Entenda-se 17,5º centígrados nos Escalos de Baixo;
17,5º nos Escalos de Cima.
Resolvemos nesta 5ª feira desportiva agrupar a 3, sendo um deles dos Escalos, os de Baixo.
Pinto Infante, o Araújo, Nelson Araújo e o Capinha, José Capinha.
Os "arrastões" que sob a batuta do Capinha fizeram desta manhã desportiva, uma manhã agradável de conversa, onde o que menos interessa como de costume, os kms.
Ora bem, como o Capinha é natural dos de Baixo, os Escalos de Baixo, saímos de Castelo Branco com horário algo tardio em virtude do serviço;
Ainda assim, pelo lanço grande seguimos com VT(vento nas trombas), pela nossa frente, sendo que depois fomos até à terra Natal do Capinha.
A temperatura era esquisita, motivo de brincadeira como sempre, os graus que estas duas terras possuem.
Os de Baixo, e os de Cima.
O Capinha no verão passado ficou atrapalhado quando lhe disse que na terra dele estavam 64º centígrados!!!
Tudo brincadeira claro...
A seguir, vieram os de Cima.
Mais galhofa...
Os que faltavam para os 35º, vinham dos de Cima...
A pagarmos a fartura da hora de saída, as 11H00´ já passavam.
Decidimos encurtar a volta pela minha terra Natal, Alcains, permitindo assim chegar ao meio dia ao serviço.
Foi ainda assim uma volta agradável, com gente agradável, numa manhã agradável e que os objectivos destas 5ªs feiras foram na totalidade alcançados;
A malta mexer-se, de preferência acompanhado.
Venham mais destas, ou outras, que a malta gosta...
Pinto, o Infante
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
...pelo jardim do meu quintal...
Talvez o dia mais frio desta semana, foi o escolhido para a minha folga de serviço.
Sorte tive. Além do dia mais frio, a sorte foi o vento não aparecer.
Esperei pelas nove da manhã, que as temperaturas ficassem mais amenas.
Furos quase resolvidos, e problemas da última suspensos, agarrei na grossa e à semelhança da 4ª feira passada fui por aí, com a diferença desta vez em ser uma volta calma que permitisse estar em casa antes do almoço.
Resolvi sair pelo "meu" quintal.
A barragem de Santa Águeda/Marateca.
Caminho 44, o monte do Visconde através da quinta da ordem.
Cedo me apercebi que estava a percorrer um trilho utilizado por um passeio de fitas. Resolvi segui-las até as perder.
O quintal está triste, em virtude das fracas chuvas caídas dos céus para esta altura do ano.
Não há água que faça com que este espelho de água possua a beleza que a caracteriza.
As cores tristes e desmaiadas, a pouca água, a notoriedades da barragem em baixo, enfim...
Ora seguindo as fitas, ora largando-as de quando em vez para ir quiçá ver alguma coisa do último do ano, segui até à Soalheira e Louriçal do Campo, local que escolhi na companhia da N/Sr.ª de Fátima para comer a minha sandocha do costume.
Uma Xl à maneira.
Depois parei num café bebericar a bica da manhã e a ideia de hoje seria seguir até ao Sobral do Campo e as Tinalhas a seguir.
Pela estrada da Oles subi sempre em asfalto até à estrada de São Vicente da Beira.
Bem diz o Lopes que até de mota custa quanto mais de bicicleta.
Bufa que até assopras...
Sem chegar a São Vicente e Sobral do Campo reparei no relógio da minha bicicleta, e até me apaguei!!!
Meio dia.
Ora porra. Se queria estar ao meio dia em casa, que raio fiz eu!!!!???
XXXiiii.
Lembrei de repente, que a hora do conta kms ainda anda com horário de verão!!!
Urso!!!!
Ainda assim, decidi descer para a Santa Águeda evitando assim provocar grandes acelerações para chegar bem disposto, e na companhia da outra metade almoçar descansado.
Decidi descer ao Veríssimo vindo pelos estradões e apanhar o asfalto no Zé Goulão, observando assim, as alterações produzidas pela mão do homem, neste caso em terrenos que já foram da família e conhecidos da Póvoa de Rio de Moinhos.
Pela 1ª vez estive no local de descargas, desta vez sem água...
