Olá a todos/as.
Quando o calor aperta, temos que arranjar maneira de nos refrescarmos;
Como fazê-lo?!
Uma vez por ano, pelo menos, quanto a mim, cara metade e criação, tentamos refrescar as peles, incluindo sempre que possível, uma praia, permitindo as carnes apanharem sol com moderação e um pouquinho de água salgada.
Claro está, que a praia não faz parte deste espaço, mas depois das carnes largarem o sol, fez-se o regresso à capital do feijão frade, e como que em jeito de matar saudades, de fininha fiz o regresso.
Uma volta que permitisse ver e pesquisar o possível, não endurecendo muito o rabo, pois o calo vai sem nos apercebermos indo aos poucos.
Como está tudo no tempo de analisar, pesquisar, e fazer os trabalhos de casa para as organizações que se aproximam, a terra que absorve o presunto curado foi a minha escolha.
Atalaia do campo.
Muito provavelmente irei incluir a paragem de comboio de castelo Novo, no roteiro do passeio pedestre da feira do feijão, versão 2016.
Saí da Lardosa um pouco tarde; 10 da manhã; o dia desta manhã nem se apresentou muito quente, daí permitindo este atrasado horário.
A calma matutina, reflecte bem a estação do ano em que nos encontramos; favorável neste dia.
Diga-se alguns percalços vou ter transpor, mas à semelhança dos anos transactos, a X edição dos passeios com certeza vai ter a qualidade que merece para VOS poder receber.
Soalheira, alarguei a volta ao alto da Lousa, Escalos e minha terra Natal.
Alcains e nas terras por onde passei é notório nesta altura os filhos da terra que lá longe regressam numa curta paragem, para junto dos seus, festejarem com saúde o regresso do emigrante.
A hora ia andando, as peles com sal aquecendo, e a hora do refresco aproximava-se.
Uma voltinha engraçada, a dar início ao fim das férias, férias estas com as carnes ao sal de curta duração.
Vamos ver se a praia nos recebe mais um dia ou dois...
E depois, bem depois, falemos de coisas diferentes...
Meus amigos e amigas, brevemente todas as informações disponíveis e necessárias para comodamente se quiseres aparecer nos passeios de pasteleiras(1 de outubro) e passeio pedestre(2 de outubro), atreve-te.
Boas férias se for o caso e divirtam-se
Pinto Infante
domingo, 31 de julho de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
...começa a cheirar...
Pensando eu que me ia juntar ao resto da tropa para mais uma 5ª feira desportiva, cada um resolveu pedalar, correr , e jogar à bola à hora que lhe apeteceu.
Assim, e como não aparecia ninguém, fui fazer a volta saloia de Castelo Branco.
Saí do Zuhay pelas 08H50´ .
Desci até à estrada do Salgueiro. Decidi sair por este lado, por ainda com pernas frescas, o VT(vento nas trombas) ser de frente, aproveitando a boleia para o final e para me facilitar a vida com ele favorável.
Caféde e logo a seguir a Póvoa de Rio de Moinhos.
O espelho de água na sua beleza natural deu por mim com algum vento a acalmar o pouco calor que fazia pela manhã.
Ao passar o lago, deparei-me com um Sr.º Valente, pessoa idónea de idade e carácter, que fiz questão de registar, pois só mesmo os menos jovens se lembram de transportar paus e serrotes nestas condições...
Quanto a mim, na minha pedalada, passei por ele sensibilizando-o para os perigos, mas torcer esta gente não é fácil!!!!
Rapidamente, o meu pensamento foi outro.
Passei por alguns campos de cultivo, e reparem com o que me deparei:
Seria feijão, grão ou pão!!!???
Aquela ervinha, juntamente com a bicicleta, os antigos!!!!
Ainda a chegada à Lardosa.
Bem isto de facto começa a cheirar a qualquer coisa...
Alto da Lousa, Escalos de Baixo e Castelo Branco.
Muito boa e agradável volta; Penso desde Fátima não dar uma de fininha.
54 kms à medida desta 5ª feira, com cheiro a feijão...
Ou seria pasteleiras???!!!
Se calhar gentes bonitas que ano após ano visitam a Lardosa.
Comecem a prepara-las.
Boas férias, se for o caso e divirtam-se sem travões...
Pinto, o Infante
Assim, e como não aparecia ninguém, fui fazer a volta saloia de Castelo Branco.
Saí do Zuhay pelas 08H50´ .
Desci até à estrada do Salgueiro. Decidi sair por este lado, por ainda com pernas frescas, o VT(vento nas trombas) ser de frente, aproveitando a boleia para o final e para me facilitar a vida com ele favorável.
Caféde e logo a seguir a Póvoa de Rio de Moinhos.
O espelho de água na sua beleza natural deu por mim com algum vento a acalmar o pouco calor que fazia pela manhã.
Ao passar o lago, deparei-me com um Sr.º Valente, pessoa idónea de idade e carácter, que fiz questão de registar, pois só mesmo os menos jovens se lembram de transportar paus e serrotes nestas condições...
