5ª feira dia de desporto.
O dia pelas bandas da Lardosa, acordou envergonhado e cheio de nevoeiro quebrando a vontade que tinha para pedalar neste dia.
Para a fininha, a estrada coberta de nevoeiro tornava-se perigosa; Ora se normalmente é perigosa, com nevoeiro muito mais, para a grossa, hoje não apetecia.
Decidi calçar os sapatos sem encaixe, e ir abanar-me um pouco através dum footing.
Aproveitei ao chegar a Castelo Branco, as temperaturas matinais, e fui até ao lago da zona de lazer.
Um espaço muito agradável que a cidade possui levando a que esta zona constitua motivos para a prática de desporto, assim haja vontade e disposição.
Nesta altura do ano ano possui mais uma atracção, visto as piscinas municipais se encontrarem também neste espaço agora à disposição dos mais jovens ou toda a gente que se queira refrescar um pouco.
Pois...
Eu disse fui até ao lago.
Após me ter proposto a umas voltas ao lago, lembrei do episódio que se passou no dia de 4ª feira com o Cristiano Ronaldo, jogador fabuloso que o país e selecção possui, mas...
Sff joguem mais um pouquinho pela camisola que envergam.
Foi quando estava de regresso, que me lembrei:
Eh pá, lago, Cristiano Ronaldo, água, peixes, patinhos,...
Se calhar o microfone encontra-se por aqui!!!!
Procurei, procurei, e nada encontrei....
Viva Portugal...
Até já e vamos a eles carafo...
Pinto Infante
quinta-feira, 23 de junho de 2016
domingo, 19 de junho de 2016
...o concretizar de mais um projeto...
Saí profissionalmente da cidade de Portalegre em 2009.
A alma veio, mas a amizade, empatia e consideração ficou com muitos alentejanos.
Como que em jeito de promessa, à semelhança da ligação entre Lisboa e Castelo Branco há uns anos, deixei no sapato a ligação de BTT entre a cidade de Portalegre e Castelo Branco. De fininha, percorri várias vezes esta distância, ficando a grossa no goto...
Ano após ano, tenho lançado este desafio a quem me quisesse acompanhar.
Em vão.
A intenção ideal seria fazer a distância de 92 kms na primavera, pois as cores primaveris e temperatura, seriam as ideais, mas...
Aproveitando o facto das temperaturas desta semana se manifestarem amenas, e a companhia a mesma quase de sempre, 5ª feira dia 16 de junho escrevi história para o baú.
Decidi não adiar mais, e a solo, como diz o Tony Carreira, "eu e a minha guitarra"( entenda-se eu e a minha bicicleta), ou agora, ou nunca mais concretizo este desafio.
Os colegas e amigos Matroca e Pires até me acompanhavam até Nisa, mas nesta 5ª feira a peregrinação militar a Fátima, fez com que estes amigos também não me fizessem companhia.
Com juízo no sitio, absorvendo em pleno dos perigos que envolvia esta tirada, a solo lá fui.
O amigo e colega de profissão, o Faia desde há muito se dispôs ir-me deixar ao Alentejo, ou a mais alguém caso assim fosse.
Pelas 6 da manhã, apanhei o Faia em Castelo Branco, e fomos até terras alentejanas.
O dia acordava frio, levando a que o impermeável me acompanhasse. 7 e pouco estava na cidade de Portalegre para ligar os castelos:
Castelo de Portalegre, Castelo de Marvão, Castelo de Vide e Castelo Branco. Dos dois trilhos em GPS que tenho, escolhi os que envolviam a passagem pelos castelos, pois constituem pontos de beleza.
Concentração absoluta, iniciei a aventura. O Faia veio embora, e eu, eu lá fui.
A saída foi de 8 kms em subida, coisa que me castigou um pouco, também fruto da ligação em pedestre entre Alcains e Castelo Branco dias dias antes.
Aos poucos a confiança dos trilhos vinham, sempre com olhar atento ao meu GPS; Existiram enganos com fartura.
Paisagens deslumbrantes esbarraram no meu olhar, mas imaginando se fosse na primavera...
Muitas recordações me passaram pela alma ao chegar à aldeia de Portagem e barragem da Apartadura. Noutros tempos, nos primórdios da bicicleta BTT, com um grupo de malta de Alcains fomos até aqui desfrutar com malta colega alentejana destes magníficos trilhos...
Decidi antes da tomada ao castelo de Marvão, comer a 2ª refeição do dia junto à ponte romana.
Que paraiso...
De Marvão a Castelo de Vide, o poder da mente militar foi obrigado a aparecer. O trilho envolveu muitas calçadas romanas, duríssimas em singles, desgastando brutalmente as minhas capacidades; confesso que afastei o GPS, em busca de uma estrada em asfalto para evitar este trilho.
