Antes de mais, dia 29 de dezembro, o regresso ao último é dado adquirido. Aguardem pormenores.
As faias é daqueles eventos que me está cá no goto, e vezes sem conta já adiei a ida à Estrela uma ata de vezes para desfrutar da beleza que caracteriza a floresta nesta altura do ano.
A serra da Gardunha, com a beleza que carateriza o lado Norte, tem mais vegetação, tornando-a assim quer nesta altura do ano, quer em alturas primaveris mais bela do que o lado Sul.
Todos os anos gosto de ir por ali ver as cores octonais, absorvendo a magnífica beleza através destas cores e vegetação.
5 feira foi o tal dia...
Carrega em cima da foto:
As cores do outono são motivos que me atrai a uma ida lá.
O frio vai ser uma constante, a dureza igual, mas a teimosia que cada um possui, e quanto a mim vai ser a meta a alcançar.
Treinos e mais treinos é o que tenho tentado aproximar das voltas dadas por aí, para me aproximar desta proposta.
Nesta 5ª feira, mais uma vez "abandonei" os colegas de equipa para carregar o monte mais uma vez.
Saí da capital das pasteleiras eram 8 da manhã, com 2 graus positivos, mas com sol a prometer uma boa manhã para a prática desta modalidade. Decidi desta vez subir o monte, Gardunha pelo estradão que liga a piscina de São Fiel, às ditas antenas, bem lá no alto, culminando com a subida de 19% de inclinação. Dura QB.
Depois o trilho levava-me a tomar café em Alcongosta aproveitando uns novos buraquinhos de enriquecimento do meu baú. Já o disse e repito. Neste momento, o monte da Gardunha oferece a quem por ali anda umas sinaléticas de percursos pedestres e bicicletas que permitem que a malta que não conhece os trilhos, embora estradões, não se perca.
De registo positivo.
Dobrei as antenas eram cerca de 11 da manhã, 8 graus, muito agradável, e pela 2ª vez a minha bike ao avistar a placa Souto da Casa fura. Irra!!! Ar, gel e não há remédio!!!!Mete câmara de ar...
Consequência disto, algum atraso para Alcongosta, Alpedrinha por trilhos de transumância chegava, dando a que combatesse o horário através de asfalto até à Lardosa.
54 kms muito bons, agradáveis, com algumas coisas novas, e treino suficiente para o que aí vem...
Aquele de sempre,,,sem travões...a subir...
Dia 29 registem na agenda, os interessados claro;
O último, são com as voltas do Pinto Infante.
sem travões...
Pinto Infante
sábado, 30 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
...quase no ponto...
Quase no ponto, foi o slogan que escolhi para este post em virtude da minha condição física para levar por diante mais uma aventura que os companheiros de 2012(e eu) querem realizar.
Rota das faias , parte II
Este evento, caso o consigamos realizar vai envolver Manteigas e o maciço central, desta vez com subida à torre.
Com isto, está no horizonte frio, dureza, talvez alguma neve, e muito sangue frio para quiçá o nevoeiro apareça!!!
Beleza não nos vais faltar com certeza. A olhar para aquilo que absorvemos o ano passado, o registo vai aparecer...
O monte da Gardunha tem servido perfeitamente para treino e castigar o pedal de maneira a aproximar a dureza.
Não vai chegar, mas...quase no ponto vou ficar.
Até ao sopé do bonito Castelo Novo, foi levar com energumes, sim energumes que circulam na Nacional 18.
Se todos estivermos de acordo, anda aí cada veado e besta na estrada que é um disparate!!!
Parece-me que quem anda de bicicleta é um alvo a abater. Parece-me!!!
Enervado depois de alguns sustos, resolvi sair para o mato perto da Soalheira. No mato, veados, coelhos e perdizes, aqui só os de verdade Não era isto que tinha em mente, enriquecendo a digital um pouco mais, mas tinha pensado o trilho diferente deste!!!
Com a curiosidade que me acompanha, decidi virar a bike por um trilho de ligação da N/18 até ao pomar de Castelo novo, passando pela bonita quinta do borracheiro, trilho que nunca envolvi em GPS(rota dos lagartos), e que nesta altura começa a esbanjar frescura e frio tipica desta altura.
Provavelmente devido aos calores que se prolongaram um pouco mais este ano, as cores octogonais ainda não se manifestam na sua plenitude.


