quinta-feira, 26 de outubro de 2017

...pelas entrenhas do horror...

Cada vez mais nos meus melhores dias, com recuperação obrigatória através do desporto, eis que a companhia do Samuel é neste momento a possível, e ainda bem o facto de ele se encontrar de férias.
Como tínhamos combinado, a próxima seria envolver algumas subidas, indo por caminhos diferentes.
Nem imaginava ver o que vimos neste cantinho cá da nossa Beira.
Saímos pelo vale touril, barragem da Santa Águeda em direcção às Tinalhas.
Coloquei açucar no trilho e percorremos alguns singles agradáveis na ascensão a esta Aldeia.
Depois descemos a Vale Sando, e aqui sem nos lembramos do horror que por ali passou também há bem pouco tempo.
 Em Vale Barrocas, o cenário é digno dum filme de terror!!!
Em tempos era um local que após a passagem pela ermida agora muito bem restaurada, a bonita Rainha Santa Isabel, absorvia-se uma paz naquele vale muito agradável.
Neste momento, vislumbra-se uma paisagem triste, medonha, que mais parece que o diabo passou por aqui...horrível...
Como o Samuel nunca por ali tinha andado, decidimos subir por asfalto até Barbaído, lugarejo este calmo e cheio de gentes que conheço, agora a manifestarem uma tristeza notória nas suas caras..
Uma cordilheira de fogo que vai até Ninho do Açor e Sobral do Campo...que porra esta!!!
Do Barbaido, descemos novamente o vale e subidos depois ao Juncal do Campo, local que aproveitamos para comer num espaço muito bem caracterizado pelas pinturas que há uns tempos fizeram por ali.
Agradável ao olhar.
 
 O património local levou um toque de magia, do pintor(penso Tejo de seu nome), e que em minha opinião enriqueceu ainda mais estes espaços, com combinações de granito entre outros e pinturas modernas. Parabéns ao criador.
Seguimos e como tinha que estar em casa ao meio dia, houve necessidade de dar ao pedal e através de trilhos e singles(uma zona riquíssimo neste tipo de trilho), Cafede e Póvoa de Rio de Moinhos era o destino quase final.
Com as pernas a acusar esforço,  apesar de me sentir bem, o cansaço de dois dias a pedalar era em mim sentido.
Ainda assim, um empeno à altura dos antigos, mas são estes dias que me fazem falta, para fazer um reset naquilo que preciso.
A ti Samuel, mais uma vez bem haja pela companhia, e destas venham muitas.
Aquele, o de sempre...
....sem travões...a subir claro...
Pinto, o Infante.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

...aos poucos, o regresso...

 Então, foi assim:
Após a bike grossa entrar no paddock para efectuar uma troca forçada de pneu frente, havia necessidade de a testar, aproveitando também para testar o dono.
Aos poucos a saúde vai indo ao sítio(assim espero)que é pretendido, e como o desporto constitui um medicamento obrigatório para a recuperação total, a convite do Samuel, a gozar umas férias, fomos por aí, numa manhã de temperaturas estranhas para esta altura do ano.
Perguntei ao Samuel se tinha trajecto definido, ao qual me disse que decidia eu.
Para não haver surpresas, sugeri uma volta a rondar os 50 kms, as que não envolvesse grandes subidas, pois não sei muito bem qual a reacção!!!

Beijar a Santa Águeda, percorrendo trilhos onde há anos as minhas rodas não circulavam. No início mais parecia a volta das cercas/cancelas.
Saltamos para aí umas 7...irra...
É o que dá não circular por estas bandas há muito!!!
Depois, vinha Alcains, onde era notório a esta hora da manhã, 9H00, a correria para os trabalhos e escolas, com a "canalha" na azafama do costume.
Através da fonte Maria Rodrigues, o sol começava a manifestar-se com temperaturas cada vez mais a mastigar o andamento.
Como o trilho ia no meu orientador de bordo, o meu GPS, ia conversando com o Samuel, caso quisesse introduzir alterações, pois o limite do dia, seria os Escalos de Baixo.
Nada disso.
Monte São Luís, e aproveitamos para dar de comer ao gato, e aconchegar a nossas barrigas, pois quanto a à minha, as horas já as ouvia.
Subir um pouquinho até à rotunda do pneu, foto da praxe, e próximo objectivo, os outros Escalos de Cima com entrada desde há muito não percorrida.
O meu sentimento, manifestava-o com o Samuel, era bom e muito agradável em companhia circular por aí em companhia.
Quanto ao outro sentimento, era de prazer, e saudável, pois estava a sentir-me bem, apesar das pernas estarem nesta altura algo cansadas.
Pelas onze e pouco chegamos naturalmente à Lardosa.
Uma volta muito boa, em boa companhia, e que faço votos de muitas destas.
Samuel para a próxima prometo envolver mais algumas subidas, caso me sinta um pouco mais forte...
Obrigado pela companhia, e quando outra???!!!
Aquele, o de sempre, regressando aos poucos, espero ao meu ritmo.
Pinto Infante