Num ermo, se ao longo do percurso o cuidado e atenção estava sempre presente, por aqui só imperou o regime militar. Meteste-te nelas, agora aguenta-te...
UUFFF Castelo de Vide chegou finalmente aos 32 kms. Demorei uma eternidade nesta pequena ligação; os perigos constantes a isso obrigaram para não sofrer quedas ou mazelas...
Aqui, sem esperar, encontrei um colega de profissão, agora noutra situação, que me deu uma alegria muito boa em rever e do nada nos encontramos.
Começava a sentir fome novamente, e aproximava-me de Póvoa e Meadas.
Seria a paragem prevista; mas o desconhecido não prevê surpresas; a coisa que mais sempre temi no alentejo nas voltas com os colegas, foram as vacas ou touros...
A música ao km 45, dava lugar ao silêncio dos rodados da minha companheira, permitindo ao máximo ouvir algum mmmmmuuuuuuu...
Apareceu o dono do terreno onde circulava, e me alertou que as vacas todas marram!!!
Apreensivo, tive para lhe pedir boleia até Póvoa e Meadas, mas avisou-me que não tinha touros, e caso avistasse alguma vacas com crias, não me aproximasse.
Tinha que ser quase no fim do particular!!!
Cuidadosamente, e para evitar problemas, bati com os calcanhares no rabo 10 m....
Faltavam agora e recomposto, 30 kms para Vila Velha de Rodão, deixando assim o Alentejo.
Após reabastecer em Póvoa e Meadas, aproximavam-se as paredes de Nisa e VVRodão via Salavessa.
Um misto combinado de planícies alentejanas a contrastar com os montes da Beira Baixa; muito bonitas as vistas que vou guardar na memória e baú de recordações de mais um feito sob o slogan deste meu espaço.
Na Salavessa, encontrei um homem que reabasteceu o bidon de água em falta, aproveitando para perguntar se faltava muito para Vila velha de Rodão.
Dali a Rodão foi rápido e fácil, ressalvando a molha que me caíu em cima; um balde visto tratar-se de trovoadas.
Passei por locais únicos, como as fisgas do Tejo.
Eram duas da tarde quando deixei o Alentejo para trás.
Começava agora a fazer a derradeira etapa de montanha, mas por aqui os pneus da grossa já conheciam bem os buraquinhos.
Como os trilhos que levava no meu orientador já os conhecia, da Serrasqueira, optei por fazer em asfalto o resto da quilometragem até Castelo Branco.
A alma veio, mas a amizade, empatia e consideração ficou com muitos alentejanos.
Como que em jeito de promessa, à semelhança da ligação entre Lisboa e Castelo Branco há uns anos, deixei no sapato a ligação de BTT entre a cidade de Portalegre e Castelo Branco. De fininha, percorri várias vezes esta distância, ficando a grossa no goto...
Ano após ano, tenho lançado este desafio a quem me quisesse acompanhar.
Em vão.
A intenção ideal seria fazer a distância de 92 kms na primavera, pois as cores primaveris e temperatura, seriam as ideais, mas...
Aproveitando o facto das temperaturas desta semana se manifestarem amenas, e a companhia a mesma quase de sempre, 5ª feira dia 16 de junho escrevi história para o baú.
Decidi não adiar mais, e a solo, como diz o Tony Carreira, "eu e a minha guitarra"( entenda-se eu e a minha bicicleta), ou agora, ou nunca mais concretizo este desafio.
Os colegas e amigos Matroca e Pires até me acompanhavam até Nisa, mas nesta 5ª feira a peregrinação militar a Fátima, fez com que estes amigos também não me fizessem companhia.
Com juízo no sitio, absorvendo em pleno dos perigos que envolvia esta tirada, a solo lá fui.
O amigo e colega de profissão, o Faia desde há muito se dispôs ir-me deixar ao Alentejo, ou a mais alguém caso assim fosse.
Pelas 6 da manhã, apanhei o Faia em Castelo Branco, e fomos até terras alentejanas.
O dia acordava frio, levando a que o impermeável me acompanhasse. 7 e pouco estava na cidade de Portalegre para ligar os castelos:
Castelo de Portalegre, Castelo de Marvão, Castelo de Vide e Castelo Branco. Dos dois trilhos em GPS que tenho, escolhi os que envolviam a passagem pelos castelos, pois constituem pontos de beleza.
Concentração absoluta, iniciei a aventura. O Faia veio embora, e eu, eu lá fui.
A saída foi de 8 kms em subida, coisa que me castigou um pouco, também fruto da ligação em pedestre entre Alcains e Castelo Branco dias dias antes.
Aos poucos a confiança dos trilhos vinham, sempre com olhar atento ao meu GPS; Existiram enganos com fartura.
Paisagens deslumbrantes esbarraram no meu olhar, mas imaginando se fosse na primavera...