Ainda bem. A malta anda impaciente em virtude das faias ainda não "vomitarem" as cores que as caracterizam. Mas o tempo no monte maior, serra da Estrela, está a ficar complicado para desfrutarmos dum dia bem passado à semelhança do ano passado.
O circuito neste momento já tem neve, e o que mais me preocupa é o denso nevoeiro que pode cair repentinamente, o que tornaria este dia algo perigoso, e não é o pretendido.
Vamos ver!!!

Um temperatura semelhante à desta 2ª feira seria a perfeição. 13º sem vento, e com um sol muito bonito a fazer-me companhia.
De Castelo Novo, aproveitei para picar mais alguns buraquinhos para o meu baú, sendo que a maior parte destes em vão. Contudo permitiu-me observar a planície da Beira Baixa num ângulo diferente.
Paz, um olhar imenso de calmaria me acompanhou ao olhar o esplendor da Sta Águeda, Marateca.
Até ver, brevemente vamos lá, e esperar que esta semana ainda seja possível fazer o gosto ao pé.
Chegada à Lardosa, cerca da 1 da tarde, com mais uns kms de carga para as faias capitulo II.
Aquele de sempre...e sem travões...a subir claro...
Pinto Infante
Rota das faias , parte II
Este evento, caso o consigamos realizar vai envolver Manteigas e o maciço central, desta vez com subida à torre.
Com isto, está no horizonte frio, dureza, talvez alguma neve, e muito sangue frio para quiçá o nevoeiro apareça!!!
Beleza não nos vais faltar com certeza. A olhar para aquilo que absorvemos o ano passado, o registo vai aparecer...
O monte da Gardunha tem servido perfeitamente para treino e castigar o pedal de maneira a aproximar a dureza.
Não vai chegar, mas...quase no ponto vou ficar.
Até ao sopé do bonito Castelo Novo, foi levar com energumes, sim energumes que circulam na Nacional 18.
Se todos estivermos de acordo, anda aí cada veado e besta na estrada que é um disparate!!!
Parece-me que quem anda de bicicleta é um alvo a abater. Parece-me!!!
Enervado depois de alguns sustos, resolvi sair para o mato perto da Soalheira. No mato, veados, coelhos e perdizes, aqui só os de verdade Não era isto que tinha em mente, enriquecendo a digital um pouco mais, mas tinha pensado o trilho diferente deste!!!
Com a curiosidade que me acompanha, decidi virar a bike por um trilho de ligação da N/18 até ao pomar de Castelo novo, passando pela bonita quinta do borracheiro, trilho que nunca envolvi em GPS(rota dos lagartos), e que nesta altura começa a esbanjar frescura e frio tipica desta altura.
Provavelmente devido aos calores que se prolongaram um pouco mais este ano, as cores octogonais ainda não se manifestam na sua plenitude.


Ainda bem. A malta anda impaciente em virtude das faias ainda não "vomitarem" as cores que as caracterizam. Mas o tempo no monte maior, serra da Estrela, está a ficar complicado para desfrutarmos dum dia bem passado à semelhança do ano passado.
O circuito neste momento já tem neve, e o que mais me preocupa é o denso nevoeiro que pode cair repentinamente, o que tornaria este dia algo perigoso, e não é o pretendido.
Vamos ver!!!