sábado, 14 de outubro de 2017

...2017, um tributo às PESSOAS...

Cansado???!!!
Nã!!!
Todos os anos a mesma coisa;
Todos os anos pasteleiras;
Todos os anos pedestre;
Todos os anos gente, gente, e mais gente...
Todos os anos, quem vem pela 1ª vez, não mais que ficar para trás...
Podia, ao fazer o rescaldo deste fim de semana, mostrar para aqui um rol de fotos registadas pelos/as participantes, mas escolho para 2017, as que me parecem marcos da história de 2017.
Para não alongar muito a prosa, em 2017 apenas os tópicos:
Introduzir novidades tem sido o meu lema ao longo destes 11 anos;
Os nervos e apreensão da reação dos participantes na deslocação da logística até à aldeia do Vale da Torre;
A alteração da ementa, em que a sardinha assada nos acompanhou ao longo de 10 anos, substituída em 2017 por petinga frita(fabulosa diga-se)excelente troca;
Uma sugestão do Luis Franco, um Lardosense, pois a causa nobre dos bombeiros voluntários rendeu €551,32, na presença do Presidente da Associação dos bombeiros voluntários de Castelo Branco;

Sabia que a deslocação de 250 bicicletas, numa 1ª abordagem, ia implicar uma logística diferente do habitual ao ponto de duvidar se a malta era recetiva a esta ideia ou não;
Faltou o drone para filmar a "cobra" que a partir das 8 da manhã, se estendeu até às gentes do Vale da Torre;
Foi arrepiante estar no Vale da Torre, em permanente contacto com os meus eternos voluntários, Saber indicações se a malta estava a deslocar-se ou não!!!
Que maravilha, chegavam 10; Mais 12; Mais 45...
Todos/as lá foram...
Magníficos/as.
Bem haja meus amigos por aceitarem este desafio, e movimentar-mos uma montanha...
Envolver a estrada Nac 18, constituiu mais um momento de ansiedade e nervos, pois como toda a malta sabe, é uma estrada neste momento que tem muito fluxo de trânsito;
A segurança, é algo que dedico muita atenção.
A Guarda Nacional Republicana com um trabalho soberbo;
Numa só faixa de rodagem, 2 kms de bicicletas; magnífico.
Num local de eleição(ainda inacabado), escolhi para o tradicional repasto, que permitiu descansar, confraternizar e aconchegar a barriga com uma bela bifana entre muitas outras iguarias.
 Muito agradável.
Neste local, aproveitei para reunir a minha família possível, com números diminutos.
Um dia cheio de alegria, mas com a estrutura familiar algo quebrada, em virtude da outra metade juntamente com a cria mais nova não poderem fazer parte deste passeio deste ano.
Nem assim, a minha outra metade deixou as responsabilidades por mãos alheias. Sempre presente.
Seguia-se a minha terra Natal;
Sempre que o roteiro o permita, ou se aproxima de Alcains, tenho que lá ir.
Já o disse em vários post´s neste meu cantinho, que as gentes da minha terra, dão muita vida e alegria às bicicletas(volta a Portugal, ou outra qualquer prova de bicicleta); Quanto a nós, é uma alegria levar lá estes ferros a passear e trintar por ali;
Ora se a Lardosa promove o anfitrião feijão frade, porque não o fazer na terra do anfitrião Alcainense??
Os queijos, na minha terra Natal têm que ser mostrados e provados, e então com a alegria deste povo.
À queijaria do meu amigo Zé do Cabeço do carvão:
-"Zé amigo, não sabes trabalhar mal"...
Grande abraço.
Se fomos, viemos.
Pelo mesma Nac.18 fizemos o regresso.
O último ajuntamento foi na derradeira avenida de entrada na capital do leguminoso.