Muitas recordações me passaram pela alma ao chegar à aldeia de Portagem e barragem da Apartadura. Noutros tempos, nos primórdios da bicicleta BTT, com um grupo de malta de Alcains fomos até aqui desfrutar com malta colega alentejana destes magníficos trilhos...
Decidi antes da tomada ao castelo de Marvão, comer a 2ª refeição do dia junto à ponte romana.
Que paraiso...
De Marvão a Castelo de Vide, o poder da mente militar foi obrigado a aparecer. O trilho envolveu muitas calçadas romanas, duríssimas em singles, desgastando brutalmente as minhas capacidades; confesso que afastei o GPS, em busca de uma estrada em asfalto para evitar este trilho.
Num ermo, se ao longo do percurso o cuidado e atenção estava sempre presente, por aqui só imperou o regime militar. Meteste-te nelas, agora aguenta-te...
UUFFF Castelo de Vide chegou finalmente aos 32 kms. Demorei uma eternidade nesta pequena ligação; os perigos constantes a isso obrigaram para não sofrer quedas ou mazelas...
Aqui, sem esperar, encontrei um colega de profissão, agora noutra situação, que me deu uma alegria muito boa em rever e do nada nos encontramos.
Começava a sentir fome novamente, e aproximava-me de Póvoa e Meadas.
Seria a paragem prevista; mas o desconhecido não prevê surpresas; a coisa que mais sempre temi no alentejo nas voltas com os colegas, foram as vacas ou touros...
A música ao km 45, dava lugar ao silêncio dos rodados da minha companheira, permitindo ao máximo ouvir algum mmmmmuuuuuuu...
Apareceu o dono do terreno onde circulava, e me alertou que as vacas todas marram!!!
Apreensivo, tive para lhe pedir boleia até Póvoa e Meadas, mas avisou-me que não tinha touros, e caso avistasse alguma vacas com crias, não me aproximasse.
Tinha que ser quase no fim do particular!!!
Cuidadosamente, e para evitar problemas, bati com os calcanhares no rabo 10 m....
Faltavam agora e recomposto, 30 kms para Vila Velha de Rodão, deixando assim o Alentejo.
Após reabastecer em Póvoa e Meadas, aproximavam-se as paredes de Nisa e VVRodão via Salavessa.
Um misto combinado de planícies alentejanas a contrastar com os montes da Beira Baixa; muito bonitas as vistas que vou guardar na memória e baú de recordações de mais um feito sob o slogan deste meu espaço.
Na Salavessa, encontrei um homem que reabasteceu o bidon de água em falta, aproveitando para perguntar se faltava muito para Vila velha de Rodão.
Dali a Rodão foi rápido e fácil, ressalvando a molha que me caíu em cima; um balde visto tratar-se de trovoadas.
Passei por locais únicos, como as fisgas do Tejo.
Eram duas da tarde quando deixei o Alentejo para trás.
Começava agora a fazer a derradeira etapa de montanha, mas por aqui os pneus da grossa já conheciam bem os buraquinhos.
Como os trilhos que levava no meu orientador já os conhecia, da Serrasqueira, optei por fazer em asfalto o resto da quilometragem até Castelo Branco.
Cheguei igual como comecei, direitinho, com sentimento brutal de mais um desafio, este um pouco diferente dos habituais, pois sozinho conquistei mais uma etapa que tenho que admitir em certas zonas se tornou algo robusta.
Uma logística algo fácil, em que hora a hora o meu colega Araújo recebia informação da localização, viagem e se tudo estava a correr como planeado, e ele também possuía o trilho, não fosse o "diabo"acontecer.
Ao Faia um agradecimento especial, pois sem ele ou outro como ele, não conseguia realizar este "sonho".
Fã e admirador destas grandes aventuras, o próximo está a ser preparado...
Aquele, o de sempre...
Trilho GPS
Trilho GPS
Pinto Infante
terça-feira, 14 de junho de 2016
...de memórias à realidade...
Os anos passam, o vento sopra, os cães ladram e a/s caravanas vão passando...
Lembrei-me de iniciar o post de hoje desta forma, por diversas razões.
Os anos passam:
Sem querer vamos ficando menos jovens, levando a que aos poucos e falo por mim, passando por locais que fizeram parte doutros tempos, que por muito ou pouco passe por ali ou acolá, recordo sempre histórias marcantes da minha infância.
O vento sopra...
O vento que leva histórias, memórias, mas que o corpo teima em resistir, e ainda bem às primaveras que nos leva a alma, mas não as memórias...
A alma cada vez mais enriquecida pelos cursos que a vida nos vai bafejando de uma forma ou outra.
Os cães ladram e a caravana passa...
Muitas parvoeiras ouvimos por aí...
O que fica?!
Ficam as histórias para quem as queira ouvir e contar, seja dos tempos de agora, ou de outrora...
Talvez uns existam, outros vão, outros resistem a histórias que o tempo apaga...
