quarta-feira, 16 de julho de 2014

...da Raia, saiu mais um aniversário...

Uma ASSOCIAÇÃO que tem dado a conhecer a Beira Baixa por esse País fora, através da bicicleta.
Associação de ciclismo de Idanha a Nova(A.C.I.N.)
Não sou sócio, mas a rapaziada da A.CI.N. considera-me, e muito me honra,  parte da mobília.
É um prazer enorme para mim, receber anualmente um convite para fazer parte deste dia de aniversário.
2014, vamos no nono.
Em 2013, por razões profissionais não pude estar presente; 2014 marquei presença juntamente com o meu amigo e colega de profissão.
O Araújo.
Companhia sempre alegre(embora sempre a ralhar comigo), foi com a autorização da A.C.I.N. que pelo 2º ano este meu colega participou.
Tudo importava neste aniversário, menos andar de bicicleta.
Fomos até Idanha a Nova, participar em mais um aniversário, que serviu quanto a mim para ver e rever companheiros do pedal, amantes eles também de galhofa e confraternização.
Pois...a malta não se apercebe, mas os anos vão passando, e com isto já lá vão nove de existência desta associação, que considero, e que todos os anos em outubro faz soar as cornetas por esse País fora, onde trás para Idanha gentes que ouvem falar de A.C.I.N.

Tenho dito várias vezes, que A.C.I.N. vale a pena.
Curiosidade deste dia de aniversário, foi aperceber-me da presença de alguns "tubarões" que acompanham estas gentes desde 2006 para cá.
Perto de trinta companheiros pedalantes, saímos do espaço reservado à feira raiana.
Conversa puxa conversa, sempre em ambiente muito agradável, pelos caminhos repletos de pó, um ícone a caracterizar esta altura do ano fomos até Alcafoses, N/Sr.ª do Loureto, uma pitada de singles, e a A.C.I.N. tinha em Idanha a Velha um recheado petit déjèner  preparado para a rapaziada.
Quanto a mim, a bicicleta deixava-a por alí, permitindo que continuasse a degustar umas saborosas e calóricas amarelinhas.
Mas, isso estaria guardado para mais tarde.
Saímos deste farto repasto, em direção à barragem Marechal Carmona(barragem da Idanha),onde foi possível observar a construção do Boom Festival que se aproxima nas imediações da barragem.
O sol e calor sentia-se cada vez mais na pele, dando lugar a que alguns e algumas convivas fossem mesmo ver e sentir a temperatura da água.
Nem corria beefff!!!!
O Rui Tapadas logo alertou que a subida, cada um a fizesse ao seu ritmo, pois permitia a que cada um chegasse à Idanha calmamente e bem disposto, combatendo assim através dumas águas amarelinhas a desidratação natural desta hora do dia.
Nos bastidores, todo o trabalho era notório e visível.
À sombra das árvores que enchem o local da feira, o manjar dos convidados e aniversariantes estava a ser preparado.
Sardinha assada, febras e entremeada, acompanhadas pela fresca e retemperadora imperial constituíram o repasto.
Muito agradável companhia à semelhança da volta, fizeram com que a hora passasse bem rápido.
Não fiquei para o canto dos parabéns, em virtude de valores mais altos se levantarem. Pena tive.
Tinha sido mais um domingo como outro qualquer, não fosse a gentileza desta malta lembrar-se de mim, e colocar-me na lista dos da casa.
Muito bem haja pelo convite, muitos parabéns, e continuem assim, porque só com o excelente trabalho de casa que VOCÊS teem feito se consegue provar o que tem sido a Idanha a Nova.
Aos companheiros todos/as, que me permitiram passar uma bela manhã de convivio, o meu muito bem haja.
A.C.I.N, vale a pena.
Aquel de sempre, sem travões a subir....
Pinto, o Infante

sexta-feira, 11 de julho de 2014

...vamos observando, e admirando...

Tudo serve para receber a beleza delas...
Uma beldade reaproveitada para esta parede receber um pouco de história.
Por falar em história:
Vai ser em outubro, os pormenores quase aí, e provavelmente com  muitas novidades.
Se caso for, boas férias
Aquele, o de sempre....
Pinto, o Infante

terça-feira, 1 de julho de 2014

...com alguns ajustes, Monfortinho continua ali...