Quanto a mim, na minha pedalada, passei por ele sensibilizando-o para os perigos, mas torcer esta gente não é fácil!!!!
Rapidamente, o meu pensamento foi outro.
Passei por alguns campos de cultivo, e reparem com o que me deparei:
Seria feijão, grão ou pão!!!???
Aquela ervinha, juntamente com a bicicleta, os antigos!!!!
Ainda a chegada à Lardosa.
Bem isto de facto começa a cheirar a qualquer coisa...
Alto da Lousa, Escalos de Baixo e Castelo Branco.
Muito boa e agradável volta; Penso desde Fátima não dar uma de fininha.
54 kms à medida desta 5ª feira, com cheiro a feijão...
Ou seria pasteleiras???!!!
Se calhar gentes bonitas que ano após ano visitam a Lardosa.
Comecem a prepara-las.
Boas férias, se for o caso e divirtam-se sem travões...
Pinto, o Infante
segunda-feira, 11 de julho de 2016
...parabéns aos Tugas e à A.C.I.N...
Antes de mais agradeço a A.C.I.N. o convite que anualmente me endereça, para fazer parte da mobília.

E vão onze anos a pedalar, criar, percorrer, e com uma estrutura maciça me parece que vão durar mais.
Entre associados , convidados(o meu caso), amigos e família, o dia dez de julho, esta rapaziada celebra este dia em torno dum passeio, convívio e conversatas de histórias que vão ficando registadas na alembradura de cada um.
Se calhar, e se recordarmos todos os anos vemos que desde o início e embora não sendo membro associado, quase os mesmos nos sentamos à mesa.
Uma associação que ano após ano, trás para a Beira/Raia gentes que aparecem um pouco de todo o lado do país.
De inicio cem, depois duzentos, trezentos e agora já vão nos 800 participantes.
Desta vez, quanto a mim, só participei na 2ª parte.
Após uma violenta queda na 4ª feira, não de bike, penso e sinto o chassi empenado levando a que pedalasse à defesa, aguardando as melhoras das costas.
Assim, pela uma hora da tarde, os participantes, amigos e associados, sentamo-nos à mesa, onde a sardinhada acompanhada da grelhada mista bem regadio anteviam uma festa maravilhosa que esperávamos para a noite.
Dos presentes é notório a falta de um habitué, que tal como eu, já fazíamos parte da mobília, e que por razões já sabidas, a bicicleta ficou para 2º plano.
Um grande abraço ao Cabaço.
Depois, realçar que se à noite a honra e bravura dos Tuga chegaria naturalmente, o dia e semana foi de enorme festa para o desporto Nacional.
Um domingo como outro qualquer outro, mas com a particularidade na vertente desportiva ser marcante para os TUGAS catano:
- Atletismo;
-Canoagem;
- Ciclismo;
- E no futebol;
O Homem bem tinha razão:
Perder ou ganhar, é igual; a cara com que se fica é que é diferente...
À França até ganhamos com uma perna às costas!!!(ganda Ronaldo e companhia)
Parabéns Portugal e aos atletas portugueses que levam o desporto Nacional por esse mundo fora.
Parabéns à A.C.I.N., porque de uma forma ou outra inscrevem a zona da Raia no calendário de desporto do roda grossa e fininha
Para o ano se quiserem convidem-me, porque é sempre um prazer fazer parte destes jarrões...
Aquele, o de sempre...
Pinto Infante

E vão onze anos a pedalar, criar, percorrer, e com uma estrutura maciça me parece que vão durar mais.
Entre associados , convidados(o meu caso), amigos e família, o dia dez de julho, esta rapaziada celebra este dia em torno dum passeio, convívio e conversatas de histórias que vão ficando registadas na alembradura de cada um.
Se calhar, e se recordarmos todos os anos vemos que desde o início e embora não sendo membro associado, quase os mesmos nos sentamos à mesa.
Uma associação que ano após ano, trás para a Beira/Raia gentes que aparecem um pouco de todo o lado do país.
De inicio cem, depois duzentos, trezentos e agora já vão nos 800 participantes.
Desta vez, quanto a mim, só participei na 2ª parte.
Após uma violenta queda na 4ª feira, não de bike, penso e sinto o chassi empenado levando a que pedalasse à defesa, aguardando as melhoras das costas.
Assim, pela uma hora da tarde, os participantes, amigos e associados, sentamo-nos à mesa, onde a sardinhada acompanhada da grelhada mista bem regadio anteviam uma festa maravilhosa que esperávamos para a noite.
Dos presentes é notório a falta de um habitué, que tal como eu, já fazíamos parte da mobília, e que por razões já sabidas, a bicicleta ficou para 2º plano.
Um grande abraço ao Cabaço.
Depois, realçar que se à noite a honra e bravura dos Tuga chegaria naturalmente, o dia e semana foi de enorme festa para o desporto Nacional.