Mas que raio de prosa estou eu hoje para aqui a escrever???!!!
Tudo tem forma para este post;
Hoje dia 14 de junho, dia mundial do dador de sangue, decidi espremer o meu, e através de memórias, desci à realidade.
Diziam os menos jovens que eu, que antigamente uma sardinha era para quatro, e de Alcains a Castelo Branco e outras terras mais, se circulava a pé ou caso a houvesse, de bicicleta.
Isso mesmo.
Neste dia mundial do sangue, decidi pelas 6 e pouco da manhã, ir até à minha terra Natal(a simpática terra da canzoada), deixar a minha montada a gasolina na sede do meu serviço, e ir até castelo Branco à antiga, ou seja, a pé.
Jamais em tempo algum pensei em ir trabalhar a pé, percorrendo uma distância destas!!!
Ora se antigamente se fazia este trajecto por obrigação, o ganha pão entenda-se, no dia de hoje juntei o ganha pão ao exercício físico.
UIII que maravilha...
A hora, o cheiro as vistas....que maravilha.
Saí pela Sta Apolónia, ermida de Alcains, que acode aos aflitos; Observar a árvore casamenteira, que belas recordações...
Quantas milhões de fotos foram aqui registadas nesta árvore!!!???
Segui pela estrada a fora até à conhecida pedra da légua.
Um verdadeiro calhau.
Uma imponente pedra sai neste lugarejo debaixo da terra , que lhe lhe atribuíram o nome de pedra da légua.
A seguir aos caçadores de Alcains era agora possível vislumbrar a cidade de Castelo Branco, local que me acolhe diariamente.
Davam as 8 da manhã.
Bom andamento, levou a que percorresse a rota completa até lá.
Virei ainda à esquerda no Garret´s, evitando a perigosa Nac. 18. Buenos, até às hortas do ribeiro, entrando no serviço a roçar as 10 da manhã, e a acusar algum cansaço físico, fruto das 15 kms e 330 metros que separaram Alcains de Castelo Branco.
Alegre, e feliz, pois relembrei momentos e locais únicos da minha vida, fiz desporto matinal agarrado às memórias do ganha pão, e que levaram a que me senti-se muito bem fazer este circuito.
Para a semana há mais com certeza, seja a mesma ou vice versa.
Aquele, o de sempre, revoltando o baú de memórias...
Pinto, o Infante
Lembrei-me de iniciar o post de hoje desta forma, por diversas razões.
Os anos passam:
Sem querer vamos ficando menos jovens, levando a que aos poucos e falo por mim, passando por locais que fizeram parte doutros tempos, que por muito ou pouco passe por ali ou acolá, recordo sempre histórias marcantes da minha infância.
O vento sopra...
O vento que leva histórias, memórias, mas que o corpo teima em resistir, e ainda bem às primaveras que nos leva a alma, mas não as memórias...
A alma cada vez mais enriquecida pelos cursos que a vida nos vai bafejando de uma forma ou outra.
Os cães ladram e a caravana passa...
Muitas parvoeiras ouvimos por aí...
O que fica?!
Ficam as histórias para quem as queira ouvir e contar, seja dos tempos de agora, ou de outrora...
Talvez uns existam, outros vão, outros resistem a histórias que o tempo apaga...
Mas que raio de prosa estou eu hoje para aqui a escrever???!!!
Tudo tem forma para este post;
Hoje dia 14 de junho, dia mundial do dador de sangue, decidi espremer o meu, e através de memórias, desci à realidade.
Diziam os menos jovens que eu, que antigamente uma sardinha era para quatro, e de Alcains a Castelo Branco e outras terras mais, se circulava a pé ou caso a houvesse, de bicicleta.
Isso mesmo.
Neste dia mundial do sangue, decidi pelas 6 e pouco da manhã, ir até à minha terra Natal(a simpática terra da canzoada), deixar a minha montada a gasolina na sede do meu serviço, e ir até castelo Branco à antiga, ou seja, a pé.
Jamais em tempo algum pensei em ir trabalhar a pé, percorrendo uma distância destas!!!
Ora se antigamente se fazia este trajecto por obrigação, o ganha pão entenda-se, no dia de hoje juntei o ganha pão ao exercício físico.
UIII que maravilha...
A hora, o cheiro as vistas....que maravilha.
Saí pela Sta Apolónia, ermida de Alcains, que acode aos aflitos; Observar a árvore casamenteira, que belas recordações...
Quantas milhões de fotos foram aqui registadas nesta árvore!!!???
Segui pela estrada a fora até à conhecida pedra da légua.
Um verdadeiro calhau.
Uma imponente pedra sai neste lugarejo debaixo da terra , que lhe lhe atribuíram o nome de pedra da légua.
A seguir aos caçadores de Alcains era agora possível vislumbrar a cidade de Castelo Branco, local que me acolhe diariamente.