2013, fiz gazeta em consequência do serviço.
Para 2014, a convite mais uma vez do Fidalgo fui até à piscina do campo de tiro de Monfortinho.
A receita desde 2008, quase a mesma...
Digo quase a mesma, porque já vi este convívio com muito mais gente quer a pedalar, quer em famílias.
O Fidalgo, no ano 2013 já lançou alterações, que se prendiam com a logística. Ou seja quem pedala, embala em autonomia, ficando o conduto de merendas a cargo das caras metade, e o resto do dia partilhadas lá no local de banhos.
Assim, fiz.
O dia estava agendado para o 15 de junho, mas por motivos alheios, o Fidalgo alterou para 29 de junho.
A pedalar, 15 amantes. Bom pelotão.
Na ribeira de Alpreade, após registar uma foto a relembrar quem já foi( até as meias tirava para não molhar os sapatos), apareceu a malta e Castelo Branco.
A antiga subida para Idanha a Nova, dá hoje lugar a um asfalto novo que permite subi-la com mais facilidade.
Ainda assim, faz transpirar os "arrastões"...
Na Idanha a 1ª para gem do dia, numa pastelaria local.
Barragem Marechal Carmona a seguir, com vento a lembrar o mar... 
O grupo junto, tinha no objetivo em Alcafoses,  uma sandes de pão caseiro previamente encomendada pelo cicerone.
Em tempos o Quelhas apelidou este dia como sendo uma "Fidalguia".
Fidalguia foi ver o grupo agarrado às belas sandes de presunto e às médias que choviam em cima da mesa.
Um regalo.
No meu caso, não comi em virtude de ler o email tardiamente. O Fidalgo enviou o dia antes, com os pormenores onde informou desta paragem.
Quanto a mim, o casqueiro caseiro feito carinhosamente pela minha cara metade, era acompanhado de uma MINE que não resisti para acompanhar a minha bela sandocha de chouriço caseiro...
Provavelmente ficaríamos ali toda a manhã, mas as caras metade e crias lá estavam à nossa espera.
Para ver álbum carrega em cima da foto:
Com o olhar dos altos céus, este ano a padroeira de Alcafoses, N/Sr.ª do Loreto observava a passagem dos 15 menos um, pois o Pedro Antunes regressava a casa devidamente combinado.
Neste ano de 2014, até a temperatura tradicional dos 39/40º deu lugar a uma manhã muito agradável para a distância de 80 kms até Monfortinho.
Toulões e a Torre.
Na pista de aviação, uma carrinha "suspeita" com gente conhecida, fez relembrar outros tempos.
Frescas, amarelinhas, saborosas, gostosas estavam as cervejinhas XL que as crias e cara metade do Fidalgo  nos trouxeram...hhuumm...
E pronto.
Entre a piscina, toalha e na companhia dos que foram passamos um bom dia de relaxe.
Para 2015, se aos casamentos e baptizados forem só os convidados, conta comigo Fidalgo.
Sem travões da frente nem a subir, nem a descer neste dia, aquele de sempre...
Pinto, o Infante

quarta-feira, 25 de junho de 2014

...sol, águinha no lombo, sol, chuva e muito cheiro a pó...

Em atraso é certo, mas cá vou fazendo o gosto à coisa, na modalidade e vertente que mais aprecio.
O BTT.
Veio para ficar.
A bicicleta todo o terreno adquiriu para mim uma paixão enorme, fazendo com que me vá mexendo um pouco, praticando assim um desporto que só peca por o ter conhecido tão tarde.
Claro está que a paixão pelas duas rodas não é de agora. Lá por casa,  nasci em "cima delas"...
A roda fininha já cumpriu a devoção de 2014, vai continuar a andar, por que hão-de surgir novas aventuras;
Agora, e mais concretamente este fim de semana passado, foi tempo de retirar a grossa da estante e vamos lá "snifar" o cheiro que carateriza os campos. Calhou bem. Se gosto normalmente do cheiro a pó depois de chover, coincidiu nesta voltinha do 1º sábado de verão.
Verão!?
Que raio de verão este!!!???