XXXiiiiiiii...tanta gente visita a Lardosa...
A chegada à Lardosa, constitui sempre um momento que mexe comigo, por várias razões:
Alegria;
Sensação de dever e missão cumprida;
Ver que ninguém se aleijou ou caiu manchando a alegria deste dia;
Ver e sentir que a malta como começou, chegou brindando as gentes que nos aguardam e aguardam os seus, para ver se correu tudo bem...
Mulheres, homens e pequenada, é uma festa entrarmos pela feira a dentro, repleta dum povo que adora vir até cá testemunhar que aqui se realiza algo de mágico neste fim de semana.
A FEIRA DO FEIJÃO
Na Lardosa, nestes dias, aparece só mais uma feira igual a tantas outras, mas só quem cá vem pode falar e testemunhar, que esta é uma diferente feira, e digo-o com toda a convicção da realidade.
Almoço, troquei a sardinha assada pela petinga frita, que categoria...
Entrega de prémios aos merecidos vencedores, o Conde Sarugo, a Tia Magda, a eles os meus parabéns.

Festa na aldeia pela tarde dentro.
Para o ano, logo se vê.
Agradecimentos especiais:
Guarda Nacional Republicana; Ao Jorge do rancho dos loureiros da Lardosa tocou o seu acordeão num dos abastecimentos;
Ao Carlos Matos pela foto de grupo e Micaelo  pela prestação fabulosa  nos desenhos já mostrados no facebook;
À Junta de Freguesia da Lardosa; Associação do Vale da Torre; Ao Gonçalo Torres; Zé Maria Bola; Aos meus eternos voluntários e "associação" Qui Tó, Duarte Maurício e Manuel Bolero, e claro está:
Bem hajam a todos/as participantes confrades, que ano após ano abraçam esta parvoeira comigo.
Qualquer dia faço um bloco de fotos que gentilmente me disponibilizaram.
O Pedestre:
Neste fim de semana, foram 2 em um:
De inicio tinha proposto 13 kms, mas com uma alteração de ultima hora apresentada pelo Sr.º Presidente da Junta da Lardosa, a ideia da aula de zumba passou para a manhã sendo depois prolongada para mais uma à chegada.
Monumental:
Nem os mais ensonados resistiram a bater o pé e abanar o capacete. Uma alegria acompanhado com um ritmo forte abriu o apetite para o café de borra com o bolo da avó. Pequei por colocar na aula 10´a mais; Tudo se corrige;

Pela manhã, toda a malta dançou, cada um à sua maneira, mas os entendedores/as tinha como timoneira a Prof.ª Neuza.


Pelas 9H30 o fomos até ao forno comunitário, seguidamente para os trilhos agora sim o passeio em si.
Vale da Torre seria o limite deste ano, local onde degustamos um pequeno almoço recheado.
Uma moldura humana nos limites das nossas capacidades, pois não podemos aceitar mais inscrições, pois a qualidade a isto obriga.
Sob um clima de festa, à chegada mais uns alongamentos, e a petinga estava à nossa espera acompanhada do anfitrião:
O FEIJAÕ FRADE.
Mais uma vez bem hajam pela VOSSA presença, e 2018 cá VOS espero.
Vou terminar este post, de 6/7/ e 8 de outubro dedicando um tributo às pessoas todas que me conhecem, e que comigo têm feito dos eventos com a minha assinatura, um sucesso.
Bem haja.
Assim, e como o staff desta Junta de Freguesia da Lardosa está no último mandato, já o fiz no jornal "RECONQUISTA" queria agradecer à pessoa Zé Tó, Carlos Barata, Manel Fernandes e Rosária Mendes, pois foram e são entidades que iniciaram formaram a feira, e comigo abraçaram todos os projetos que lhes propus
Muito obrigado.
Por último desabafar um sentimento pessoal que tem a ver com a feira em si:
Desde há muito que digo que este certame constitui um fenómeno de popularidade pois as pessoas que nos visitam testemunham esta verdade, sendo que a mensagem deste, conseguimos através das pessoas de uma forma inconsciente, passar a mensagem do que o interior é capaz de fazer com muita qualidade.
Neste momento, nos passeio de pasteleiras e pedestre, temos presença de pessoas da Nossa Beira claro, Porto, Guimarães, Beja, Ourém, Portalegre, Lisboa, Santarém...etc.
Estes números e valores, são para mim, muito gratificantes.
A todos/as muito bem haja.
Brevemente faço álbuns de fotos de toda a malta que disponibilizou, sendo que ainda falta o álbuns dos alunos da ESART que fizeram o acompanhamento total das pasteleiras.
Aquele de sempre, agora recuperado do susto, sem travões....a subir claro....
Peço desculpa pelo atraso na publicação
Pinto, o Infante