Um domingo como outro qualquer outro, mas com a particularidade na vertente desportiva ser marcante para os TUGAS catano:
- Atletismo;
-Canoagem;
- Ciclismo;
- E no futebol;
O Homem bem tinha razão:
..."só saio daqui dia 11 de julho com o caneco debaixo do braço"...
Isto de se perder ou ganhar tem lá que se lhe diga...Perder ou ganhar, é igual; a cara com que se fica é que é diferente...
À França até ganhamos com uma perna às costas!!!(ganda Ronaldo e companhia)
Parabéns Portugal e aos atletas portugueses que levam o desporto Nacional por esse mundo fora.
Parabéns à A.C.I.N., porque de uma forma ou outra inscrevem a zona da Raia no calendário de desporto do roda grossa e fininha
Para o ano se quiserem convidem-me, porque é sempre um prazer fazer parte destes jarrões...
Aquele, o de sempre...
Pinto Infante
sábado, 9 de julho de 2016
...de amizade, profissionalismo, se colocou a Sertã ao sol...
Uma ou duas vezes por ano, as coisas acontecem naturalmente.
Castelo Branco, Covilhã, Alcains, e agora a Sertã.
Em prol da amizade e desporto, desde que o serviço o permita, ora aqui ora acolá, vamos e ainda bem, recebendo na profissão sangue novo, de qualidade, porque os motivos são cada vez mais exigentes, desta vez, refiro-me em prol da bicicleta.
O cicerone desta vez, foi o colega de profissão e amigo das andanças, o Roque(Hélder Roque).
O cicerone delineou uma voltinha a rondar os vinte e poucos quilómetros, à medida de todos.
Nunca as minhas rodas grossas ou finas, tinham circulado nesta zona.
Já me tinham desde há muito adjectivado esta zona de belíssima para a prática do btt.
Em cerca de vinte kms, fui testemunha ocular desta verdade.
Um só senão neste dia.
A beleza ficara escondida nesta zona maravilhosa, que o Roque fez questão de demonstrar à malta.
Uma altura de calor esconde a beleza com toda a certeza verdiana que a primevera manifesta, mas foi possível sentir o que há por ali.
O convite, superiormente autorizado, para 4ª feira, a Sertã mostrar o seu melhor.
Nada melhor escolha, que o cachopo conhecedor e orientador para uma manhã excelente para a prática do btt, amizade, profissionalismo e confraternização.
Bicicleta, essa era o que menos importava.
Carrega na foto Pinto Infante:
Fomos 18 os que o serviço permitiu para participar neste dia.
Um tratamento VIP, pois fiquei a saber a tamanha qualidade dos trilhos que a Sertã possui.
Sob a batuta do Roque saímos da quartel general da Sertã.
Cedo me apercebi que os trilhos escolhidos incluíam, singles e como me contavam subidas atrás de descidas.
Uma zona de sobe e desce constante.
Até que as temperaturas não fossem as piores, mas nesta altura o calor e ainda mais na zona do pinhal é só assustador.
Os que costumam andar de fininha ou grossa, incentivavam os menos afoitos; Ninguém desistiu ou ficou para trás;
Toda a malta percebeu que este dia não era para andar de bicicleta; Também era, mas o principal objectivo era a confraternização, passando a bike para 2º ou mesmo 3º plano.
Carrega na foto:
Por lá, o meio dia aproximava-se, e o calor apertava; O Roque, penso que tudo planeado, nunca afastou muito o trilho da zona de laser, coisa que admirei com uma qualidade acima da média.
O pelotão após umas duas ou três frescas travessias de ribeiras, já nesta zona que intitulei zona de banhos, não resistiu e qual bike qual carbono qual quê???!!!
Tudo a banhos...
Brutal...

Um almoço com todos/as os colegas que de unma forma ou outra participaram e levaram por diante um simples passeio, que reafirmo, a bicicleta foi neste dia o que menos interessou.
Divertimento, convívio, passeio, mergulhos, enfim,,,que belo dia...
Agradeço a cedência das fotos ao Pires, Soares e ao Rodrigues..
Quando o serviço o permita, que tal outro!!!???
Agora virando um pouco a página, quero agradecer o convite da associação A.C.I.N. me endereçou para participar em mais um aniversário.
E vão 11
Amanhã a convite da ACIN irei participar neste 11º aniversário
Parabéns A.C.I.N., continuem a pedalar, a criar, a levar a Beira por terras deste nosso Portugal fora.
Já agora, por falar em Portugal:
VAMOS A ELES CARAFO....
VIVAM OS TUGAS.
De profissão, aquele de sempre, desta vez com algum atraso no post...
Pinto Infante
Castelo Branco, Covilhã, Alcains, e agora a Sertã.
Em prol da amizade e desporto, desde que o serviço o permita, ora aqui ora acolá, vamos e ainda bem, recebendo na profissão sangue novo, de qualidade, porque os motivos são cada vez mais exigentes, desta vez, refiro-me em prol da bicicleta.
O cicerone desta vez, foi o colega de profissão e amigo das andanças, o Roque(Hélder Roque).