Diria 4 metros de altura em falta de água...
Cruel a imagem;
Este bem precioso que teima em não aparecer para preencher e encher este bonito lago.
5ª feira se tudo correr como previsto, haverá mais...
Aquele, o de sempre...
Pinto, o Infante sem travões...
Sorte tive. Além do dia mais frio, a sorte foi o vento não aparecer.
Esperei pelas nove da manhã, que as temperaturas ficassem mais amenas.
Furos quase resolvidos, e problemas da última suspensos, agarrei na grossa e à semelhança da 4ª feira passada fui por aí, com a diferença desta vez em ser uma volta calma que permitisse estar em casa antes do almoço.
Resolvi sair pelo "meu" quintal.
A barragem de Santa Águeda/Marateca.
Caminho 44, o monte do Visconde através da quinta da ordem.
Cedo me apercebi que estava a percorrer um trilho utilizado por um passeio de fitas. Resolvi segui-las até as perder.
O quintal está triste, em virtude das fracas chuvas caídas dos céus para esta altura do ano.
Não há água que faça com que este espelho de água possua a beleza que a caracteriza.
As cores tristes e desmaiadas, a pouca água, a notoriedades da barragem em baixo, enfim...
Ora seguindo as fitas, ora largando-as de quando em vez para ir quiçá ver alguma coisa do último do ano, segui até à Soalheira e Louriçal do Campo, local que escolhi na companhia da N/Sr.ª de Fátima para comer a minha sandocha do costume.
Uma Xl à maneira.
Depois parei num café bebericar a bica da manhã e a ideia de hoje seria seguir até ao Sobral do Campo e as Tinalhas a seguir.
Pela estrada da Oles subi sempre em asfalto até à estrada de São Vicente da Beira.
Bem diz o Lopes que até de mota custa quanto mais de bicicleta.
Bufa que até assopras...
Sem chegar a São Vicente e Sobral do Campo reparei no relógio da minha bicicleta, e até me apaguei!!!
Meio dia.
Ora porra. Se queria estar ao meio dia em casa, que raio fiz eu!!!!???
XXXiiii.
Lembrei de repente, que a hora do conta kms ainda anda com horário de verão!!!
Urso!!!!
Ainda assim, decidi descer para a Santa Águeda evitando assim provocar grandes acelerações para chegar bem disposto, e na companhia da outra metade almoçar descansado.
Decidi descer ao Veríssimo vindo pelos estradões e apanhar o asfalto no Zé Goulão, observando assim, as alterações produzidas pela mão do homem, neste caso em terrenos que já foram da família e conhecidos da Póvoa de Rio de Moinhos.
Passavam na hora certa, agora sim poucos minutos das onze e meia, quando já me encontrava no paredão da Santa Águeda.
Uma temperatura excelente.
Entrei pelo sítio onde as obras e terraplanagens são visíveis, e circulei por terrenos onde desde há uns anos não me apercebi de tamanha gravidade....
Onde está a água!!!???Pela 1ª vez estive no local de descargas, desta vez sem água...
Diria 4 metros de altura em falta de água...
Cruel a imagem;
Este bem precioso que teima em não aparecer para preencher e encher este bonito lago.
5ª feira se tudo correr como previsto, haverá mais...
Aquele, o de sempre...
Pinto, o Infante sem travões...
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
...o regresso aos empenos...
O regresso às lides;
O regresso às saudades;
O regresso das avarias;
O regresso da minha montada preferida;
O regresso aos cheiros;
O regresso ao baú;
O regresso às sandochas XXLL;
O regresso ao monte;
O regresso aos empenos;
O regresso das grandes tiradas...
A forçar andamentos e lambonice que me tem acompanhado, tirei o dia para fazer o regresso daqueles dias em que as saudades eram enormes.
Poderia elaborar na companhia da minha secretária e PC uma volta mais plana, que não incluísse subida alguma, mas as cores outonais cativaram este regresso, pois as vistas a Norte da Lardosa, estão só maravilhosas.
Coloquei num dos meus companheiros, o meu gps uma volta ao monte.
A Gardunha.
Saí com um trilho de 2012.