Saí pouco depois das 6h30 da manhã de casa sem destino traçado. A temperatura estava no pico de qualidade para andar por aí sei lá por onde. A única companhia que tinha ao longo desta manhã de sábado, eram as ovelhas, coelhos e todos os animais que comigo partilhavam deste despertar fresquinho pelas bandas da Lardosa.
Decidi, areões, casinhas.
Ao descer, olhava para o monte da Gardunha, interrogando-me se as lágrimas dumas nuvens algo envergonhadas não me iriam surpreender!!!
Pingo a pingo, sentia-as no meu protetor de careca.
Já foste, pensei...
Ora vinha o sol, ora a chuva....
Certo, era aquele adorável "faro" que gosto de sentir nestes dias.
Ah como sempre gostei deste cheiro. O cheiro a pó depois dumas gotinhas de água caídas dos céus.
Estes céus que teimam em "vomitar" o sol tradicional de verão.
Lousa, Escalos e Castelo Branco.
Circulando por trilhos bem conhecido da rapaziada, é notório nesta altura do ano, os campos bem tratados e lavrados para que rebentem em altura certa todos os leguminosos, e frutos da terra.
O feijão pequeno, ou mesmo o feijão frade de duas caras...
Os metros passaram, com a hora do branquinho a aproximar-se, as coordenadas virei-as para a Lardosa, absorvendo o clima que se respirava nesta manhã de sábado de junho de 2014.
Domingo há aventura grossa.
Gostei de elaborar o regresso, pois as saudades eram já enormes...
Aquele de sempre...
Pinto, sem travões...o Infante

domingo, 22 de junho de 2014

...elas começam a ser preparadas...

Olá a todos/as:
O tempo passa, as btt´s vão andando, a "promessa" do ano superada, agora; Bem agora é que são elas...
Vem o tempo de começar a pensar no passeio que junta gentes bonitas e de todas as idades na simpática feira do feijão da Lardosa.
 "confraria das bicicletas antigas/pasteleiras"
Comecem a prepara-las, não deixem para o último dia, aquele retoque de furo, pneu ou cavilha...
Brevemente os pormenores aqui, ou no teu Email., sendo certo o número de inscritos não poder exceder os 220 pasteleiros/as
Como sempre vai ser uma organização sem travões, sendo o pé direito de uma soberba importância...
Aquele de sempre,,,Pinto, o Infante.

terça-feira, 10 de junho de 2014

...2014, trouxe novas coordenadas até N/Sr.ªFátima...