Um temperatura semelhante à desta 2ª feira seria a perfeição. 13º sem vento, e com um sol muito bonito a fazer-me companhia.
De Castelo Novo, aproveitei para picar mais alguns buraquinhos para o meu baú, sendo que a maior parte destes em vão. Contudo permitiu-me observar a planície da Beira Baixa num ângulo diferente.
Paz, um olhar imenso de calmaria me acompanhou ao olhar o esplendor da Sta Águeda, Marateca.
Até ver, brevemente vamos lá, e esperar que esta semana ainda seja possível fazer o gosto ao pé.
Chegada à Lardosa, cerca da 1 da tarde, com mais uns kms de carga para as faias capitulo II.
Aquele de sempre...e sem travões...a subir claro...
Pinto Infante
domingo, 10 de novembro de 2013
...com as faias parte II no pensamento...
No ano passado, juntamente com alguns amigos fomos até à serra da Estrela desfrutar dum trilho que nos havia deixado a todos babados devido à qualidade e beleza que o AQ publicou no seu blog.
Outono na estrela.
Por erro de carolice e amadorismo na condução do meu GPS, a parte final ficou por fazer, deixando em estilo de temos que cá voltar, um sentimento geral de quem comigo aproveitou aquele dia.
Sendo assim, esta 5ª feira, "abandonei" a malta que pedala pelas bandas do serviço, e aproveitando uma manhã muito agradável fui fazer um pouco de preparação para a serra.
Escolhi para me começar a ambientar ao frio, subidas e dureza, a serra da Gardunha.

Pelas 8 e qualquer coisa, cafézito matinal no costume e na companhia da minha mochila, bike e comercial no ouvido direcionei a bike para o monte.
Foi também o meu primeiro dia do ano que substitui os bidons, pela minha mochila companheira das grandes distâncias, e claro está, as sandochas de queijo e chouriço caseiro(digamos, as minhas barras energéticas) e afins se fazem acompanhar lá num cantinho.

Em ascensão, monte das areias, Codifa(neste dia não visitei o Sr.º Israel), passei por trilhos da Atalaia, e na Póvoa da Atalaia fiz uma paragem estratégica para degustar a 1ª sandocha do dia.
Com o trilho pré-definido de véspera no GPS fui lembrando os trilhos por onde já tinha circulado há uns anos, que deixam sempre memórias agradáveis.
A corda da natureza que circula de um lado e de outro Sintra da Beira, a bonita aldeia de Alpedrinha nesta altura do ano e primavera, é sempre muito agradável percorrer, absorvendo nesta altura as cores que caracterizam esta estação do ano.

O outono.

Cheguei a Sintra da Beira pelo pomar do Armando. Fui visitá-lo em vão. Razões profissionais nesta altura do ano, levam a que a rapaziada com terrenos se mobilizem de um lado para outro em virtude da colheita da azeitona.
Costumo fazer uma incursão todos os anos nestas alturas à Gardunha, visitando mais o lado Norte. Uma questão de terapia talvez!!!
Sempre achei o lado Norte da Gardunha mais verde e fresco. A paisagem tanto de um lado como outro é mágica, mas os carvalhos com a folha caduca dão um acastanhado especial à paisagem.
Esta 5ª feira decidi subir pelo estradão que atravessa a calçada Romana que liga Alpedrinha a Alcongosta.


Um piso em bom estado, quem conhece é sempre um icon de descida/subida, mas para mim nesta 5 feira não era dia de completar a subida à casa do Guarda e antenas. Era dia de registar e com a minha calma aos poucos conseguir tirar as mãos dos travões a subir, porque a Estrela não é a Gardunha.
Resolvi fazer companhia à encosta superior de Alpedrinha, até à saída desta aldeia.
A hora aproximava-se rapidamente do almoço e de tarde o trabalho.

Pela 2ª vez reparo que nos trilhos da serra da Gardunha começam a desenhar-se uma sinalética de trilhos para bikes/pedestres.
Muito bom para valorizar este monte com aproveitamento de excelentes trilhos naturais que dispõe.

Para um 1º treino das faias atingi os meus objectivos pessoais, sendo que a outra serra vai exigir da malta um pouco mais de dedicação no que toca a tirar as mãos do travão!!!.
Fiz o regresso até à Lardosa, com trilho misto de asfalto e terra batida, chegando perto da uma da tarde com 45 kms percorridos com alegria, e que matei saudades duma manhã de btt que já não fazia há uns tempos.
2ª feira vai ser haver oportunidade para novo treino, sei lá por onde, mas a saída com certeza vai ser de Castelo Branco..
...sem travões...a subir claro...
aquele de sempre...
Pinto, o Infante
Outono na estrela.
Por erro de carolice e amadorismo na condução do meu GPS, a parte final ficou por fazer, deixando em estilo de temos que cá voltar, um sentimento geral de quem comigo aproveitou aquele dia.
Sendo assim, esta 5ª feira, "abandonei" a malta que pedala pelas bandas do serviço, e aproveitando uma manhã muito agradável fui fazer um pouco de preparação para a serra.
Escolhi para me começar a ambientar ao frio, subidas e dureza, a serra da Gardunha.