Daqueles que guardo no meu baú, envolveu Vale da Torre, Zebras e em carreiro abaixo de Sintra da Beira, Alpedrinha fui até Vale Prazeres para subirrrrrrrrr até ao topo mais alto da Gardunha.
Perto de Alpedrinha, começavam os problemas de hoje.
O desgaste provável da pedaleira, davam lugar a paragem porque a avózinha embora paga, teimava em não entrar, consequência da torcedura que sofreu.
Resolve Pinto; Caixa de ferramentas fora da mochila e orienta-te...
A paddock funcionou na perfeição, a ponto de envolver abastecimento ao condutor, o 1º do dia.
Serra acima até Vale Prazeres, com a coordenada orientada à ferradura.
O ar fresco manifestava-se agora de forma diferente. Ao vislumbrar a serra da Estrela e iniciar a subida da ferradura, e ar era de uma brisa fria não tendo nada a ver com o ar do lado sul do monte.
Começavam os olhos a observar o pretendido.
O acastanhado da folhagem dos carvalhos, arvoredo em abundância por aqui era agora a paisagem minha companheira.
Lindo.
Aqui fazem lembrar as faias da Estrela.
Ao chegar à casa do Guarda de Alcongosta, aldeia que sempre caracterizei como aldeia presépio, desde 2012, as alterações são notórias.
A existência de bungalows foram novidade para mim.
Após conversa com os guardas da floresta que almoçavam por ali, fiquei a saber que são para alugar e têem grande afluência aos fins de semana.
Bonito.
Antenas começava a cheirá-las.
Problemas na subida; Um furito na roda de trás fazia com que a câmara de ar fosse para o sítio dela. Cadê o líquido???!!!
Pois...Há tanto tempo que não andava, que o líquido deve ter ido...
Sobe.
Se de um lado as vistas sobre a Cova da Beira são lindíssimas, a Santa Águeda/Marateca) não se fica atráz.
diria que o que difere é o ar mais fresco sendo haja talvez mais arvoredo a Norte.
Avistava Castelo Novo.
Na casa do guarda, sempre que por ali circulo, consigo uma chapa fabulosa.
Numa curva já a descer, ouço barulho esquisito na roda da frente e constante direcção pesada!!!!
Será???!!!
Furo desta vez na frente.
Tentei com sucesso a utilização do liquido em espuma.
Descida rápida como sempre até Louriçal, caminho dos moleiros e lar doce lar....
Maravilhoso dia este. 51 km de terapia, pensando em milhões de coisas da vida, sendo a que mais sobressaíu, os dias que há muito não passava em contacto com a Natureza.
Brevemente há mais, porque faias provavelmente....
Enfim....o regresso...
Pinto, o Infante
O regresso às saudades;
O regresso das avarias;
O regresso da minha montada preferida;
O regresso aos cheiros;
O regresso ao baú;
O regresso às sandochas XXLL;
O regresso ao monte;
O regresso aos empenos;
O regresso das grandes tiradas...
A forçar andamentos e lambonice que me tem acompanhado, tirei o dia para fazer o regresso daqueles dias em que as saudades eram enormes.
Poderia elaborar na companhia da minha secretária e PC uma volta mais plana, que não incluísse subida alguma, mas as cores outonais cativaram este regresso, pois as vistas a Norte da Lardosa, estão só maravilhosas.
Por incrível que pareça, fui ao baú e pesquisei um trilho de visita ao monte, absorvendo as cores dos castanheiros, castanho da Natureza, as árvores despidas fazendo jus à estação do ano em que nos encontramos, e tentando fazer um passeio, digno daqueles passeio que há muito não fazia, e que bem me lembrei quem me pôs à breda destas aventuras.
Os meus amigos alentejanos, Paulo Matroca, o Castela, o Pires entre outros.
Tu és parvo andares sozinho por aí, são sempre alguns comentários que ouço, de amigos ou colegas e às vezes até da outra metade.
Mas, quando há apetite, tem que se aproveitar e desfrutar desta belas paisagens que esbarram em nós.
Assim sendo, aproveitei a manhã quente e boa desta 4ª feira para ir por aí com a carga pronta para o que desse e viesse, desfrutar destes dias que em tempos me souberam tão bem.Coloquei num dos meus companheiros, o meu gps uma volta ao monte.
A Gardunha.