Davam as 8 da manhã.
Bom andamento, levou a que percorresse a rota completa até lá.
Virei ainda à esquerda no Garret´s, evitando a perigosa Nac. 18. Buenos, até às hortas do ribeiro, entrando no serviço a roçar as 10 da manhã, e a acusar algum cansaço físico, fruto das 15 kms e 330 metros que separaram Alcains de Castelo Branco.
Alegre, e feliz, pois relembrei momentos e locais únicos da minha vida, fiz desporto matinal agarrado às memórias do ganha pão, e que levaram a que me senti-se muito bem fazer este circuito.
Para a semana há mais com certeza, seja a mesma ou vice versa.
Aquele, o de sempre, revoltando o baú de memórias...
Pinto, o Infante
quarta-feira, 8 de junho de 2016
...na X das pasteleiras, só VOCÊS interessam...
Olá a todos/as.
O tempo sem nos darmos por ela vai passando, os eventos de vento em popa, os desafios vão-se concretizando, os passeios dominicais ou nas 5ªs feiras, acender a velinha, resta-me até ao fim do mês de junho concretizar um projeto, que provavelmente vai ser a próxima 5ª feira dia 16 de junho.
O projeto que ficou desde 2009 na minha alma.
Ligação BTT entre a cidade de Portalegre e a cidade de Castelo Branco.
Vamos ver,
Bem, mas falemos de coisas diferentes.

Vamos em meados de junho, e o mês de setembro está aí.
Pois, o mês de setembro e o mês de outubro...
Ah pois é...
E as pasteleiras;
E o passeio pedestre;
E o comboio;
Eh pá; Isto começa a cheirar a velharias que jazem penduradas algures nas nossa casas, mas a altura é agora de botar óleo ou mesmo revendo se necessário remendar algum furo, ou mesmo uma martelada na cavilha do crenque.
Por aqui às cambalhotas com elas, dei por mim com o aparelho de soldar na mão, máscara na cara e olhem no que deu!!!
Esta princezinha não vai andar na X edição das pasteleiras da Lardosa, embora esteja preparada para circular, vai apenas servir para exposição do meu espaço das pasteleiras.
Achei a ideia engraçada, e depois de soldar aqui, cortar acolá adicionei-lhe umas caixas que guardava no meu baú e velharias, e saiu isto.
Dia 1 de outubro de 2016 vai estar patente na X concentração das pasteleiras.
Pois...
Vamos para a X edição das pasteleiras/bicicletas antigas, e é desta simples forma que começo agora a fazer promoção a mais um evento com a minha assinatura, além do passeio pedestre, que este ano estou a reunir todos os esforços para que o pouca terra seja incluido no roteiro dia 2 de outubro de 2016.
Para já, se te apetecer e queiras, reserva na tua agenda, não esquecendo que o limite de participantes vai ser como sempre de 250 pasteleiras.
Novos rumos, novo petisco, novas gentes, não esquecendo como sempre, que neste passeio com a minha assinatura, só as pessoas interessam.
Meus Sr.ºs e minhas Sr.ªs cá VOS espero em outubro.
Aquele, o de sempre, a preparar a X edição.
Pinto, o Infante
O tempo sem nos darmos por ela vai passando, os eventos de vento em popa, os desafios vão-se concretizando, os passeios dominicais ou nas 5ªs feiras, acender a velinha, resta-me até ao fim do mês de junho concretizar um projeto, que provavelmente vai ser a próxima 5ª feira dia 16 de junho.
O projeto que ficou desde 2009 na minha alma.
Ligação BTT entre a cidade de Portalegre e a cidade de Castelo Branco.
Vamos ver,
Bem, mas falemos de coisas diferentes.

Vamos em meados de junho, e o mês de setembro está aí.
Pois, o mês de setembro e o mês de outubro...
Ah pois é...
E as pasteleiras;
E o passeio pedestre;
E o comboio;
Eh pá; Isto começa a cheirar a velharias que jazem penduradas algures nas nossa casas, mas a altura é agora de botar óleo ou mesmo revendo se necessário remendar algum furo, ou mesmo uma martelada na cavilha do crenque.
Por aqui às cambalhotas com elas, dei por mim com o aparelho de soldar na mão, máscara na cara e olhem no que deu!!!
Esta princezinha não vai andar na X edição das pasteleiras da Lardosa, embora esteja preparada para circular, vai apenas servir para exposição do meu espaço das pasteleiras.
Achei a ideia engraçada, e depois de soldar aqui, cortar acolá adicionei-lhe umas caixas que guardava no meu baú e velharias, e saiu isto.
Dia 1 de outubro de 2016 vai estar patente na X concentração das pasteleiras.
Pois...
Vamos para a X edição das pasteleiras/bicicletas antigas, e é desta simples forma que começo agora a fazer promoção a mais um evento com a minha assinatura, além do passeio pedestre, que este ano estou a reunir todos os esforços para que o pouca terra seja incluido no roteiro dia 2 de outubro de 2016.