Pelas 8 e qualquer coisa, cafézito matinal no costume e na companhia da minha mochila, bike e comercial no ouvido direcionei a bike para o monte.Foi também o meu primeiro dia do ano que substitui os bidons, pela minha mochila companheira das grandes distâncias, e claro está, as sandochas de queijo e chouriço caseiro(digamos, as minhas barras energéticas) e afins se fazem acompanhar lá num cantinho.

Em ascensão, monte das areias, Codifa(neste dia não visitei o Sr.º Israel), passei por trilhos da Atalaia, e na Póvoa da Atalaia fiz uma paragem estratégica para degustar a 1ª sandocha do dia.
Com o trilho pré-definido de véspera no GPS fui lembrando os trilhos por onde já tinha circulado há uns anos, que deixam sempre memórias agradáveis.
A corda da natureza que circula de um lado e de outro Sintra da Beira, a bonita aldeia de Alpedrinha nesta altura do ano e primavera, é sempre muito agradável percorrer, absorvendo nesta altura as cores que caracterizam esta estação do ano.

O outono.

É a estação do ano que carateriza as cores acastanhadas e alaranjadas, que apaixona as digitais a escrever. Foi através dessa escrita que o AQ conseguiu espelhar a enorme beleza da rota das faias na serra da estrela, e que a equipa do ano passado quer repetir.
Costumo fazer uma incursão todos os anos nestas alturas à Gardunha, visitando mais o lado Norte. Uma questão de terapia talvez!!!
Sempre achei o lado Norte da Gardunha mais verde e fresco. A paisagem tanto de um lado como outro é mágica, mas os carvalhos com a folha caduca dão um acastanhado especial à paisagem.
Esta 5ª feira decidi subir pelo estradão que atravessa a calçada Romana que liga Alpedrinha a Alcongosta.


Um piso em bom estado, quem conhece é sempre um icon de descida/subida, mas para mim nesta 5 feira não era dia de completar a subida à casa do Guarda e antenas. Era dia de registar e com a minha calma aos poucos conseguir tirar as mãos dos travões a subir, porque a Estrela não é a Gardunha.
Resolvi fazer companhia à encosta superior de Alpedrinha, até à saída desta aldeia.
A hora aproximava-se rapidamente do almoço e de tarde o trabalho.

Pela 2ª vez reparo que nos trilhos da serra da Gardunha começam a desenhar-se uma sinalética de trilhos para bikes/pedestres.
Muito bom para valorizar este monte com aproveitamento de excelentes trilhos naturais que dispõe.