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

...no manto negro do monte...

Uma semana produtiva em desporto, mas algo desastrada, coisa que não me acontecia há muito!!!
No domingo, fui ver a corrida da EDP na cidade de Castelo Branco, com azar às costas, à entrada da minha terra Natal, Alcains, válvula da frente ao final duns anos cedeu, obrigando-me a meter câmara de ar, permitindo chegar ao objectivo.
Em dia de desporto, agarrei na grossa, logo pela manhã, e as coordenadas eram subir até Castelo Novo, observando o que o diabo por ali pintou.
Ora, se já tinha visto e observado a pintura do lado de cá do monte, a Norte, é muito do mesmo; Ou seja uma coisa horrível...
As paisagens por onde se circula tornam-se saturantes em virtude do colorido ser sempre o mesmo; Tudo escuro, restando unicamente os caminhos escondidos que estavam pela vegetação, manifestam-se agora no embrenhado do escuro.
Fui até Atalaia, e daí subi para esta aldeia, onde culminei primeiros nas águas que por ali se fabricam.
O meu sentimento ao longo da subida, era tentar entender a preocupação destas gentes, a olhar para os seus pertences a serem consumidos pelo diabo...
Ia registando...
Acredito que muitas Avés Marias foram rezadas a suplicar sei lá!!!
Miradouro de Castelo Novo, decidi descer, pois de tarde era dia de trabalho...

Desci o monte, e muito do mesmo.
Manto negro...
Como diz o meu cumpadre:
..." se o Stephen King" precisasse de fazer um filme de terror, este seria o cenário ideal...
Com andamento razoável, e com sentimento de estar a contribuir para uns treinos ao meu nível, a roda grossa tem rolado bem, pois vem aí além das pasteleiras e pedestre inserido na feira do feijão frade, mais uma edição da A.C.I.N. onde quero ver se não dou raia.
 
 Louriçal, e na Soalheira ainda havia tempo para degustar o resto da minha sandocha, acompanhado de uma bela bebida refrescante.
Dá-lhe nas pernas, porque o relógio não para.
Ora como não há duas sem três, e se a semana assim começou, no caminho de ligação Soalheira/Lardosa, existe um monte de azulejos "decorativos" no chão.
Do melhor para os pneus...
Foi um estoiro e peras...
Como esqueci de colocar uma outra câmara de ar na mochila, pneu rebentado, e, pela 1ª vez ao longo destes anos, o pronto socorro da outra metade teve que ser acionado...

Obrigado a fazer um duatlo, aproximei-me da estrada Nac 18, e esperei pela outra metade(é o que me vale)...
Enquanto esperava, registei a minha jersey, que a Junta de Freguesia da Lardosa cessante me ofereceu à uns anos valentes...
Uma boa manhã, acompanhada de algumas surpresas, mas que fazem parte das minhas andanças...
Pinto Infante

terça-feira, 22 de agosto de 2017

...XI passeio de pasteleiras, e passeio pedestre...