Saí com um trilho de 2012.
Daqueles que guardo no meu baú, envolveu Vale da Torre, Zebras e em carreiro abaixo de Sintra da Beira, Alpedrinha fui até Vale Prazeres para subirrrrrrrrr até ao topo mais alto da Gardunha.
Perto de Alpedrinha, começavam os problemas de hoje.
O desgaste provável da pedaleira, davam lugar a paragem porque a avózinha embora paga, teimava em não entrar, consequência da torcedura que sofreu.
Resolve Pinto; Caixa de ferramentas fora da mochila e orienta-te...
Serra acima até Vale Prazeres, com a coordenada orientada à ferradura.
O ar fresco manifestava-se agora de forma diferente. Ao vislumbrar a serra da Estrela e iniciar a subida da ferradura, e ar era de uma brisa fria não tendo nada a ver com o ar do lado sul do monte.
Começavam os olhos a observar o pretendido.
O acastanhado da folhagem dos carvalhos, arvoredo em abundância por aqui era agora a paisagem minha companheira.
Lindo.
Aqui fazem lembrar as faias da Estrela.
Ao chegar à casa do Guarda de Alcongosta, aldeia que sempre caracterizei como aldeia presépio, desde 2012, as alterações são notórias.
A existência de bungalows foram novidade para mim.
Após conversa com os guardas da floresta que almoçavam por ali, fiquei a saber que são para alugar e têem grande afluência aos fins de semana.
Bonito.
Antenas começava a cheirá-las.
Problemas na subida; Um furito na roda de trás fazia com que a câmara de ar fosse para o sítio dela. Cadê o líquido???!!!
Pois...Há tanto tempo que não andava, que o líquido deve ter ido...
Sobe.
Se de um lado as vistas sobre a Cova da Beira são lindíssimas, a Santa Águeda/Marateca) não se fica atráz.
diria que o que difere é o ar mais fresco sendo haja talvez mais arvoredo a Norte.
Avistava Castelo Novo.
Na casa do guarda, sempre que por ali circulo, consigo uma chapa fabulosa.
Numa curva já a descer, ouço barulho esquisito na roda da frente e constante direcção pesada!!!!
Será???!!!
Furo desta vez na frente.
Tentei com sucesso a utilização do liquido em espuma.
Descida rápida como sempre até Louriçal, caminho dos moleiros e lar doce lar....
Maravilhoso dia este. 51 km de terapia, pensando em milhões de coisas da vida, sendo a que mais sobressaíu, os dias que há muito não passava em contacto com a Natureza.
Brevemente há mais, porque faias provavelmente....
Enfim....o regresso...
Pinto, o Infante
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
...o filme do toque de ordem...
Depois de compilar as fotos, eis o filme possível da reunião profissional em Alcains
Toca a firme....
Pinto Infante
Toca a firme....
Pinto Infante
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
...uma pausa no trabalho...
Esta 3ª feira, a segurança fez uma pausa e converteu-se em manhã desportiva.
Pelo 3º ano consecutivo, sob a batuta do colega Almeida, com autorizações das hostes superiores, realizou-se mais um passeio btt calmo com objetivo definido de praticar desporto.
Só isso.
Quem pode e claro sem prejuízo para o serviço, a malta organiza-se para participar neste simples passeio, que este ano meti a colher na escolha do trilho.
A escolha do Almeida seria sair pela fonte Maria Rodrigues em que englobasse poucas subidas, permitindo aos colegas começar e acabar, bem dispostos e com vontade ainda de almoçarmos todos juntos, partilhando assim do apetitoso grelhado.
Ora se não existiam subidas, era até para mim o passeio ideal para vergar a teimosia que se tem abatido com a vontade de desfrutar os trilhos por aí...
Saímos então pelas piscinas de Alcains em direcção ao monte de São Luís.
Fiquei surpreendido com a qualidade dos trilhos, pois a quantidade de chuva que já caiu este ano, pensava tê-los tornado algo pesados e enlameados dificultando o passeio.
Belo.
Passamos pelos Escalos, em 1º lugar os de Baixo.
Em ascensão, até à rotunda do pneu, agora convertida em cruzamento triangular, foi sempre a subir...
Aqui, tínhamos decidido aconchegar o pessoal.