Para um 1º treino das faias atingi os meus objectivos pessoais, sendo que a outra serra vai exigir da malta um pouco mais de dedicação no que toca a tirar as mãos do travão!!!.
Fiz o regresso até à Lardosa, com trilho misto de asfalto e terra batida, chegando perto da uma da tarde com 45 kms percorridos com alegria, e que matei saudades duma manhã de btt que já não fazia há uns tempos.
2ª feira vai ser haver oportunidade para novo treino, sei lá por onde, mas a saída com certeza vai ser de Castelo Branco..
...sem travões...a subir claro...
aquele de sempre...
Pinto, o Infante
terça-feira, 29 de outubro de 2013
...as recordações do Lucas...
Todas as fotos são memoráveis.
Quanto a mim, vou guardá-las cá no meu baú para daqui sabe Deus quando recordar aquilo que vão sendo estes dias...
Carrega em cima da foto:
Estas foram gentilmente cedidas pelo José Lucas de Alcains.
bem haja, e para o ano, cá te espero...
Aquele abraço
Pinto Infante
Quanto a mim, vou guardá-las cá no meu baú para daqui sabe Deus quando recordar aquilo que vão sendo estes dias...
Carrega em cima da foto:
Estas foram gentilmente cedidas pelo José Lucas de Alcains.
bem haja, e para o ano, cá te espero...
Aquele abraço
Pinto Infante
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
...trilhos 2013 com muita "raia"...
Este já vai com atraso!!!
Domingo 13 de outubro de 2013 coincidiu este ano com dia grande no calendário português.
O santuário de Fátima recebe todos os anos nesta data mais uma efeméride voltada à devoção.
Idanha a Nova, não se trata de devoção católica, mas uma devoção virada à causa do BTT.
Já o escrevi algures, que A.C.I.N. vale a pena, e que esta rapaziada tem por estas bandas da Beira Baixa,uma coisa muito bem oleada...
De há nove anos para cá, os inscritos cada vez em maior número tem aparecido pelas bandas da Raia um pouco de todo o lado do país. Mormente a "crise faça parte destes horizontes, a Idanha a Nova conseguiu colocar este evento no calendário nacional..
Quanto a mim, ainda lá não faltei um ano, sendo que este, trouxe para A.C.I.N. um novo record!!!
3 dias apenas serviram para esgotar as inscrições. Belo. Digno de registo com qualidade.
840 participantes encheram mais uma vez os campos da raia, delineando a organização a volta ao contrário de 2011, introduzindo como sempre alguns trilhos novos sempre agradáveis de percorrer.
O percurso desenrolou-se por barragem Marechal Carmona, Alcafoses, Idanha a Velha e regresso à Idanha.
Batia a uma hora da tarde quando eu e o meu companheiro de luta, o Araújo demos entrada no recinto.
Os tempos como sempre o que menos me importa, registando duas boas ações do dia; O Raposo que precisava de ajuda, pois o cabo do desviador dianteiro saltou, e pouco depois o filho de um colega com valente cambalhota, vitima de pneu rebentado também ele precisou de ajuda...
Dois dedos de conversa com o Carlos Farinha e mais um registo por terras da Beira, como sempre boa organização, culminando com o reco no espeto e agradável companhia...
As fotos foram-me enviadas por amigos meus, a quem agradeço
A.CI.N. vale a pena...
Aquele de sempre...
Pinto Infante
Domingo 13 de outubro de 2013 coincidiu este ano com dia grande no calendário português.
O santuário de Fátima recebe todos os anos nesta data mais uma efeméride voltada à devoção.
Idanha a Nova, não se trata de devoção católica, mas uma devoção virada à causa do BTT.
Já o escrevi algures, que A.C.I.N. vale a pena, e que esta rapaziada tem por estas bandas da Beira Baixa,uma coisa muito bem oleada...
3 dias apenas serviram para esgotar as inscrições. Belo. Digno de registo com qualidade.
O percurso desenrolou-se por barragem Marechal Carmona, Alcafoses, Idanha a Velha e regresso à Idanha.
Batia a uma hora da tarde quando eu e o meu companheiro de luta, o Araújo demos entrada no recinto.