O cicerone delineou uma voltinha a rondar os vinte e poucos quilómetros, à medida de todos.
Nunca as minhas rodas grossas ou finas, tinham circulado nesta zona.
Já me tinham desde há muito adjectivado esta zona de belíssima para a prática do btt.
Em cerca de vinte kms, fui testemunha ocular desta verdade.
Um só senão neste dia.
A beleza ficara escondida nesta zona maravilhosa, que o Roque fez questão de demonstrar à malta.
Uma altura de calor esconde a beleza com toda a certeza verdiana que a primevera manifesta, mas foi possível sentir o que há por ali.
O convite, superiormente autorizado, para 4ª feira, a Sertã mostrar o seu melhor.
Nada melhor escolha, que o cachopo conhecedor e orientador para uma manhã excelente para a prática do btt, amizade, profissionalismo e confraternização.
Bicicleta, essa era o que menos importava.
Carrega na foto Pinto Infante:
Fomos 18 os que o serviço permitiu para participar neste dia.
Um tratamento VIP, pois fiquei a saber a tamanha qualidade dos trilhos que a Sertã possui.
Sob a batuta do Roque saímos da quartel general da Sertã.
Cedo me apercebi que os trilhos escolhidos incluíam, singles e como me contavam subidas atrás de descidas.
Uma zona de sobe e desce constante.
Até que as temperaturas não fossem as piores, mas nesta altura o calor e ainda mais na zona do pinhal é só assustador.
Os que costumam andar de fininha ou grossa, incentivavam os menos afoitos; Ninguém desistiu ou ficou para trás;
Toda a malta percebeu que este dia não era para andar de bicicleta; Também era, mas o principal objectivo era a confraternização, passando a bike para 2º ou mesmo 3º plano.
Carrega na foto:
Por lá, o meio dia aproximava-se, e o calor apertava; O Roque, penso que tudo planeado, nunca afastou muito o trilho da zona de laser, coisa que admirei com uma qualidade acima da média.
O pelotão após umas duas ou três frescas travessias de ribeiras, já nesta zona que intitulei zona de banhos, não resistiu e qual bike qual carbono qual quê???!!!
Tudo a banhos...
Brutal...
Brevemente coloco alguns filmes dos patos(Pintos e não só), na parvoeira e alegria que foi...
Fresquinhos, por dentro e por fora, aproximava-se a cereja em cima do bolo.
Uma sardinhada magnificamente servida por um restaurante local, que até a sardinha pingava para a broa....
UUUiIIII
A Sertã fica tão longe!!!
Um almoço com todos/as os colegas que de unma forma ou outra participaram e levaram por diante um simples passeio, que reafirmo, a bicicleta foi neste dia o que menos interessou.
Divertimento, convívio, passeio, mergulhos, enfim,,,que belo dia...
Agradeço a cedência das fotos ao Pires, Soares e ao Rodrigues..
Quando o serviço o permita, que tal outro!!!???
Agora virando um pouco a página, quero agradecer o convite da associação A.C.I.N. me endereçou para participar em mais um aniversário.
E vão 11
Amanhã a convite da ACIN irei participar neste 11º aniversário
Parabéns A.C.I.N., continuem a pedalar, a criar, a levar a Beira por terras deste nosso Portugal fora.
Já agora, por falar em Portugal:
VAMOS A ELES CARAFO....
VIVAM OS TUGAS.
De profissão, aquele de sempre, desta vez com algum atraso no post...
Pinto Infante
quinta-feira, 23 de junho de 2016
...de footing, às nhanhas no lago!!!...
5ª feira dia de desporto.
O dia pelas bandas da Lardosa, acordou envergonhado e cheio de nevoeiro quebrando a vontade que tinha para pedalar neste dia.
Para a fininha, a estrada coberta de nevoeiro tornava-se perigosa; Ora se normalmente é perigosa, com nevoeiro muito mais, para a grossa, hoje não apetecia.
Decidi calçar os sapatos sem encaixe, e ir abanar-me um pouco através dum footing.
Aproveitei ao chegar a Castelo Branco, as temperaturas matinais, e fui até ao lago da zona de lazer.
Um espaço muito agradável que a cidade possui levando a que esta zona constitua motivos para a prática de desporto, assim haja vontade e disposição.
Nesta altura do ano ano possui mais uma atracção, visto as piscinas municipais se encontrarem também neste espaço agora à disposição dos mais jovens ou toda a gente que se queira refrescar um pouco.
Pois...
Eu disse fui até ao lago.
Após me ter proposto a umas voltas ao lago, lembrei do episódio que se passou no dia de 4ª feira com o Cristiano Ronaldo, jogador fabuloso que o país e selecção possui, mas...
Sff joguem mais um pouquinho pela camisola que envergam.
Foi quando estava de regresso, que me lembrei:
Eh pá, lago, Cristiano Ronaldo, água, peixes, patinhos,...
Se calhar o microfone encontra-se por aqui!!!!
Procurei, procurei, e nada encontrei....
Viva Portugal...
Até já e vamos a eles carafo...