Umas sandochas boas e apetitosas taparam o roncar do estômago, que já dava sinais de vida...
Chegavam os outros Escalos; Os de cima.
perto do multiusos, preguei uma partida à malta, colocando o single de ligação ao largo de Stº Amaro no circuito.
Foi ver a malta perdida procurar onde iriam dar!!!
A hora aproximava-se do meio dia, com uma manhã solarenga, muito agradável para este ou outro tipo de manhãs.
Os kms percorridos foram os que menos interessaram, pois a malta gosta é de convivio e confraternização, e quando possível irmos aproveitando estes pequenos bocadinhos que a vida nos oferece.
Em Alcains por sinal local de saída e minha terra Natal, estava o quartel general à nossa espera.
Os que participaram, os que ajudaram, e os que sem poder participar, estiveram a olhar pela segurança, não puderam fazer uma pausa no trabalho.
Terminamos todos à mesma mesa, pois é esse o único objectivo destas manhãs desportivas.
Iniciar, pedalar e acabar tal qual como começamos.
Parabéns à Guarda Nacional Republicana, através do militar Almeida e sua equipa, pois é necessário haver sempre alguém a dar estes passos, neste caso, elaborar, uma pausa no trabalho.
Aquele, o de sempre, vamos a ver se é desta que a lambonice me abandona de vez...
Pinto, o Infante...
Pelo 3º ano consecutivo, sob a batuta do colega Almeida, com autorizações das hostes superiores, realizou-se mais um passeio btt calmo com objetivo definido de praticar desporto.
Só isso.
Quem pode e claro sem prejuízo para o serviço, a malta organiza-se para participar neste simples passeio, que este ano meti a colher na escolha do trilho.
A escolha do Almeida seria sair pela fonte Maria Rodrigues em que englobasse poucas subidas, permitindo aos colegas começar e acabar, bem dispostos e com vontade ainda de almoçarmos todos juntos, partilhando assim do apetitoso grelhado.
Ora se não existiam subidas, era até para mim o passeio ideal para vergar a teimosia que se tem abatido com a vontade de desfrutar os trilhos por aí...
Saímos então pelas piscinas de Alcains em direcção ao monte de São Luís.
Fiquei surpreendido com a qualidade dos trilhos, pois a quantidade de chuva que já caiu este ano, pensava tê-los tornado algo pesados e enlameados dificultando o passeio.
Belo.
Passamos pelos Escalos, em 1º lugar os de Baixo.
Em ascensão, até à rotunda do pneu, agora convertida em cruzamento triangular, foi sempre a subir...
Aqui, tínhamos decidido aconchegar o pessoal.
Umas sandochas boas e apetitosas taparam o roncar do estômago, que já dava sinais de vida...
Chegavam os outros Escalos; Os de cima.
perto do multiusos, preguei uma partida à malta, colocando o single de ligação ao largo de Stº Amaro no circuito.
Foi ver a malta perdida procurar onde iriam dar!!!
A hora aproximava-se do meio dia, com uma manhã solarenga, muito agradável para este ou outro tipo de manhãs.
Os kms percorridos foram os que menos interessaram, pois a malta gosta é de convivio e confraternização, e quando possível irmos aproveitando estes pequenos bocadinhos que a vida nos oferece.
Em Alcains por sinal local de saída e minha terra Natal, estava o quartel general à nossa espera.
Os que participaram, os que ajudaram, e os que sem poder participar, estiveram a olhar pela segurança, não puderam fazer uma pausa no trabalho.
Terminamos todos à mesma mesa, pois é esse o único objectivo destas manhãs desportivas.
Iniciar, pedalar e acabar tal qual como começamos.
Parabéns à Guarda Nacional Republicana, através do militar Almeida e sua equipa, pois é necessário haver sempre alguém a dar estes passos, neste caso, elaborar, uma pausa no trabalho.
Aquele, o de sempre, vamos a ver se é desta que a lambonice me abandona de vez...
Pinto, o Infante...
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
...uma aberta...
Vou considerando aos poucos, o ano de 2015, o ano da lambonice.
Há coisas que não têm explicação. Como é possível de um momento para o outro, a lambonice se ter apoderado da minha vontade de andar de bicicleta!!!???