Para já, se te apetecer e queiras, reserva na tua agenda, não esquecendo que o limite de participantes vai ser como sempre de 250 pasteleiras.
Novos rumos, novo petisco, novas gentes, não esquecendo como sempre, que neste passeio com a minha assinatura, só as pessoas interessam.
Meus Sr.ºs e minhas Sr.ªs cá VOS espero em outubro.
Aquele, o de sempre, a preparar a X edição.
Pinto, o Infante
sexta-feira, 3 de junho de 2016
...as memórias dos lagartos, 2ª parte...
O filme espetacurlarmente bem conseguido pelo Olegário.
Bem haja pela cedência.
Depois, bem depois vou-vos contar mais uma história, uma simples mas grande história acerca dos proprietários dos caminhos por onde GPS tem passado, mais concretamente GPS 2016.
Apesar de tudo tratado, tudo autorizado, tudo conversado, ainda assim surgiu uma aventura digna de memória dos presentes, que desde SACHO em punho, se tornou em risota alegria e colaboração, fazendo com que um sacho se tornasse ferramenta de selfie.
Como um dono, neste caso dona dum terreno , e depois de ter dado autorização de passagem da "ROTA DOS LAGARTOS" nos terrenos que tinha à sua guarda, a comunicação com o seu irmão, diga-se o HOMEM que anda por ali, falhou...
O homem apareceu, e...
Agora é que são elas!!!
-"onde é que está o caminho???!!
-"mostre lá aí onde está a minha rua"???!!!
BRUTAL...
A abordagem foi cruel, e pela comunicação algo violenta;
Depois, mas; mas depois....
O Sérgio, Araújo e companhia, nem cabiam neles...
Que grande aparato...
Desde:
-"quem são vocês"??
-"Quem vos deu autorização de andar aqui"???!!!
-Qual Pinto Infante, qual João"?!
Quem manda aqui sou eu...
Tudo se passou por ali, naquela tapada...
Comprovado em factos, eis as fotos que o Miguel e companhia registaram para contar uma real memória...
Vocês vêem para aqui mas é roubar...
A selfie de sacho em punho...
Claro está, que o cruel de inicio, depois simpático homem, percebeu que alguém já por ali havia passado para o GPS manifestar o trilho...
Algazarra total.
Uma história que apesar de todas as autorizações da responsável para se passar neste terreno, vai ficar marcado nesta rota dos lagartos para o Sérgio, o Miguel o Araújo, o Pedro e para o Gama.
Claro que este homem depois percebeu que só podia estar a falar com gente de bem, tornando a desorientação destes participantes em alegria colaborando depois com a orientação a ponto de indicar-lhes o trilho correcto.
Tenho a certeza que esta vai ficar para a memória destes participantes, pela maneira inédita que foram abordados, como foram tratados, e a maneira alegre como tudo acabou...
Deixo o testemunho do trabalho que dá organizar e colocar no terreno pessoas e participantes que não sabem onde andam, e ainda que com tudo autorizado se pode esbarrar nestes embates.
É por estas e por outras, que os passeios por onde tenho levado a malta ao longo destes anos em GPS, têem sofrido um apelo da minha parte:
Sff tentem compreender as coisas, e como os terrenos não são meus, apenas me pertencem sob autorização para o dia do passeio "ROTA DOS LAGARTOS, orientados por GPS.
Já o fiz pessoalmente, já o fiz no rescaldo da 1ª parte dos lagartos e faço outra vez.
Bem haja aos donos particulares e aos colegas deste desporto, tenham consideração por mim, e por estas gentes que são invadidas neste dias.
Pinto Infante
Bem haja pela cedência.
Depois, bem depois vou-vos contar mais uma história, uma simples mas grande história acerca dos proprietários dos caminhos por onde GPS tem passado, mais concretamente GPS 2016.
Apesar de tudo tratado, tudo autorizado, tudo conversado, ainda assim surgiu uma aventura digna de memória dos presentes, que desde SACHO em punho, se tornou em risota alegria e colaboração, fazendo com que um sacho se tornasse ferramenta de selfie.
Como um dono, neste caso dona dum terreno , e depois de ter dado autorização de passagem da "ROTA DOS LAGARTOS" nos terrenos que tinha à sua guarda, a comunicação com o seu irmão, diga-se o HOMEM que anda por ali, falhou...
O homem apareceu, e...
Agora é que são elas!!!
-"onde é que está o caminho???!!
-"mostre lá aí onde está a minha rua"???!!!
BRUTAL...
A abordagem foi cruel, e pela comunicação algo violenta;
Depois, mas; mas depois....
O Sérgio, Araújo e companhia, nem cabiam neles...
Que grande aparato...
Desde:
-"quem são vocês"??