Pinto Infante
O dia pelas bandas da Lardosa, acordou envergonhado e cheio de nevoeiro quebrando a vontade que tinha para pedalar neste dia.
Para a fininha, a estrada coberta de nevoeiro tornava-se perigosa; Ora se normalmente é perigosa, com nevoeiro muito mais, para a grossa, hoje não apetecia.
Decidi calçar os sapatos sem encaixe, e ir abanar-me um pouco através dum footing.
Aproveitei ao chegar a Castelo Branco, as temperaturas matinais, e fui até ao lago da zona de lazer.
Um espaço muito agradável que a cidade possui levando a que esta zona constitua motivos para a prática de desporto, assim haja vontade e disposição.
Nesta altura do ano ano possui mais uma atracção, visto as piscinas municipais se encontrarem também neste espaço agora à disposição dos mais jovens ou toda a gente que se queira refrescar um pouco.
Pois...
Eu disse fui até ao lago.
Após me ter proposto a umas voltas ao lago, lembrei do episódio que se passou no dia de 4ª feira com o Cristiano Ronaldo, jogador fabuloso que o país e selecção possui, mas...
Sff joguem mais um pouquinho pela camisola que envergam.
Foi quando estava de regresso, que me lembrei:
Eh pá, lago, Cristiano Ronaldo, água, peixes, patinhos,...
Se calhar o microfone encontra-se por aqui!!!!
Procurei, procurei, e nada encontrei....
Viva Portugal...
Até já e vamos a eles carafo...
Pinto Infante
domingo, 19 de junho de 2016
...o concretizar de mais um projeto...
Saí profissionalmente da cidade de Portalegre em 2009.
A alma veio, mas a amizade, empatia e consideração ficou com muitos alentejanos.
Como que em jeito de promessa, à semelhança da ligação entre Lisboa e Castelo Branco há uns anos, deixei no sapato a ligação de BTT entre a cidade de Portalegre e Castelo Branco. De fininha, percorri várias vezes esta distância, ficando a grossa no goto...
Ano após ano, tenho lançado este desafio a quem me quisesse acompanhar.
Em vão.
A intenção ideal seria fazer a distância de 92 kms na primavera, pois as cores primaveris e temperatura, seriam as ideais, mas...
Aproveitando o facto das temperaturas desta semana se manifestarem amenas, e a companhia a mesma quase de sempre, 5ª feira dia 16 de junho escrevi história para o baú.
Decidi não adiar mais, e a solo, como diz o Tony Carreira, "eu e a minha guitarra"( entenda-se eu e a minha bicicleta), ou agora, ou nunca mais concretizo este desafio.
Os colegas e amigos Matroca e Pires até me acompanhavam até Nisa, mas nesta 5ª feira a peregrinação militar a Fátima, fez com que estes amigos também não me fizessem companhia.
Com juízo no sitio, absorvendo em pleno dos perigos que envolvia esta tirada, a solo lá fui.
O amigo e colega de profissão, o Faia desde há muito se dispôs ir-me deixar ao Alentejo, ou a mais alguém caso assim fosse.
Pelas 6 da manhã, apanhei o Faia em Castelo Branco, e fomos até terras alentejanas.
O dia acordava frio, levando a que o impermeável me acompanhasse. 7 e pouco estava na cidade de Portalegre para ligar os castelos:
Castelo de Portalegre, Castelo de Marvão, Castelo de Vide e Castelo Branco. Dos dois trilhos em GPS que tenho, escolhi os que envolviam a passagem pelos castelos, pois constituem pontos de beleza.
Concentração absoluta, iniciei a aventura. O Faia veio embora, e eu, eu lá fui.
A saída foi de 8 kms em subida, coisa que me castigou um pouco, também fruto da ligação em pedestre entre Alcains e Castelo Branco dias dias antes.
Aos poucos a confiança dos trilhos vinham, sempre com olhar atento ao meu GPS; Existiram enganos com fartura.
Paisagens deslumbrantes esbarraram no meu olhar, mas imaginando se fosse na primavera...
Muitas recordações me passaram pela alma ao chegar à aldeia de Portagem e barragem da Apartadura. Noutros tempos, nos primórdios da bicicleta BTT, com um grupo de malta de Alcains fomos até aqui desfrutar com malta colega alentejana destes magníficos trilhos...
Decidi antes da tomada ao castelo de Marvão, comer a 2ª refeição do dia junto à ponte romana.
Que paraiso...
De Marvão a Castelo de Vide, o poder da mente militar foi obrigado a aparecer. O trilho envolveu muitas calçadas romanas, duríssimas em singles, desgastando brutalmente as minhas capacidades; confesso que afastei o GPS, em busca de uma estrada em asfalto para evitar este trilho.
Num ermo, se ao longo do percurso o cuidado e atenção estava sempre presente, por aqui só imperou o regime militar. Meteste-te nelas, agora aguenta-te...
UUFFF Castelo de Vide chegou finalmente aos 32 kms. Demorei uma eternidade nesta pequena ligação; os perigos constantes a isso obrigaram para não sofrer quedas ou mazelas...