Nos dias antes, a vontade....muita. De manhã levanto, olho para elas, e deixem-se estar que estão bem.
Ora, vontade existe, mas não é para as duas rodas; dedico-me ao desporto "pegal", ou seja, agarro nas pernas e vou montado nelas fazer footing ou uma caminhada.
Bicicletas, muito pouco.
Um dia deste consegui contrariar a lambonice, a coberto duma aberta, fui até ao Vale da torre e Soalheira.
35 kms.
Bom. Excelente.
O cheiro matinal, o mato e a caracterização do outono que se aproxima.
Começa a ser notório os tons acastanhados que os campos possuem.
O que decidi para este dia, foi incluir os terrenos particulares por onde o passeio pedestre 2015 passou, e tentar percorrer alguns buraquinhos para enriquecer o baú do último do ano de 2015.
Como para a rota do feijão deste inclui trilhos com alguns kms novos, remechi o baú e percorri-os de
de bicicleta.
São perfeitos para a circulação, sendo só necessária nova autorização dos donos para passagem.
Vale da Torre, e depois pelo monte das areias subi até ao apeadeiro da Soalheira.
Vislumbra-se o monte da Gardunha, este monte que há tanto tempo não recebe a minha visita...
Como os andamentos têm sido poucos ou nenhuns, o cançasso muscular dava início a alguma fadiga. Decidi, elaborar o regresso através alcatrão até à barragem da Stª Águeda/Marateca.
Uma voltinha que permitiu matar saudades do BTT, mas quero ver se alongo estas voltas, ou mesmo elaboro o regresso aos trilhos enriquecedores de baú, porque é este um dos desportos que fazem bem à terapia da malta.
Esta 5ª feira, se o São Pedro ajudar, o regresso ao asfalto na companhia da malta do serviço, na edição das 5ª feiras desportivas.
Pinto Infante
Há coisas que não têm explicação. Como é possível de um momento para o outro, a lambonice se ter apoderado da minha vontade de andar de bicicleta!!!???
Nos dias antes, a vontade....muita. De manhã levanto, olho para elas, e deixem-se estar que estão bem.
Ora, vontade existe, mas não é para as duas rodas; dedico-me ao desporto "pegal", ou seja, agarro nas pernas e vou montado nelas fazer footing ou uma caminhada.
Bicicletas, muito pouco.
Um dia deste consegui contrariar a lambonice, a coberto duma aberta, fui até ao Vale da torre e Soalheira.
35 kms.
Bom. Excelente.
O cheiro matinal, o mato e a caracterização do outono que se aproxima.
Começa a ser notório os tons acastanhados que os campos possuem.
O que decidi para este dia, foi incluir os terrenos particulares por onde o passeio pedestre 2015 passou, e tentar percorrer alguns buraquinhos para enriquecer o baú do último do ano de 2015.
Como para a rota do feijão deste inclui trilhos com alguns kms novos, remechi o baú e percorri-os de
de bicicleta.
São perfeitos para a circulação, sendo só necessária nova autorização dos donos para passagem.
Vale da Torre, e depois pelo monte das areias subi até ao apeadeiro da Soalheira.
Vislumbra-se o monte da Gardunha, este monte que há tanto tempo não recebe a minha visita...
Como os andamentos têm sido poucos ou nenhuns, o cançasso muscular dava início a alguma fadiga. Decidi, elaborar o regresso através alcatrão até à barragem da Stª Águeda/Marateca.
Uma voltinha que permitiu matar saudades do BTT, mas quero ver se alongo estas voltas, ou mesmo elaboro o regresso aos trilhos enriquecedores de baú, porque é este um dos desportos que fazem bem à terapia da malta.
Esta 5ª feira, se o São Pedro ajudar, o regresso ao asfalto na companhia da malta do serviço, na edição das 5ª feiras desportivas.
Pinto Infante
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
...rescaldo final...
Desta vez, guardei para um último rescaldo algumas palavras daquilo que foi mais um certame dedicado ao feijão, neste caso, o feijão frade da Lardosa, onde me incluo na organização do passeio de bicicletas antigas/pasteleiras e no passeio pedestre.
