, vamos deitar azeite na corrente.
Sem travões...a subir, claro...
Pinto, o Infante
Uma ou duas vez por ano por muito que me custe, vou lá beija-las.
Este domingo, vou botar azeite na corrente, e então o regresso intensivo ao treino tem que continuar.
No domingo, a minha memória ficou lá...
O vento e frio impediu que eu, o Luis e o Samuel lá fossemos.
Esta semana, "enraivecido", e também com o pensamento já no dia 18 de fevereiro, como as subidas vão ser uma constante, tinha que lá ir e esticar ao máximo o esforço e distância.
Talvez tenha escolhido melhor o dia para o fazer.
Tinha carregado para o meu companheiro perto de 90 kms; assim o fiz.
Certo porém que levei um empeno à antiga, mas penso ter tirado proveito; vamos ver...
Inicialmente, optei por ir logo até à Soalheira.
As vistas continuam tristes e com cores escuras, em consequência dos incêndios que não nos largaram este verão.
Depois, bem depois foi tirar as mãos do travão e com isto consegui tirar 6 minutos à minha média de chegar ao topo das "gajas".
Tradicionalmente demoro 1H40´até beija-las, nesta incursão demorei menos 6 minutos.
Espetáculo.
Com a minha calma, e vacinado para esta longa subida, o frio e vento eram meus companheiros, mas suportava-se bem.
Estes eram os kms iniciais, pois em mente tinha delineado a tal longa volta com esta longa subida.
Ao dobrar o caminho que se encontra com o que vem de Castelo Novo, as coisas ficaram sérias!!!
O vento era de tal forma que até abanava a minha companheira; horrível...
Cada metro em ascensão sentia cada vez mais frio e vento.
As vistas ao subir ou descer este monte, compensam o esforço que faço. É bonito ver o "nosso" lago e toda a zona envolvente.
Para o lado da serra da Estrela, as vistas são de uma amplitude brutal.
Chegava.
Contente, com frio, ,as satisfeito, pois o primeiro objectivo do dia estava alcançado.
Beija-las.
Em certas zonas do topo, gelo com fartura era o resultado penso da fria noite que esteve.
Após umas rápidas fotos, era tempo de continuar.
Ia prevenido com mais um casaco, pois sabia que a descida em virtude da transpiração ia ser dura.
Próximo objectivo do dia, Casal da Serra e a seguir Sobral do Campo.
Bem agasalhado, protegi-me do frio e as paisagens viradas por este lado, eram agora mais calmas e com pouco vento.
A rolar agora em terrenos que me agradam mais, do Sobral a Ninho do Açor o sol aqui já era agradável, mas por esquisito que me parecesse, o vento começava a ficar mais intenso!!!
Vale Barrocas e vale Sando.
Nesta fase circulava a bom ritmo, pois o vale permite algum esconderijo do vento.
Não é a primeira vez, que me apercebo que as gentes por aqui, fazem força em manter os seus pertences ainda bem conservados e tratados.
Subi até ao Freixial do Campo, aldeia esta detentora de bonitas pinturas.
Os quilómetros aproximavam-se do pretendido deste dia, aproveitando o facto de observar as pinturas, "papei" mais uma sandocha que a mochila transportava.
A Natureza por sua vez, começa aos poucos a revelar as cores, e flores naturais.
Um belo dia, uma bela volta, com quilómetros desejados há muito, pois o GEOTOUR a isso vai obrigar.
Parei a minha companheira pelas três da tarde, satisfeito, com frio, mas com sentimento de estar quase preparado.
Um grande empeno levei e vou levar com toda a certeza, mas espero que as vistas sejam tão gratificantes como nas edições que já participei.
Este domingo, vamos deitar azeite na corrente.
Sem travões...a subir, claro...
Pinto, o Infante
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
...ROTA DOS LAGARTOS, GPS 2018
Passeio orientado por GPS;
59 Kms em autonomia;
Não há seguro;
Não há carro de apoio/vassouras;
Concentração dia 20 de maio na Lardosa em frente às piscinas;
Briefing;
Saída 1ª equipa 08H50´;
Abastecimento sólido km 28;
Lavagem de bikes;
Banho;
€5 bikes(a pagar no dia);
As inscrições podem ser feitas a solo, ou em equipa;
Proponho-VOS mais uma vez um passeio com paisagens bonitas e com novas coordenadas, como habitualmente;
As inscrições ou informações são através do Email:
pintoinfante68@gmail.com
Orientem-se em equipa ou a solo.