Aqui, sem esperar, encontrei um colega de profissão, agora noutra situação, que me deu uma alegria muito boa em rever e do nada nos encontramos.
Começava a sentir fome novamente, e aproximava-me de Póvoa e Meadas.
Seria a paragem prevista; mas o desconhecido não prevê surpresas; a coisa que mais sempre temi no alentejo nas voltas com os colegas, foram as vacas ou touros...
A música ao km 45, dava lugar ao silêncio dos rodados da minha companheira, permitindo ao máximo ouvir algum mmmmmuuuuuuu...
Apareceu o dono do terreno onde circulava, e me alertou que as vacas todas marram!!!
Apreensivo, tive para lhe pedir boleia até Póvoa e Meadas, mas avisou-me que não tinha touros, e caso avistasse alguma vacas com crias, não me aproximasse.
Tinha que ser quase no fim do particular!!!
Cuidadosamente, e para evitar problemas, bati com os calcanhares no rabo 10 m....
Faltavam agora e recomposto, 30 kms para Vila Velha de Rodão, deixando assim o Alentejo.
Após reabastecer em Póvoa e Meadas, aproximavam-se as paredes de Nisa e VVRodão via Salavessa.
Um misto combinado de planícies alentejanas a contrastar com os montes da Beira Baixa; muito bonitas as vistas que vou guardar na memória e baú de recordações de mais um feito sob o slogan deste meu espaço.
Na Salavessa, encontrei um homem que reabasteceu o bidon de água em falta, aproveitando para perguntar se faltava muito para Vila velha de Rodão.
Dali a Rodão foi rápido e fácil, ressalvando a molha que me caíu em cima; um balde visto tratar-se de trovoadas.
Passei por locais únicos, como as fisgas do Tejo.
Eram duas da tarde quando deixei o Alentejo para trás.
Começava agora a fazer a derradeira etapa de montanha, mas por aqui os pneus da grossa já conheciam bem os buraquinhos.
Como os trilhos que levava no meu orientador já os conhecia, da Serrasqueira, optei por fazer em asfalto o resto da quilometragem até Castelo Branco.
A alma veio, mas a amizade, empatia e consideração ficou com muitos alentejanos.
Como que em jeito de promessa, à semelhança da ligação entre Lisboa e Castelo Branco há uns anos, deixei no sapato a ligação de BTT entre a cidade de Portalegre e Castelo Branco. De fininha, percorri várias vezes esta distância, ficando a grossa no goto...
Ano após ano, tenho lançado este desafio a quem me quisesse acompanhar.
Em vão.
A intenção ideal seria fazer a distância de 92 kms na primavera, pois as cores primaveris e temperatura, seriam as ideais, mas...
Aproveitando o facto das temperaturas desta semana se manifestarem amenas, e a companhia a mesma quase de sempre, 5ª feira dia 16 de junho escrevi história para o baú.
Decidi não adiar mais, e a solo, como diz o Tony Carreira, "eu e a minha guitarra"( entenda-se eu e a minha bicicleta), ou agora, ou nunca mais concretizo este desafio.
Os colegas e amigos Matroca e Pires até me acompanhavam até Nisa, mas nesta 5ª feira a peregrinação militar a Fátima, fez com que estes amigos também não me fizessem companhia.
Com juízo no sitio, absorvendo em pleno dos perigos que envolvia esta tirada, a solo lá fui.
O amigo e colega de profissão, o Faia desde há muito se dispôs ir-me deixar ao Alentejo, ou a mais alguém caso assim fosse.
Pelas 6 da manhã, apanhei o Faia em Castelo Branco, e fomos até terras alentejanas.
O dia acordava frio, levando a que o impermeável me acompanhasse. 7 e pouco estava na cidade de Portalegre para ligar os castelos:
Castelo de Portalegre, Castelo de Marvão, Castelo de Vide e Castelo Branco. Dos dois trilhos em GPS que tenho, escolhi os que envolviam a passagem pelos castelos, pois constituem pontos de beleza.
Concentração absoluta, iniciei a aventura. O Faia veio embora, e eu, eu lá fui.
A saída foi de 8 kms em subida, coisa que me castigou um pouco, também fruto da ligação em pedestre entre Alcains e Castelo Branco dias dias antes.
Aos poucos a confiança dos trilhos vinham, sempre com olhar atento ao meu GPS; Existiram enganos com fartura.
Paisagens deslumbrantes esbarraram no meu olhar, mas imaginando se fosse na primavera...
Muitas recordações me passaram pela alma ao chegar à aldeia de Portagem e barragem da Apartadura. Noutros tempos, nos primórdios da bicicleta BTT, com um grupo de malta de Alcains fomos até aqui desfrutar com malta colega alentejana destes magníficos trilhos...
Decidi antes da tomada ao castelo de Marvão, comer a 2ª refeição do dia junto à ponte romana.
Que paraiso...