Os tempos como sempre o que menos me importa, registando duas boas ações do dia; O Raposo que precisava de ajuda, pois o cabo do desviador dianteiro saltou, e pouco depois o filho de um colega com valente cambalhota, vitima de pneu rebentado também ele precisou de ajuda...
Dois dedos de conversa com o Carlos Farinha e mais um registo por terras da Beira, como sempre boa organização, culminando com o reco no espeto e agradável companhia...
As fotos foram-me enviadas por amigos meus, a quem agradeço
A.CI.N. vale a pena...
Aquele de sempre...
Pinto Infante
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
...em excelente companhia, a pé fomos beber um branquinho ao Vale da Torre...
...antes...
e depois...
Carrega na foto; Luís franco
Carrega na foto; Luís franco
Carrega em cima da foto; Fotos Pinto
Carrega em cima da foto; fotos Cristóvão
Foi mais ou menos assim, que dia 6 de outubro mais uma vez recebemos um grupo alegre e divertido de pessoas que connosco quis por aí andar um pouquinho.
Escolhi para este ano de 2013, um trajecto que ligasse a aldeia da Lardosa à do Vale da Torre, percorrendo mais ou menos os 13 kms.
Foi um passeio muito agradável, por trilhos já conhecidos, mas onde a malta da Associação do Vale da Torre cada vez que lá vamos não param de nos surpreender. Além do habitual pequeno almoço farto e bem recheado, este ano ofereceu a quem quis, um branquinho de marca(publicidade à parte), muito fresquinho, e que bem que soube para encararmos a subida para a Lardosa. Belo.
Muito Bem haja.
Lardosa, e pelo meio dia e qualquer coisa a malta alegra-se com a tradicional sessão de alongamentos, antes e depois do passeio.
Almoço, este ano a pedido de muitos participantes, regressámos à sardinha assada.
A todos/as quantos participaram, o meu muito bem haja pela VOSSA alegre participação.
Para onde vamos para 2014?
Pinto Infante
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Pasteleiras da Lardosa, memorável dia 5 de outubro 2013
...os dias passam...
...os anos, esses vamos olhando para eles a passar...
...amigos veem...
...Eventos realizo e passam...
...As memórias...ai as memórias!!!
...Estas vão ficando no cantinho que cada lhes quer dar e guardar...quanto a mim, acreditem ou não, dá me arrepios pensar nas recordações que vou ter e ver daqui a 20 anos (se cá estiver) a beleza destas gentes que comigo fazem deste evento algo mágico pelas bandas da Lardosa...
a confraria das pasteleiras...
Tamanha beleza mais uma vez invadiu a Lardosa, em que as voltas do Pinto Infante, há bem pouco tempo tinha 28 bicicletas, e 2013 trouxe, xiii tantos/as!!!!
"Pazadas" de pasteleiras. Paletes. Camionetes...
Lindo, lindo, lindo...
Vou deixar os rescaldos para quem participou, mas o que me vai na alma tenho que manifestar neste meu espaço.
Se nos outros anos as preocupações foram enormes para que o trato fosse ao nível que VOCÊS merecem, este ano particularmente mexeu muito comigo!!!
E se não cabem no comboio?!
E se o comboio não vem?!
E se alguém fica em terra?!
Não me levem a mal, mas se não falei com alguém amigo/a, as minhas desculpas, pois já vi pessoas em fotos que não me lembro de as ver lá!!!
Não tenho palavras para descrever o que se passou depois do briefing.
Deu-me a sensação que já tínhamos feito isto muitas vezes...
O carregamento das bicicletas para cima da carrinha, para cima do camião, a maneira ordeira e correctíssima com que a malta carregou e colaborou na entrada para o comboio; a entre-ajuda, a colaboração...enfim...tudo correu melhor do que tinha em expetativas.
Tudo isto, por muito que me esforce, não sou capaz de fazer sozinho. Um grupo magnífico que mais uma vez participou, sentiu e absorveu a colaboração por mim solicitada.
MUITO BEM HAJA A TODOS/AS VOCÊS.
Castelo Branco recebeu-nos com pouca gente. Esperava mais malta na rua, mas a beleza das gentes que participaram nesta passeio foram suficientes para a cidade de Castelo Branco ser recordado por quem viu os tempos em que estas e outras bicicletas circulavam por aqui.