O dia chegou, confesso com alguma ansiedade, pois o propósito para 2014  justificava perfeitamente esta ansiedade, em virtude da distância rondar as duas centenas de kms.
Desde há um mês que me opus a esta distância e etapa, pois o caminho escolhido pelo timoneiro deste ano, o homem das Tinalhas, o Tomás surgiu com o objectivo de inovar a volta para não se tornar repetitiva, ano após ano.
Para eles o quarto ano, para mim vou com o produto da conta de somar a dar mais um.
Pelo 5º ano consecutivo, tenho o desejo de ir visitar a N/Sr.ª de Fátima de bicicleta uma vez por ano.
A equipa tem sido quase sempre a mesma, alterando um ou outro por razões de força maior.
2014, foi o ano em que o Miguel registou  falta, perfeitamente justificada(aproveito para desejar as melhoras do joelho), entrando para o seu lugar, o Nuno que passou de suplente, a ciclista titular.
Foi um batismo algo "engraçado" devido à chuva que nos caiu em cima, mas já lá vamos.
O que nos leva ir a Fátima!?
Como disse no post anterior, "todos" os que andamos de bicicleta temos vontade de Lá ir, porquê!?
Poderíamos fazer na mesma 170 ou 120 kms por aí!!!
Mas....O que é certo é que vamos.
Os repetentes:
Tomás, Simões, Marques, Franco, Araújo, Nunes, Nuno, Pinto, e o Homem a quem atribuo a maior importância; O paciente, companheiro  e amigo Antunes.
O Antunes(por razões pessoais faltou em 2013), é daquelas pessoas que tudo está bem, e tudo faz para nos ver bem. Sempre disposto a conduzir a camioneta gentilmente cedida pela Associação de ciclismo da Carapalha. Os 8 pedalantes não precisam preocupar-se com nada. Se acontecer algo inesperado, o Antunes vem.
Sempre na retaguarda do pelotão, este homem tem uma paciência fora do normal para nos aturar.
Bem haja Antunes pela colaboração.
Dia 6 de junho.
Tínhamos combinado às 6 da manhã estar a andar. Mas como é costume nestas coisas, existem sempre alguns atrasos.
Do quartel general situado no Zuhai, saímos receosos e precavidos em virtude da meteorologia não jogar muito a nosso favor.
O veterano Franco logo conversou que para os lados de Abrantes a chuva era capaz de nos fazer uma surpresa desagradável.
O itinerário deste ano incluiu Castelo Branco/VVelha  Rodão/Nisa/Gavião/Abrantes/Entroncamento/Torres Novas/Chancelaria e Fátima.
Com excepção do 1º ano, em 2010, em que a companhia foi o Zé Luís(174 kms), os restantes culminaram no km 144, em que as coordenadas foram diferentes.
Este ano, e por este itinerário o km chegou aos 169.
Uma tirada com maior quilometragem,  mas quanto a mim constituiu uma mais valia, pois o acumulado foi inferior permitindo chegar sem o cansaço habitual que caracteriza estas distâncias.
Em descida chegamos a VVelha de Rodão, e a seguir a 1ª subida do dia, com chegada a Nisa, terra esta já no Alentejo.
Seguiam-se as retas de Arez até ao Gavião.
No cume da serra que antecede Nisa, o mais temido começava a fazer a sua aparição.
O vento.
Começou por fazer-nos companhia vindo do Alentejo, logo a seguir a Arez. De frente!!!
O Simões, o nosso "Baltazar" do grupo colocou-se na frente do pelotão, e em fila impôs um ritmo alucinante ao andamento. Sempre acima dos trinta e cinco à hora o homem ia "doido" e conseguiu que todos o ficássemos. O cone de vento por nós todos aproveitado, fazia com que a dificuldade fosse minimizada.
Primeira paragem. Pego.
Abrantes,seguindo-se Alferrarede, evitando a subida de 12% de inclinação de Abrantes via hospital até ao velho quartel de Abrantes.
Constância, VNova da Barquinha e terra dos fenómenos.
Entroncamento. Aqui a vista observava ao longe aquilo que ninguém queria que acontecesse, mas ....
A chuva, e muito vento para os lados de Aire!!!
A passagem por Torres Novas serviu para novo abastecimento, colocando a malta apreensiva. A maior parte aproveitou a paragem para vestir o impermeável. Decidi esperar, mas lá mais para a frente, antes de Chancelaria, o que menos queria, abateu-se sobre nós.
Uma trovoada infernal...
Desde 22 de outubro de 2006, não me lembrava de uma coisa assim!!!
Trilhos da raia 2006...
Qual impermeável, qual guarda chuva, qual quê....
Aquilo não era chuva. Uma tromba de água talvez!!!
Ainda pensei que os Deuses deviam estar loucos!!! Ou mesmo castigo de qualquer coisa!!!
Só mesmo algo me moveu a mim e aos meus companheiros a não desistir debaixo de 15 minutos infernais!!!
Vinha o desabafo do Nuno debaixo desta chuva:
..."que dia escolhi eu para fazer o meu baptismo, com a minha 1ª vinda a Fátima"...
Tanta água caiu do céu, que assim quis participar nesta tirada de vento, frio e chuva...
A 10 kms de Fátima, a coisa começava a acalmar, culminando com o fim também da subida que acaba nas pegadas de dinossauro. O Bairro observava a nossa passagem já com o sol a raiar...
O mística começava aos poucos a sentir-se concretizada.
O sentimento de mais uma viagem a N/Sr.ª de Fátima conquistava-se nesta altura metro a metro.
Uma etapa de 2014 com quilometragem acima da média, mas com calma e frieza foi-se conquistando até ao objectivo proposto.
Estava ali a rotunda dos pastorinhos, Fátima, e a N/Sr.ª lá estava para nos receber com a emoção que cabe a cada um...
Quanto a mim, cheguei cansado, mas foi o melhor ano relativo a esforço e cansaço.
Termino, com uma palavra de amizade aos meus companheiros que comigo partilham desta viagem, e um bem hajam por me aturarem ao longo do percurso, e é com esta alegria que quero Lá voltar na Vossa companhia em 2015.
Para o almoço, cada um levou a bucha a seu gosto, para a partilhar, mas por motivos meteorológicos, fomos obrigados a solicitar apoio logístico noutro lugar coberto.
As fotos possíveis do Pinto, Simões, Araújo, Franco.
2015, novas coordenadas irão surgir com certeza.
Com a fé de sempre, acendi a velinha à N/Sr.ª de Fátima pedindo-lhe mais justiça para a vida...
Pinto Infante