De Marvão a Castelo de Vide, o poder da mente militar foi obrigado a aparecer. O trilho envolveu muitas calçadas romanas, duríssimas em singles, desgastando brutalmente as minhas capacidades; confesso que afastei o GPS, em busca de uma estrada em asfalto para evitar este trilho.
Num ermo, se ao longo do percurso o cuidado e atenção estava sempre presente, por aqui só imperou o regime militar. Meteste-te nelas, agora aguenta-te...
UUFFF Castelo de Vide chegou finalmente aos 32 kms. Demorei uma eternidade nesta pequena ligação; os perigos constantes a isso obrigaram para não sofrer quedas ou mazelas...
Aqui, sem esperar, encontrei um colega de profissão, agora noutra situação, que me deu uma alegria muito boa em rever e do nada nos encontramos.
Começava a sentir fome novamente, e aproximava-me de Póvoa e Meadas.
Seria a paragem prevista; mas o desconhecido não prevê surpresas; a coisa que mais sempre temi no alentejo nas voltas com os colegas, foram as vacas ou touros...
A música ao km 45, dava lugar ao silêncio dos rodados da minha companheira, permitindo ao máximo ouvir algum mmmmmuuuuuuu...
Apareceu o dono do terreno onde circulava, e me alertou que as vacas todas marram!!!
Apreensivo, tive para lhe pedir boleia até Póvoa e Meadas, mas avisou-me que não tinha touros, e caso avistasse alguma vacas com crias, não me aproximasse.
Tinha que ser quase no fim do particular!!!
Cuidadosamente, e para evitar problemas, bati com os calcanhares no rabo 10 m....
Faltavam agora e recomposto, 30 kms para Vila Velha de Rodão, deixando assim o Alentejo.
Após reabastecer em Póvoa e Meadas, aproximavam-se as paredes de Nisa e VVRodão via Salavessa.
Um misto combinado de planícies alentejanas a contrastar com os montes da Beira Baixa; muito bonitas as vistas que vou guardar na memória e baú de recordações de mais um feito sob o slogan deste meu espaço.
Na Salavessa, encontrei um homem que reabasteceu o bidon de água em falta, aproveitando para perguntar se faltava muito para Vila velha de Rodão.
Dali a Rodão foi rápido e fácil, ressalvando a molha que me caíu em cima; um balde visto tratar-se de trovoadas.
Passei por locais únicos, como as fisgas do Tejo.
Eram duas da tarde quando deixei o Alentejo para trás.
Começava agora a fazer a derradeira etapa de montanha, mas por aqui os pneus da grossa já conheciam bem os buraquinhos.
Como os trilhos que levava no meu orientador já os conhecia, da Serrasqueira, optei por fazer em asfalto o resto da quilometragem até Castelo Branco.
Cheguei igual como comecei, direitinho, com sentimento brutal de mais um desafio, este um pouco diferente dos habituais, pois sozinho conquistei mais uma etapa que tenho que admitir em certas zonas se tornou algo robusta.
Uma logística algo fácil, em que hora a hora o meu colega Araújo recebia informação da localização, viagem e se tudo estava a correr como planeado, e ele também possuía o trilho, não fosse o "diabo"acontecer.
Ao Faia um agradecimento especial, pois sem ele ou outro como ele, não conseguia realizar este "sonho".
Fã e admirador destas grandes aventuras, o próximo está a ser preparado...
Aquele, o de sempre...
Trilho GPS
Trilho GPS
Pinto Infante
terça-feira, 14 de junho de 2016
...de memórias à realidade...
Os anos passam, o vento sopra, os cães ladram e a/s caravanas vão passando...
Lembrei-me de iniciar o post de hoje desta forma, por diversas razões.
Os anos passam:
Sem querer vamos ficando menos jovens, levando a que aos poucos e falo por mim, passando por locais que fizeram parte doutros tempos, que por muito ou pouco passe por ali ou acolá, recordo sempre histórias marcantes da minha infância.
O vento sopra...
O vento que leva histórias, memórias, mas que o corpo teima em resistir, e ainda bem às primaveras que nos leva a alma, mas não as memórias...
A alma cada vez mais enriquecida pelos cursos que a vida nos vai bafejando de uma forma ou outra.
Os cães ladram e a caravana passa...
Muitas parvoeiras ouvimos por aí...
O que fica?!
Ficam as histórias para quem as queira ouvir e contar, seja dos tempos de agora, ou de outrora...
Talvez uns existam, outros vão, outros resistem a histórias que o tempo apaga...
Mas que raio de prosa estou eu hoje para aqui a escrever???!!!
Tudo tem forma para este post;
Hoje dia 14 de junho, dia mundial do dador de sangue, decidi espremer o meu, e através de memórias, desci à realidade.
Diziam os menos jovens que eu, que antigamente uma sardinha era para quatro, e de Alcains a Castelo Branco e outras terras mais, se circulava a pé ou caso a houvesse, de bicicleta.
Isso mesmo.
