quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

...Licença para....subir....

Começam a desenhar-se os eventos organizados por associações, e com eles, gosto de participar em alguns que desde que possa, pelo menos aqui aos da zona participo.
Exemplo disso, está aí um fim de semana que vai permitir desfrutar dos trilhos da serra da Gardunha virada a Norte.
Vai ser um desafio pessoal, no meu caso em equipa para trepar montes e subidas, coisa que detesto.
Mas...
Passeio ou maratona sem subidas, é a mesma coisa que os realizar sem uma pitada de singles que calorosamente se encontram com algum trabalho, e prazer.
O dia 2 de março, aproxima-se e o treino exige de mim algo um pouco acima daquilo que gosto, e que estou habituado.
"Desfrutar", bem entendido de subidas, foi aquilo que me opûs nesta 4 feira. A saida de Castelo Branco pelas 9H20 permitiu observar ao longe um pouco do monte Gardunha, fazendo com que o sol algo escondido me acompanhasse até, quase ao fim...
Sempre com"faro" apurado para novos trilhos saí pelas tapada das figueiras, em direção a Cafede, Póvoa de Rio de Moinhos, Tinalhas, Ribeiro do Lago, efetuando uma incursão rápida a Ninho do Açor para meter uma sandocha para dentro, porque a fatura duma noite de serviço tem que ser racionada.
Tinha como objetivo, e com licença para subir assinada, subir, subir e mais subir para me preparar o melhor possivel para o "GEO TOUR".
Pedi licença pelo caminho ao meu baú, sff que se abrisse porque esbarrei em coisas muito boas. Num olhar longinquo de São Vicente da Beira comecei a vislumbrar a N/Sr.ª da Orada lá bem embaixo. Começava então o abstrato que me atrapalha em tudo o que é sitio, circule nesta vida eu acompanhado ou a solo como nesta 4ª feira. O nevoeiro. Maldito.
As imponentes antenas que caraterizam o topo da serra nem as via, nem as enxargava. Com algum receio de subir mais um pouco, tinha como trunfo o meu GPS para aos poucos parar, e tentar ver onde andava.
Com calma desci um pouco altitude direta, a não sei quantos de percentagem a descer, comecei aos poucos a conseguir ver onde andava!!!
"Assustado" confesso, este enervante nevoeiro devido à altitude, obrigou-me a recorrer a um trilho alternativo, sendo que o facto é que Casal Alvaro Pires, Castelejo e Souto da Casa deixavam de ser uma miragem...
E agora!?
Tudo, ou quase tudo se estava a complicar!!!
A chuva era minha companheira nesta altura...Devagar, muito devagar desci o monte do lado de lá, mas devido ao piso saturado de xisto, o pneu de tráz, novamente rasgo!!!Porra!!!
Em Casal Álvaro Pires, lá nos nenhures mete câmara e vai para casa. Em Castelejo, novo furo...
Casa...
Até as pilhas da minha esfeógráfica neste dia acabaram...
De "CAR-DA-DO" fiz o regresso por esfalto.
Sintra da Beira, Alpedrinha ainda tive vontade de abrir a tampa do baú para um GPS carente destes trilhos.
Lardosa, 85 kms percorridos, 1789 metros de acumulado, 16H00
Descansa, fecha o baú, que esta recordarás...
tira as mãos do travões...a subir...
as voltas do Pinto Infante, ficaram mais ricas...
Pinto Infante
Aproveito para deixar um voto de solideriedade para tentar arranjar uma compatibilidade de medula.
Quem quiser, puder, e queira participar nesta recolha de medula óssea, colabore.
Lá por casa já somos dadores há 6 anos, e colaboramos nestas causas...
Bem haja

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Namorando as coordenadas GPS, 19 de maio

Em dia dos namorados, conciliei várias namoradas, e por coincidência ou não, todas elas com amores por excelência.
Recordações.
Amigos.
Trilhos.
Becos.
Último do ano, versão 2010.
E porque não, recordar a "Rotas  Lagartos"!!!!

Largartos e o passseio de btt que realizei na feira do feijão, na sua edição 1ª. Um passeio bonito, com uma moldura muito boa, e que visitou o sopé da Gardunha para os lados da Atalaia.

A ideia para esta manhã de desporto era ir cansar o corpo, visto  dia 2 de março estar a  aproximar-se e a etapa de GPS promete um grande empeno, a Gardunha entregue ao bttgardunha , vai ser palco de mais evento que com certeza me vai encher as medidas.
É uma etapa voltada a Norte da lardosa, que vai envolver subidas, subidas e mais subidas, não se tratasse de uma serra.
Então, como a manhã e o dia de 5ª feira era dedicado a São Valentim, agarrei numa das minhas namoradas e fui por aí voltado à Gardunha, com vontade(pouca) de subir o estradão que me levasse até onde aguenta-se(ou não).
Decidi então pelo Monte das Areias, passar no último do ano 2010, e ir através da barragem da Codifa um local de passagem muito bonito, visitar o dono daquela quintarola pequenina, mas acolhedora.
O Sr.º Israel.
O simpático homem continua com a humildade e simpatia que o conheci, em busca de novos trilhos naquela altura, e com uma alegria enorme de ter alguém que o visite, e no meu caso, um copinho sempre bem.