-"Quem vos deu autorização de andar aqui"???!!!
-Qual Pinto Infante, qual João"?!
Quem manda aqui sou eu...
Tudo se passou por ali, naquela tapada...
Comprovado em factos, eis as fotos que o Miguel e companhia registaram para contar uma real memória...
Vocês vêem para aqui mas é roubar...
A selfie de sacho em punho...
Claro está, que o cruel de inicio, depois simpático homem, percebeu que alguém já por ali havia passado para o GPS manifestar o trilho...
Algazarra total.
Uma história que apesar de todas as autorizações da responsável para se passar neste terreno, vai ficar marcado nesta rota dos lagartos para o Sérgio, o Miguel o Araújo, o Pedro e para o Gama.
Claro que este homem depois percebeu que só podia estar a falar com gente de bem, tornando a desorientação destes participantes em alegria colaborando depois com a orientação a ponto de indicar-lhes o trilho correcto.
Tenho a certeza que esta vai ficar para a memória destes participantes, pela maneira inédita que foram abordados, como foram tratados, e a maneira alegre como tudo acabou...
Deixo o testemunho do trabalho que dá organizar e colocar no terreno pessoas e participantes que não sabem onde andam, e ainda que com tudo autorizado se pode esbarrar nestes embates.
É por estas e por outras, que os passeios por onde tenho levado a malta ao longo destes anos em GPS, têem sofrido um apelo da minha parte:
Sff tentem compreender as coisas, e como os terrenos não são meus, apenas me pertencem sob autorização para o dia do passeio "ROTA DOS LAGARTOS, orientados por GPS.
Já o fiz pessoalmente, já o fiz no rescaldo da 1ª parte dos lagartos e faço outra vez.
Bem haja aos donos particulares e aos colegas deste desporto, tenham consideração por mim, e por estas gentes que são invadidas neste dias.
Pinto Infante
domingo, 29 de maio de 2016
...a chama que nos guia...
Costumam ser números invulgares para as minhas normais pedaladas, mas quando a fé me move, tudo faço para a alcançar, seja na companhia de quem me queira acompanhar, seja a só.
Existem uns mais, outros menos católicos que outros, e nesta vertente cada um sabe de si.
Quanto a mim, existe muita, não sendo eu um praticante assíduo, mas acredito que qualquer coisa divino exista acima de nós.
Se é Ele, ou Ela, só mesmo a Deus pertence essa grandeza...
Quanto a mim, ano após ano, vou tentando percorrer a distância que separa Castelo Branco ou Lardosa até Ela, confessando-me com breves palavras, em completa paz de espirito uma velinha junto de uma Avé Maria na capelinha das aparições.
Pelo 5º ano, lancei o desafio aos meus colegas de profissão, e aos repetentes para irmos novamente manter a chama acesa.
Em princípio seria dia 3 de junho, mas depois houve em consequência das escalas necessidade de alterar para dia 27 de maio.
Toda a gente concordou, faltando apenas dois dos que iniciaram esta aventura.
Faltaram à chamada o Tomás Pires e o Simões. Reforçamos com três caloiros.
O Mendes, O Roque e o Gonçalves.
Ao todo 9 pedalantes.
2016, trouxe uma vertente nova, em virtude de contarmos com o apoio de toda a logística militar, coisa que muito nos facilitou a ida e regresso a Fátima.
Carrega na foto:
Este ano, e à semelhança dos outros anos, os voluntários(condutores) fizeram mais uma vez um trabalho excelente.Juntou-se ao Antunes e ao Lourenço, o Rosa.
A entidade patronal, este ano disponibilizou carro de apoio para geleiras e sacos, e para as bicicletas no regresso, disponibilizando ainda um mini autocarro de 20 lugares para nos trazer comodamente para Castelo Branco.
Fizemos o mesmo itinerário de 2014.
Castelo Branco/VVelha de Rodão/Nisa/Gavião/Abrantes/Entroncamento/T.Novas e Fátima, culminando num total de 170 kms.
Dos anos todos que fomos, foi o que melhor me senti, fruto dos treinos que efectuei.
Juntos saímos, juntos chegamos.
Após um banho retemperador, a mesa foi colocada permitindo a todos partilharmos do bom que cada um levava.
Como a fé, é o que nos guia, era hora de ir acender a chama junto Dela.
Cada um à sua maneira acendemos a vela, falamos, e refletimos um pouco, e contentes de mais um objectivo alcançado, regressamos à cidade que nos acolhe dia após dia.
2016, acabou com mais esta obstinação atingida.
Venha de lá 2017.
Não podia terminar o post dedicado à pedalada até N/Sr.ª Fátima, sem agradecer a incansável colaboração do Antunes, do Lourenço, do Rosa, agradecer aos companheiros que partilham ano após ano esta aventura comigo, e claro um muito bem haja ao Sr.º Comandante da GNR de Castelo Branco pela excelente colaboração de apoio logístico que este evento anual nos merece.