Neste dia mundial do sangue, decidi pelas 6 e pouco da manhã, ir até à minha terra Natal(a simpática terra da canzoada), deixar a minha montada a gasolina na sede do meu serviço, e ir até castelo Branco à antiga, ou seja, a pé.
Jamais em tempo algum pensei em ir trabalhar a pé, percorrendo uma distância destas!!!
Ora se antigamente se fazia este trajecto por obrigação, o ganha pão entenda-se, no dia de hoje juntei o ganha pão ao exercício físico.
UIII que maravilha...
A hora, o cheiro as vistas....que maravilha.
Saí pela Sta Apolónia, ermida de Alcains, que acode aos aflitos; Observar a árvore casamenteira, que belas recordações...
Quantas milhões de fotos foram aqui registadas nesta árvore!!!???
Segui pela estrada a fora até à conhecida pedra da légua.
Um verdadeiro calhau.
Uma imponente pedra sai neste lugarejo debaixo da terra , que lhe lhe atribuíram o nome de pedra da légua.
A seguir aos caçadores de Alcains era agora possível vislumbrar a cidade de Castelo Branco, local que me acolhe diariamente.
Davam as 8 da manhã.
Bom andamento, levou a que percorresse a rota completa até lá.
Virei ainda à esquerda no Garret´s, evitando a perigosa Nac. 18. Buenos, até às hortas do ribeiro, entrando no serviço a roçar as 10 da manhã, e a acusar algum cansaço físico, fruto das 15 kms e 330 metros que separaram Alcains de Castelo Branco.
Alegre, e feliz, pois relembrei momentos e locais únicos da minha vida, fiz desporto matinal agarrado às memórias do ganha pão, e que levaram a que me senti-se muito bem fazer este circuito.
Para a semana há mais com certeza, seja a mesma ou vice versa.
Aquele, o de sempre, revoltando o baú de memórias...
Pinto, o Infante
Lembrei-me de iniciar o post de hoje desta forma, por diversas razões.
Os anos passam:
Sem querer vamos ficando menos jovens, levando a que aos poucos e falo por mim, passando por locais que fizeram parte doutros tempos, que por muito ou pouco passe por ali ou acolá, recordo sempre histórias marcantes da minha infância.
O vento sopra...
O vento que leva histórias, memórias, mas que o corpo teima em resistir, e ainda bem às primaveras que nos leva a alma, mas não as memórias...
A alma cada vez mais enriquecida pelos cursos que a vida nos vai bafejando de uma forma ou outra.
Os cães ladram e a caravana passa...
Muitas parvoeiras ouvimos por aí...
O que fica?!
Ficam as histórias para quem as queira ouvir e contar, seja dos tempos de agora, ou de outrora...
Talvez uns existam, outros vão, outros resistem a histórias que o tempo apaga...
Mas que raio de prosa estou eu hoje para aqui a escrever???!!!
Tudo tem forma para este post;
Hoje dia 14 de junho, dia mundial do dador de sangue, decidi espremer o meu, e através de memórias, desci à realidade.
Diziam os menos jovens que eu, que antigamente uma sardinha era para quatro, e de Alcains a Castelo Branco e outras terras mais, se circulava a pé ou caso a houvesse, de bicicleta.
Isso mesmo.
Neste dia mundial do sangue, decidi pelas 6 e pouco da manhã, ir até à minha terra Natal(a simpática terra da canzoada), deixar a minha montada a gasolina na sede do meu serviço, e ir até castelo Branco à antiga, ou seja, a pé.
Jamais em tempo algum pensei em ir trabalhar a pé, percorrendo uma distância destas!!!
Ora se antigamente se fazia este trajecto por obrigação, o ganha pão entenda-se, no dia de hoje juntei o ganha pão ao exercício físico.
UIII que maravilha...
A hora, o cheiro as vistas....que maravilha.
Saí pela Sta Apolónia, ermida de Alcains, que acode aos aflitos; Observar a árvore casamenteira, que belas recordações...
Quantas milhões de fotos foram aqui registadas nesta árvore!!!???
Segui pela estrada a fora até à conhecida pedra da légua.
Um verdadeiro calhau.
Uma imponente pedra sai neste lugarejo debaixo da terra , que lhe lhe atribuíram o nome de pedra da légua.
A seguir aos caçadores de Alcains era agora possível vislumbrar a cidade de Castelo Branco, local que me acolhe diariamente.
Davam as 8 da manhã.
Bom andamento, levou a que percorresse a rota completa até lá.
Virei ainda à esquerda no Garret´s, evitando a perigosa Nac. 18. Buenos, até às hortas do ribeiro, entrando no serviço a roçar as 10 da manhã, e a acusar algum cansaço físico, fruto das 15 kms e 330 metros que separaram Alcains de Castelo Branco.
Alegre, e feliz, pois relembrei momentos e locais únicos da minha vida, fiz desporto matinal agarrado às memórias do ganha pão, e que levaram a que me senti-se muito bem fazer este circuito.
Para a semana há mais com certeza, seja a mesma ou vice versa.
Aquele, o de sempre, revoltando o baú de memórias...
Pinto, o Infante
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