Um episódio de registo nesta cidade; além da monumental magia que encheu a av.ª Nuno Alvares, a saída das Docas coincidiu com a passagem de um casamento. Frente à Sé catedral de Castelo Branco, convidados à espera da noiva, começa a passar o NOSSO cortejo:
Gritei:
- Viva a noiva, viva a noiva...(coitada!!!)
Os trim trim ecoava pela Sé..
Todos os convidados "desviaram" o olhar da noiva, observando a nossa passagem.
Viva!!!
Prova de queijos.
A arte de quem muito sabe.
Uma das duas queijarias do amigo de longa data e de família, o Zé do cabeço de carvão, repletas de histórias de vida. Gente boa, simpática.Cada peça destas queijarias representa para estas humildes gentes da lavoura, algo pertencente à sua vida.
Para visualizarem as fotos cedidas por participantes, carrega em cima de cada uma.
Fotos de Tomás Pires:
Reparem no casal da foto, canto inferior esquerdo; os emigrantes com mala de cartão abandonam o País!!!lindo..
Galeria de fotos cedidas por Afonso:
Alcains, minha terra Natal. Vou tentar todos os anos lá passar.
A hora tardia de passagem levou a que muitas famílias já na hora de almoço perdessem o cortejo. Mas a minha Mãe lá estava para ver passar em frente da minha casa(casa esta que já acolheu uma das únicas casas de venda destas relíquias). Sempre um momento alto para mim.
Chegava o largo de St.º António, espaço este mítico em Alcains.
Fotos oferecidas pelo Jorge Lagarto(um novato na coisa):
Havia lançado o mote:
Tragam algo para fazermos um pic nic.
Monumental.
Aquele espaço repleto de gentes a fazer história a recordar daqui a uns anos.
Repito. Lindo.
Toda a malta partilhou, confraternizou...
Uma foto com mil palavras: Pinto Infante
Uma das minhas fotos preferidas das centenas recebidas.
A expressão dos incluídos na foto.
O menino que há em nós...
Aquele pic nic
Os cunhados. Fotos do Luis Franco:
Fotos Cristóvão Campos
Eis os vencedores.
António Oliveira, representante dos HOMENS;
Conceição Peixe, representante das MULHERES;
Tinha dito que a parte final seria dura, e em terreno pesado. Não tenho alternativas a estes 5 kms finais. Mesmo assim, a sardinha assada estava à nossa espera.
Em contato com o serviço de restaurante, pela 15H15 a sala encheu-se dando lugar a mais uma tarde alegre e bem divertida neste memorável dia 5 de outubro.
BEM HAJA, porque sem VOCÊS isto não seria nada.
Termino o meu rescaldo, com ENORMES palavras a quem me apoiou:
Câmara Municipal de Castelo Branco:
Junta de Freguesia de Castelo Branco:
Policia de Segurança Publica:
Guarda Nacional Republicana:
Barata e Irmãos de Alcains:
Junta de Freguesia de Alcains:
Junta de Freguesia da Lardosa:
Zé do Cabeço do Carvão:
Ourivesaria Tiara:
Qui Tó:
Duarte:
Manel Bolero;
Amigos confrades das pasteleiras:
As voltas do Pinto Infante, estão a preparar 2014...
sem travões...a subir...
Aquele de sempre...
Pinto, o Infante
...os anos, esses vamos olhando para eles a passar...
...amigos veem...
...Eventos realizo e passam...
...As memórias...ai as memórias!!!
...Estas vão ficando no cantinho que cada lhes quer dar e guardar...quanto a mim, acreditem ou não, dá me arrepios pensar nas recordações que vou ter e ver daqui a 20 anos (se cá estiver) a beleza destas gentes que comigo fazem deste evento algo mágico pelas bandas da Lardosa...
a confraria das pasteleiras...
Tamanha beleza mais uma vez invadiu a Lardosa, em que as voltas do Pinto Infante, há bem pouco tempo tinha 28 bicicletas, e 2013 trouxe, xiii tantos/as!!!!
"Pazadas" de pasteleiras. Paletes. Camionetes...
Lindo, lindo, lindo...
Vou deixar os rescaldos para quem participou, mas o que me vai na alma tenho que manifestar neste meu espaço.
Se nos outros anos as preocupações foram enormes para que o trato fosse ao nível que VOCÊS merecem, este ano particularmente mexeu muito comigo!!!
E se não cabem no comboio?!
E se o comboio não vem?!
E se alguém fica em terra?!