Olá a todos/as.
2017 chegou naturalmente, e de repente aí estão mais uns eventos com a minha assinatura.
Os tradicionais passeios de pasteleiras, e o pedestre.
Vão ser mais uma vez parte integrante do certame dedicado ao leguminoso feijão frade, na Lardosa.
O passeio de pasteleiras:
Vamos para o XI edição, e para este ano de 2017 mais uma vez iremos ter algumas alterações, sendo a de realçar, e aqui mais uma vez, peço a VOSSA colaboração:
O local de concentração vai ser no Vale da Torre, mas a chegada é na Lardosa, feira do feijão frade.
Assim, aconselho o seguinte:
Vem mais cedo do que os outros anos(20 minutos chega), deixa o carro/carrinha na Lardosa, agarras na tua pasteleira, e vai a pedalar calmamente até ao Vale da Torre, onde estará o secretariado a funcionar, levantares os brindes a que tens direito, e depois iniciarmos o passeio propriamente dito.
Isto facilita toda a gente, pois à chegada, se tivesses que ir buscar o carro/carrinha ao Vale da Torre, não terias lugar para estacionar.
Este ano iremos para novos rumos, como sempre muita alegria, gastronomia, provas de iguarias, e vamos tentar fazer deste dia, mais um memorável dia, e leves para casa o sentimento de mais um dia bem passado neste simpático passeio, onde só a qualidade, confraternização e as pessoas interessam.
Vamos tentar fazer a saída pelas 9H00 da manhã.
Vou lançar-te um desafio e uma proposta, caso aceites:
Em consequência dos tempos actuais, e dos fatídicos fogos que assombram o nosso País, peço-te para trazeres para dia 7 de outubro, €1euro(ou caso queiras mais), no bolso, pois gostaria que a festa das pasteleiras e as gentes magníficas que participam contribuíssem para uma causa muito importante.
O que conseguirmos juntar, vou/vamos oferecer nesse dia, aos BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS.
Isto é um pedido, que só aceitas se quiseres.
De regresso ao passeio:
Capricha mais uma vez na indumentária, sendo a obrigação, a bóina; o resto deixo ao teu sempre agradável critério.
Regulamento:
- Nunca ultrapassar o guia;
- Estar presente na concentração às 08H30, dia 7 de Outubro no Vale da Torre;
- Trazer uma bicicleta com algum tipo de travão!!!;
- Traje da época;
- Bóina obrigação;
- Se no espaço de 20m à tua frente te aperceberes que não consegues parar, grita:
 - foge da frente!!!;..."Porra...
- Em alternativa, escolhe a melhor lavrada à tua volta para aí parares;
- Apetite para o pequeno almoço, abastecimentos e almoço;
- Boa disposição;
- Se não tiveres GPS, não te preocupes, a organização também não, mas conhece o caminho;
- Traz dinheiro se quiseres ficar pela tarde/noite neste certame, e pagares umas MINES;
- Limite de álcool no sangue "0";
- Trazer navalha para cortar o conduto, antes, durante e depois dos abastecimentos e almoço;
- As medidas desta, não deverão ultrapassar as regulamentares(não sei quais são)!!!!;
- Circular sempre pela direita, cumprindo assim as regras de trânsito;
- Se possível e quem quiser claro, barba rija por desfazer(eles claro);
- Quilómetros da confraria não sei, nem interessa;
- Ao circulares, nunca andar aos SSSSS
- Não vale ralhar, pois a organização tem sempre razão:
Quem trouxer criação a seu cargo, é totalmente responsável por ele:
- afins....
Peço-te, caso estejas interessado em participar, depois de forneceres o Nº do BI/Data de nascimento/transferires ou pagares os €15 para o :
NIB 003502220001280363040
 enviares o comprovativo da transferência para o Email:
Limitado a 250 pasteleiras.
Este ano provavelmente, vais ver uma bicicleta de 2 lugares, recente, pois vou abrir uma excepção em virtude da menina que tem vontade de participar, ser invisual, e irá participar com o seu Pai.(é excepção, perfeitamente aceitável e justificada).
Bicicletas de BTT, ou pasteleiras de modelos recentes, estão proibidas de participar neste evento, pois estraga-se a coisa.
Cá VOS espero, como sempre, dia 7 de outubro de 2017.
 O passeio pedestre.
Tem concentração na feira do feijão às 08H30,´
Saída às 09H00´;
O trajecto está definido, e envolve os campos onde foram, e são produzidos o rei deste certame.
O feijão frade.
Aparece, vem divertir-te e caso assim o entendas, tráz um amigo/a.
Pinto Infante

domingo, 20 de agosto de 2017

...nas entrenhas do inferno...