Vou colocando noticias e informações aqui ou através da página:
https://www.facebook.com/asvoltasdopintoinfante/
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
..preparação com grande empeno à mistura...
O tempo tem permitido fazer o gosto à coisa, e aproveitando uma folguinha no serviço, conjuguei prazer, necessidade, e antever o que se aproxima.
Pouco depois das 8H30´, e após o café matinal sentia a esta hora algum frio. Coisa de pouca dura, pois pela manhã dentro, o sol e subidas aqueciam bem para esta altura do ano.
Fui até à Soalheira, Atalaia e Vale de Prazeres.
Como os compromissos para o VII passeio BTT "ROTA DOS LAGARTOS" orientados por GPS dia 20 de maio estão um pouco voltados para aquelas coordenadas, desfrutei das bonitas paisagens que o sopé da Gardunha possui.
Esta zona é detentora de um bonito património Romano, visível bem no interior destas aldeias e vilas que rodeiam a "Sintra" da beira.
Alpedrinha.
Nas últimas voltas de grossa, a serra da Gardunha tem-me feito companhia, mas ao largo.
Tem-se tornado uma constante circular neste sopé. Quilómetros e quilómetros desta companhia, têm-me levado a locais que nunca por ali tinha andado.
Bonito.
Depois veio-me ao pensamento do que me espera dia 17 de fevereiro.
Larguei então a volta que tinha em mente, e comecei a subir para o Catrão. Novas zonas nunca dantes pedalados pela grossa.
A temperatura, essa, dava se não fosse a transpiração, para tirar o casaco que me aconchegava desde o início desta volta.
Cheguei à Lardosa, brutalmente contente e satisfeito pela preparação que estou a fazer, com 86 kms nas patinhas, sendo o meu pior inimigo o ardor do selin, pois à uns tempos que não passava tanto tempo em cima da bicicleta.
Venham de lá mais destes, pois os empenos que se aproximam, cheiram-me aos velhos tempos de Portalegre, ou quiçá....pior.
Cá estou.
Amanhã, vai haver deslocação e fininha até à terra dos tomates e melância.
Aquele, o de sempre,,,sem travões...a subir claro...
Pinto, o Infante
Pouco depois das 8H30´, e após o café matinal sentia a esta hora algum frio. Coisa de pouca dura, pois pela manhã dentro, o sol e subidas aqueciam bem para esta altura do ano.
Fui até à Soalheira, Atalaia e Vale de Prazeres.
Como os compromissos para o VII passeio BTT "ROTA DOS LAGARTOS" orientados por GPS dia 20 de maio estão um pouco voltados para aquelas coordenadas, desfrutei das bonitas paisagens que o sopé da Gardunha possui.
Esta zona é detentora de um bonito património Romano, visível bem no interior destas aldeias e vilas que rodeiam a "Sintra" da beira.
Alpedrinha.
Nas últimas voltas de grossa, a serra da Gardunha tem-me feito companhia, mas ao largo.
Tem-se tornado uma constante circular neste sopé. Quilómetros e quilómetros desta companhia, têm-me levado a locais que nunca por ali tinha andado.
Bonito.
Depois veio-me ao pensamento do que me espera dia 17 de fevereiro.
Larguei então a volta que tinha em mente, e comecei a subir para o Catrão. Novas zonas nunca dantes pedalados pela grossa.
A temperatura, essa, dava se não fosse a transpiração, para tirar o casaco que me aconchegava desde o início desta volta.
Depois foi seguir grandes estradões que ligaram à coordenada que neste segundo reconhecimento do GPS.
Uf finalmente consegui dar com a simpática aldeia Mara da Rainha.
Embrenhada ali pelo monte da Gardunha, faz ao longe lembrar um presépio.
Temos muitas destas por aqui.
Os kms, eram ainda poucos, o meio dia aproximava-se, mas como tinha o dia todo dedicado a isto, virei as coordenadas para Zebras e depois voltar a subir até à Soalheira.Cheguei à Lardosa, brutalmente contente e satisfeito pela preparação que estou a fazer, com 86 kms nas patinhas, sendo o meu pior inimigo o ardor do selin, pois à uns tempos que não passava tanto tempo em cima da bicicleta.
Venham de lá mais destes, pois os empenos que se aproximam, cheiram-me aos velhos tempos de Portalegre, ou quiçá....pior.
Cá estou.
Amanhã, vai haver deslocação e fininha até à terra dos tomates e melância.
Aquele, o de sempre,,,sem travões...a subir claro...
Pinto, o Infante
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