A IX edição do passeio de pasteleiras/bicicletas antigas teve mais uma vez contornos agradáveis. Um público maravilhoso que comigo abraça esta parvoeira de há uns anos a esta parte, sendo exigente para comigo próprio, tentar dar e oferecer a estas gentes algo diferente de ano para ano.
Coube à terra batida, receber a saída da malta em direcção à minha terra Natal.
Alcains.
Optei por regressar aos grelhados na quinta de um familiar meu a quem desde já endereço os meus agradecimentos pela cedência do magnífico espaço para a malta degustar a bela febra, entremeada, chouriça entre outros assados na brasa.
Bem haja Rui Lopes.
Antes, o Sr.º José Maria Lopes colaborou também em deixar passar a caravana pelo meio da sua agricultura, permitindo assim percorrer os bons trilhos que ligam estas duas terras.
Obrigado Sr.º Zé Maria.
Com pequeno almoço retemperador de calorias liquidas e sólidas, demos entrada em Alcains.
É sempre com emoção a entrada na minha terra Natal, pois além de conhecer muita gente, é com carinho também que dedico grande parte destas nove edições com passagem por lá, pois grande parte da caravana é de Alcains.
Uma palavra ao povo, que todos os anos sai à rua para ver as famílias passar, bicicletas a chiar, campainhas a fazer chinfrim, enfim é de facto uma festa ver as gentes da minha terra com alegria de ver a caravana.
Café, foi nas bombas da gasolina, no bar do Benfica, a quem agradeço a colaboração.
A seguir, a prova de queijos deste ano, decidi ir até à exploração agrícola do monte do carvão.
Para os mais chegados, monte do Zé do cabeço de carvão.
Brutal. Alguém desabafou comigo;
..." estes homens não sabem trabalhar mal"...
..."é impressionante a maneira como recebem as pessoas"...
Palavras???!!!
Ao Zé, ao Tó, e ao Daniel do cabeço de carvão, os meus agradecimentos por este repasto.
Nova passagem por dentro de Alcains, e os Escalos de Cima, seria a nossa próxima paragem.
Em parceria com a Junta de Freguesia dos Escalos de Cima, tinha combinado uma paragem no chafariz de Stº Amaro, só para descansar um pouco, beber um pouquinho de água, meter uns tremoços na boca e andamento em direcção à capital do feijão frade.
À junta de Freguesia dos Escalos de Cima, o meu muito bem haja pela colaboração.
Pertinho da Lardosa, surpresa!!!
O São Pedro apareceu, de uma maneira leve, mas deu para molhar castigando assim a entrada pela avenida principal da Lardosa.
Almoço com o anfitrião, e ao som dos vários grupos de bombos premiamos o ano da família.
Dois casais muito bonitos receberam um troféu de luxo feito pelo meu amigo Qui Tó.
Escreveu-se mais uma vez história, graças a TI que apareces-te na Lardosa.
O pedestre foi simples, atingindo uma grandiosidade nas pessoas, que vou registar para a vida...
Aqui, neste mágico dia 11 de outubro, o São Pedro foi NOSSO companheiro durante toda a noite e manhã, mas não vergou umas gentes que só visto se acreditava!!!
Quase duzentas pessoas disseram presente. Assim sendo, vamos lá...
Durante, já aqui contei as histórias do Sr.º Aníbal, e restantes companheiros/as.
A novidade que preparei para este ano, e penso que a malta toda gostou, foi a aula de zumba no final.
Bonito de ver a malta a dançar e alegre ao som das batidas fortes e mexidas.
À Associação do Vale da Torre, bem haja pela colaboração.
Termino com agradecimentos especiais para os "meus" colaboradores e voluntários, o Qui Tó, o Duarte, o Manel e àqueles que olham pela nossa segurança.
À Guarda Nacional Republicana, pois fazem um trabalho de excelência.
À Junta de Freguesia da Lardosa, muitos parabéns pela realização da X edição deste produto que é NOSSO.
2015 acabou, já sinto saudades dos ferros e a toda a gente que apareceu nos eventos com a minha assinatura, muito obrigado pela presença, pela colaboração e pela alegria de passarmos um dia memorável...
2016 está a ser preparado, em especial para TI...
Sem travões, a subir claro...