domingo, 1 de junho de 2014

...a luz do caminho no horizonte...

Fátima, é nome de cidade de Portugal no centro do país, onde reza a tradição e acredita quem quer, tanto católicos ou não deu-se um milagre no dia 13 de maio não sei bem de que ano!.
Uma santinha, a Fátima, Nossa Sr.ª de Fátima diz-se que apareceu a três meninos, uns pastorinhos que no seu dia a dia guardavam os seus rebanhos de ovelhas.
Milagre...
O milagre de N/Sr.ª de Fátima.
Qual a ligação de N/Sr.ª de Fátima com as voltas do Pinto Infante, e outros tantos Pintos que por aí andam!?
Uma devoção!?
Promessa?!
Loucura?!
Prazer?!
Cada um sabe o que lhe chama, quanto a mim, além de ser a etapa rainha anual, é também sentir naquela humilde mas lindíssima capelinha o sentimento que absorvo de paz e sentir-me bem comigo próprio, deixando que algo de mágico a que chamamos fé nos guie e oriente nesta passagem pela vida.
Conversando um pouco com N/Sr.ª de Fátima, todos ou quase todos os que andam de bicicleta, têm vontade de Lá ir e acender a velinha da luz.
Posto isto, e com fé de lá chegar, 180 kms, é a distância que este ano vai separar os 8 companheiros, quase todos repetentes, um novato, e um desgraçado vai ficar apeado em consequência duma operação ao joelho. Mais anos virão.
Assim sendo, desde há um mês a esta parte, tenho intercalado a preparação entre footing, atletismo e claro bicicleta.
Toda a preparação é necessária, pois se tudo correr como tenho previsto, irá permitir chegar com menor esforço.
Depois de domingo ir votar aos Escalos de Baixo, esta 3ª feira de folga profissional elaborei um tirada, esta sim já com dígitos a aproximarem-se dos que o Tomás propôs para dia 6 de junho.
Entre Monsanto Alcafoses e Raia, passando pela Zebreira e Ladoeiro, tudo serviu para que o conta kms se ficasse pelos 156 kms.

Quando as duas deram na torre da igreja da Lardosa, dava eu entrada no conforto do meu lar.
Algo cansado, é certo, mas as coisas têm sabido bem, com treinos QB
Sábado 31, o último do mês fiz o derradeiro treino, pois a fadiga muscular sinto já em excesso. 
Na companhia de 3 dos valentes que Lá iremos fomos mais uma vez a uma grande distância. Desta vez o Araújo, o homem de Odivelas foi timoneiro, escolhendo uma volta que em particular gosto de fazer, pois esbarra-nos uma paisagem muito bonita pela vista, sendo o inimigo deste dia, o vento.
Até Penamacor, o AC(ar condicionado), deu lugar a um VT(vento nas trombas). Coisa horrivel. Houve momentos em que a bicicleta andava para tráz...
Treinos e preparação feita para a velinha ser acesa, e dia 6 que N/Sr.ª de Fátima nos guie para Lá chegarmos...
Aquele de sempre...
Pinto, o Infante