Bem haja.
Aquele, de sempre...
Pinto Infante
quarta-feira, 25 de maio de 2016
...a devoção da fé...
A poucos dias de ir acender a velinha na companhia dos repetentes que me acompanham até à N/Sr.ª de Fátima, dia 27 de maio de 2016, deixo um post daquilo que foi o último treino montado na fininha, 5ª feira dia 19 de maio.
Penso estar este ano à altura de efectuar os 170 kms que distanciam a cidade de Castelo Branco, e a cidade de Fátima.
Como a minha vida profissional não é a bicicleta, a quilometragem acima dos 100 kms, só nestas alturas é ultrapassada.
É uma distância que exige algum cuidado com a gestão do esforço e equilíbrio emocional.
Fazer 170 kms, embora a hora de chegada seja o menos importante, constitui sempre um esforço fora do normal.
A saída como quase sempre foi da Lardosa, e decidi visitar Monfortinho, via Ladoeiro e Zebreira.
Ao passar os Escalos de Cima , era notório o vento, que é sempre desagradável.
Tinha que insistir, mas desagradado de todo.
Desci a monheca, e na ponte da monheca a caminho do Ladoeiro, a bicicleta até para trás andava.
Horrível.
O dia com temperaturas boas, era assombrado pelo vento que atrapalha qualquer um que goste de pedalar; Constitui sempre umas forças adicionais.
Ainda assim, no Aravil virei à esquerda evitando Monfortinho, pois fiquei sem certezas se chegaria "vivo" à Lardosa.
Idanha, com o cravo da Sr.ª da Graça, vento de frente e até ao Oledo, a talega foi estimada..
Porra...
Ponte de São gens.
Aqui ao virar para o alto da Lousa, a coisa compôs-se um pouco.
Regressei novamente aos Escalos de Cima até Alcains.
Os quilómetros eram significativos.
Virei para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Não me apercebendo bem da respiração, aquele frio e chato vento sentia-o agora com a sensação de constipação, o que é muito mau.
Decidi ainda ir a Caféde, e depois barragem culminando na Lardosa às 13H10 com 100 kms.
Agora, chova, sol, cansado, preparado ou não, 6ª feira dia 27 de maio a devoção e fé há-de fazer com que a velinha seja acesa juntamente com uma avé Maria na companhia dos que me acompanham há cinco anos.
Vamos rezar que a N/Sr.ª nos proteja até lá, pedindo que nos brinde com boa viagem de ida e volta à cidade de Castelo Branco, após 169 kms até lá.
Aquele, o de sempre.
Pinto Infante
Penso estar este ano à altura de efectuar os 170 kms que distanciam a cidade de Castelo Branco, e a cidade de Fátima.
Como a minha vida profissional não é a bicicleta, a quilometragem acima dos 100 kms, só nestas alturas é ultrapassada.
É uma distância que exige algum cuidado com a gestão do esforço e equilíbrio emocional.
Fazer 170 kms, embora a hora de chegada seja o menos importante, constitui sempre um esforço fora do normal.
A saída como quase sempre foi da Lardosa, e decidi visitar Monfortinho, via Ladoeiro e Zebreira.
Ao passar os Escalos de Cima , era notório o vento, que é sempre desagradável.
Tinha que insistir, mas desagradado de todo.
Desci a monheca, e na ponte da monheca a caminho do Ladoeiro, a bicicleta até para trás andava.
Horrível.
O dia com temperaturas boas, era assombrado pelo vento que atrapalha qualquer um que goste de pedalar; Constitui sempre umas forças adicionais.
Ainda assim, no Aravil virei à esquerda evitando Monfortinho, pois fiquei sem certezas se chegaria "vivo" à Lardosa.
Idanha, com o cravo da Sr.ª da Graça, vento de frente e até ao Oledo, a talega foi estimada..
Porra...
Ponte de São gens.
Aqui ao virar para o alto da Lousa, a coisa compôs-se um pouco.
Regressei novamente aos Escalos de Cima até Alcains.
Os quilómetros eram significativos.
Virei para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Não me apercebendo bem da respiração, aquele frio e chato vento sentia-o agora com a sensação de constipação, o que é muito mau.
Decidi ainda ir a Caféde, e depois barragem culminando na Lardosa às 13H10 com 100 kms.
Agora, chova, sol, cansado, preparado ou não, 6ª feira dia 27 de maio a devoção e fé há-de fazer com que a velinha seja acesa juntamente com uma avé Maria na companhia dos que me acompanham há cinco anos.
Vamos rezar que a N/Sr.ª nos proteja até lá, pedindo que nos brinde com boa viagem de ida e volta à cidade de Castelo Branco, após 169 kms até lá.
Aquele, o de sempre.
Pinto Infante
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