Pinto, o Infante
A IX edição do passeio de pasteleiras/bicicletas antigas teve mais uma vez contornos agradáveis. Um público maravilhoso que comigo abraça esta parvoeira de há uns anos a esta parte, sendo exigente para comigo próprio, tentar dar e oferecer a estas gentes algo diferente de ano para ano.
Coube à terra batida, receber a saída da malta em direcção à minha terra Natal.
Alcains.
Optei por regressar aos grelhados na quinta de um familiar meu a quem desde já endereço os meus agradecimentos pela cedência do magnífico espaço para a malta degustar a bela febra, entremeada, chouriça entre outros assados na brasa.
Bem haja Rui Lopes.
Antes, o Sr.º José Maria Lopes colaborou também em deixar passar a caravana pelo meio da sua agricultura, permitindo assim percorrer os bons trilhos que ligam estas duas terras.
Obrigado Sr.º Zé Maria.
Com pequeno almoço retemperador de calorias liquidas e sólidas, demos entrada em Alcains.
É sempre com emoção a entrada na minha terra Natal, pois além de conhecer muita gente, é com carinho também que dedico grande parte destas nove edições com passagem por lá, pois grande parte da caravana é de Alcains.
Uma palavra ao povo, que todos os anos sai à rua para ver as famílias passar, bicicletas a chiar, campainhas a fazer chinfrim, enfim é de facto uma festa ver as gentes da minha terra com alegria de ver a caravana.
Café, foi nas bombas da gasolina, no bar do Benfica, a quem agradeço a colaboração.
A seguir, a prova de queijos deste ano, decidi ir até à exploração agrícola do monte do carvão.
Para os mais chegados, monte do Zé do cabeço de carvão.
Brutal. Alguém desabafou comigo;
..." estes homens não sabem trabalhar mal"...
..."é impressionante a maneira como recebem as pessoas"...
Palavras???!!!
Ao Zé, ao Tó, e ao Daniel do cabeço de carvão, os meus agradecimentos por este repasto.
Nova passagem por dentro de Alcains, e os Escalos de Cima, seria a nossa próxima paragem.
Em parceria com a Junta de Freguesia dos Escalos de Cima, tinha combinado uma paragem no chafariz de Stº Amaro, só para descansar um pouco, beber um pouquinho de água, meter uns tremoços na boca e andamento em direcção à capital do feijão frade.
À junta de Freguesia dos Escalos de Cima, o meu muito bem haja pela colaboração.
Pertinho da Lardosa, surpresa!!!
O São Pedro apareceu, de uma maneira leve, mas deu para molhar castigando assim a entrada pela avenida principal da Lardosa.
Almoço com o anfitrião, e ao som dos vários grupos de bombos premiamos o ano da família.
Dois casais muito bonitos receberam um troféu de luxo feito pelo meu amigo Qui Tó.
Escreveu-se mais uma vez história, graças a TI que apareces-te na Lardosa.
O pedestre foi simples, atingindo uma grandiosidade nas pessoas, que vou registar para a vida...
Aqui, neste mágico dia 11 de outubro, o São Pedro foi NOSSO companheiro durante toda a noite e manhã, mas não vergou umas gentes que só visto se acreditava!!!
Quase duzentas pessoas disseram presente. Assim sendo, vamos lá...
Durante, já aqui contei as histórias do Sr.º Aníbal, e restantes companheiros/as.
A novidade que preparei para este ano, e penso que a malta toda gostou, foi a aula de zumba no final.
Bonito de ver a malta a dançar e alegre ao som das batidas fortes e mexidas.
À Associação do Vale da Torre, bem haja pela colaboração.
Termino com agradecimentos especiais para os "meus" colaboradores e voluntários, o Qui Tó, o Duarte, o Manel e àqueles que olham pela nossa segurança.
À Guarda Nacional Republicana, pois fazem um trabalho de excelência.
À Junta de Freguesia da Lardosa, muitos parabéns pela realização da X edição deste produto que é NOSSO.
2015 acabou, já sinto saudades dos ferros e a toda a gente que apareceu nos eventos com a minha assinatura, muito obrigado pela presença, pela colaboração e pela alegria de passarmos um dia memorável...
2016 está a ser preparado, em especial para TI...
Sem travões, a subir claro...
Pinto, o Infante
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