Não me levem a mal, mas se não falei com alguém amigo/a, as minhas desculpas, pois já vi pessoas em fotos que não me lembro de as ver lá!!!
Não tenho palavras para descrever o que se passou depois do briefing.
Deu-me a sensação que já tínhamos feito isto muitas vezes...
O carregamento das bicicletas para cima da carrinha, para cima do camião, a maneira ordeira e correctíssima com que a malta carregou e colaborou na entrada para o comboio; a entre-ajuda, a colaboração...enfim...tudo correu melhor do que tinha em expetativas.
Tudo isto, por muito que me esforce, não sou capaz de fazer sozinho. Um grupo magnífico que mais uma vez participou, sentiu e absorveu a colaboração por mim solicitada.
MUITO BEM HAJA A TODOS/AS VOCÊS.
Castelo Branco recebeu-nos com pouca gente. Esperava mais malta na rua, mas a beleza das gentes que participaram nesta passeio foram suficientes para a cidade de Castelo Branco ser recordado por quem viu os tempos em que estas e outras bicicletas circulavam por aqui.
Um episódio de registo nesta cidade; além da monumental magia que encheu a av.ª Nuno Alvares, a saída das Docas coincidiu com a passagem de um casamento. Frente à Sé catedral de Castelo Branco, convidados à espera da noiva, começa a passar o NOSSO cortejo:
Gritei:
- Viva a noiva, viva a noiva...(coitada!!!)
Os trim trim ecoava pela Sé..
Todos os convidados "desviaram" o olhar da noiva, observando a nossa passagem.
Viva!!!
Prova de queijos.
A arte de quem muito sabe.
Uma das duas queijarias do amigo de longa data e de família, o Zé do cabeço de carvão, repletas de histórias de vida. Gente boa, simpática.Cada peça destas queijarias representa para estas humildes gentes da lavoura, algo pertencente à sua vida.
Para visualizarem as fotos cedidas por participantes, carrega em cima de cada uma.
Fotos de Tomás Pires:
Reparem no casal da foto, canto inferior esquerdo; os emigrantes com mala de cartão abandonam o País!!!lindo..
Galeria de fotos cedidas por Afonso:
Alcains, minha terra Natal. Vou tentar todos os anos lá passar.
A hora tardia de passagem levou a que muitas famílias já na hora de almoço perdessem o cortejo. Mas a minha Mãe lá estava para ver passar em frente da minha casa(casa esta que já acolheu uma das únicas casas de venda destas relíquias). Sempre um momento alto para mim.
Chegava o largo de St.º António, espaço este mítico em Alcains.
Fotos oferecidas pelo Jorge Lagarto(um novato na coisa):
Havia lançado o mote:
Tragam algo para fazermos um pic nic.
Monumental.
Aquele espaço repleto de gentes a fazer história a recordar daqui a uns anos.
Repito. Lindo.
Toda a malta partilhou, confraternizou...
Uma foto com mil palavras: Pinto Infante
Uma das minhas fotos preferidas das centenas recebidas.
A expressão dos incluídos na foto.
O menino que há em nós...
Os cunhados. Fotos do Luis Franco:
Fotos Cristóvão Campos
Eis os vencedores.
António Oliveira, representante dos HOMENS;
Conceição Peixe, representante das MULHERES;
Tinha dito que a parte final seria dura, e em terreno pesado. Não tenho alternativas a estes 5 kms finais. Mesmo assim, a sardinha assada estava à nossa espera.
Em contato com o serviço de restaurante, pela 15H15 a sala encheu-se dando lugar a mais uma tarde alegre e bem divertida neste memorável dia 5 de outubro.
BEM HAJA, porque sem VOCÊS isto não seria nada.
Termino o meu rescaldo, com ENORMES palavras a quem me apoiou:
Câmara Municipal de Castelo Branco:
Junta de Freguesia de Castelo Branco:
Policia de Segurança Publica:
Guarda Nacional Republicana:
Barata e Irmãos de Alcains:
Junta de Freguesia de Alcains:
Junta de Freguesia da Lardosa:
Zé do Cabeço do Carvão:
Ourivesaria Tiara:
Qui Tó:
Duarte:
Manel Bolero;
Amigos confrades das pasteleiras:
As voltas do Pinto Infante, estão a preparar 2014...
sem travões...a subir...
Aquele de sempre...
Pinto, o Infante
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