Eventualmente se perguntasse a 400 pessoas que título havia de dar a este post, arranjaria 400 nomes, todos eles cruéis para a dura situação que uns mais que outros, vivem por agora..
Nesta última 5ª feira desportiva, agarrei na grossa, e fui ver de perto o que restava, e como ficou o cenário da Gardunha.

Escolhi da Soalheira para cima, um trilho mítico que fez parte do GPS/Rota dos Lagartos:
Ou seja, pela Soalheira acima, fui-me apercebendo da quantidade de Avés Marias que este povo rezou na 3ª feira...
Depois segui até à igreja Matriz, e...Jesus!!!

Cheguei a ter algum receio de circular por ali.
Sentir que o monstro passou por ali, levando alguns pertences destas gentes, foi uma sensação horrível.
Continuei a subir, encontrei o Quelhas da Idanha, também ele ia lá em cima testemunhar, mas o rumo era outro.
O ícone que antecede a subida, na Alameda de São Fiel, lá estava ele, imponente, mas com outra cor.
O colégio de São Fiel.
Histórias de vida que se podiam contar neste imponente edifício...
Que rico estado!!!
A colónia de férias deste colégio vinha a seguir.
Logo a seguir à vivenda do jornalista, virei à esquerda porque a hora quase já de almoço fazia com que tivesse que regressar.
Comovido com os discursos desta gente, entrei pelo Louriçal, e, muito do mesmo...

Uma volta horrível, apercebendo-me das entrenhas por onde o inferno passou, e que agora o diabo deixou as suas marcas numa zona em que as rodas grossas da malta vão agora sentir um diferente colorido nos próximos tempos...
Aquele de sempre, triste com o que se passa por aí!!!
Pinto Infante

terça-feira, 4 de julho de 2017

...Aranhas 2017...

As saudades começavam a sentir-se.
Desde 2009 até 2013 o Filipe Salvado, e o Carlos Sales organizavam esta tirada através da bicicleta, em que o mote principal e único é conseguir pedalar, juntando as famílias nestes misto frenesim de desporto com amigos.
Há alguns anos não se realizava, sendo que dia 2 de julho a coisa foi por diante.
Nove convivas, sendo que repetentes fomos 4 e cinco novatos.
A ordem de operações desta vez, e já há muito que sugiro isto para a coisa não acabar, era tão simples como cada um que se desenrasque, seja na bucha, ou pedalada.
Quanto a mim, meti as "patinhas" com o horário de saída.
Saí uma hora e meia mais cedo do que devia, pois não cheguei desta vez subir a São Miguel de Acha, esperando pela malta na ribeira do Taveiró.
Estranho, liguei ao Filipe, a comunicar-lhe que ia andando para não esperar muito.
Assim, a seguir a Santa margarida, onde era visível os resquícios das flores, bebi uma bebida fresca num café de seu nome incaracterístico, mas com gentes simpáticas:
..."HORA DE MEDITAÇÃO".
Engraçado.
Pedalando e esperando, juntamo-nos na N/Sr.ª da Granja finalmente.

Faltava ainda agrupar um, neste caso uma elemento.
A Teresa, que vinha em sentido oposto ao nosso encontro, perto de Bemposta ficava o pelotão completo, com 9 elementos.
Na ribeira da Baságueda, o reencontro com as crias e familiares.
Depois, foi passar o dia como habitualmente, colocar as carnes ao sol, água, partilhar o que cada um achou por bem que lhe fazia falta, hidratar, e finalmente a taça regressou aos melhores armadores de ferro(ai se o Cabaço lá estivesse e o João Valente)a coisa provavelmente não seria assim.
Juntamente com o meu amigo Zé, pioneiro nestas andanças, ganhamos ao Álvaro e ao David a jogatana de malha.
O regresso...
Enfim, foi  mais um daqueles dias para recordar através da bicicleta, família e amigos.
Venham muitos como este.
Filipe, para o ano lá estaremos.
Grande abraço a todos/as.
Pinto, o Infante