Não é à toa que estas gentes têem prazer em ser visitados por gente "boa", porque visitas inesperadas e do alheio, tem sido a tristeza destes jovens que por ali habitam.
- "vai uma jeropiga" amigo Pinto?!
Escusado será dizer, que o prazer foi meu, e a alegria era comum em visitar um Sr.º que de nome esquisito, possui um simpatia enorme.
Uma jeropiga, duas passinhas de figo e por ali ficava toda a manhã...
Desde 2010, não visitava este Sr.º, mas quem comigo partilhou aquele último domingo de 2010, viu que foi um prazer receber a nossa visita.
A hora ia, o objetivo desde dia ia-se diluindo em virtude da bela conversa.
Mas, mesmo assim, tinha que ir tentar subir mais um pouquinho.
Fui visitar as mágnifica quedas de água pelo caminho, São Fiel aparecia naturalmente. Pela tradicional subida das antenas, comecei a arfar, até à casa do jornalista quando começava a aproximar-se a hora de compromissos familiares.
Decidi então, abrir o cadeado do baú, aproveitar o pouco tempo restante e porque não dedicar-me ao GPS 2013.
Até me apaguei!!!
Aqui, bem aqui pertinho, já na Gardunha uns trilhos de se lhe tirar o chapéu...
Com a primavera a dar os 1ºs passos, pinta e dá vida, ajudando para isto as mimosas que aos poucos começam a dar cor a estes campos. Mágnifico.
Fechei novamente o baú, um dia destes vou lá, e com uma das minhas namoradas, regressei ao quentinho do meu lar, onde a noite, aí sim juntamente com a minha verdadeira namorada, acabei mais um dia de São Valentim...
Aquele de sempre, em dia de recordações agradáveis...
Pinto, o Infante

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

...Entrudo temperado...

Palavras!!!???
Defendo, afirmo e recomendo...
A.CI.N. vale a pena.
Sinto-me parte da mobilia.
Tenho tido a sorte de participar em todos os eventos que esta malta organiza.
2013, o tempero da acidez do azeite, 0,7% é uma acidez de excelência.
O carinho e dedicação que esta rapaziada dedica a quem participa nos eventos com a sua assinatura, vê-se e absorve-se.
Fatos(factos).
Promoção de património, introdução de trilhos novos, trabalho(só não vê quem é cego), singles novos(se não houver, eles inventam), estradões e acima de tudo, são da BEIRA porra.

Todos os anos, mais para a  frente, mais para trás o entrudo acompanha este evento que o Sr.º Francisco, presidente da Junta de Freguesia de Proença a Velha faz questão de introduzir em mais um certame dedicado ao azeite.
Bem, então vamos lá deixar de gabar quem merece , e passar aos pormenores.
Fui até Proença a Velha,  num dia que se avizinhava de sol, com temperaturas baixas, e que pela 1ª vez neste ano de 2013, levei os calções a brindar os dias quentes que têm beijado a Beira.
Ao chegar ao alto onde se encontra a N/Sr.ª do Calvário já se encontrava a malta do costume. Muitos dos que vi e revi, já fazem parte tal como eu desta mobilia "azeiteira".
Digamos que o 1º passeio de cada ano, com organização.
A rota do azeite, apesar da sua 5ª edição, é um passeio igual a tantos outros, mas mesmo assim, circulando em trilhos que rodeam esta simpática e humilde aldeia de Proença a Velha, são sempre surpreendentes.
A A.CI.N. transforma a magia de um riquíssimo património que a Raia possui, numa manhã sempre bem passada de volta de uma bicicleta.
Depois dumas brincadeiras com pessoal colega e conhecido, o costume.
Desta vez também quis juntamente com alguns convivas, espanhóis e Portugueses brincar neste dia, e relembrei os tempos com algum cabelo, e diga-se algum porque nunca o tive à hipie como desta vez fiz questão de levar.
Preparar burra, e pelos caminhos propostos circular com excelente tempero, virados este ano de 2013, a Norte de Proença.
Escolheram assim, uns quantos kms rolantes para que a corda se alongasse.
Eu, o Araújo,Simões e depois o Carlos Sales fizemos a viagem ao sabor da conversata até ao fim. O Simões e Araújo decidiram deitar mais azeite na corrente e foram-se embora, ficando eu e o Carlos até ao fim. Revi companheiros do pedal de bem longe, que estiveram presentes no GPS 2012, mas o rápido andamento deles fizeram que a conversa ficasse para mais tarde.
Aldeia de Santa Margarida, e depois da corda esticar, seria a 1ª terra a receber tantos foleões.  Aqui, começava A.CI.N. umas pitadas de azeite pelos singles improvisados. Seguia-se uma passagem bregeira pela aldeia de Pedrogão de São Pedro.
E depois, onde toda a malta se ia a babar pelo porquito no espeto servindo de abastecimento, dizia a Sandra que este ano o porquinho seria servido através dumas fartas e muitas empadas, rissóis, e umas rodas de pão com chouriço(as pilhas da máquina, já foste). Muito bem diluido este porquinho.
Só não comeu mais quem não quis, pois havia de tudo o que é necessário, juntamente com o Carlos Sales, seguimos destino.
Neste dia, atormentou-me novamente o rasgo do meu pneu traseiro, que teimosamente desde a etapa da serra da Estrela. teima em me chatear. Até ao abastecimento foi perdendo ar, até que vi-me obrigado a parar e ver se a bomba trabalhava. Uma vez, sendo que à 2ª vi-me obrigado a parar e colocar uma câmara de ar...
Problema resolvido, este, porque no dia de hoje outros problemas viriam...
Medelim, foi o local para a 2ª avaria do dia. O auricular do telemóvel saltou enrolando-se na minha roda, provocando travagem brusca...
Enfim...
Logo a seguir viria a minha paixão e toque de magia porque A.C.I.N. vale sempre a pena. Num simples passeio com a sua marca, construiram 4 pontes de madeira(à lá mã)de maneira a de fazer vénia aos magestosos singles ladearam o Torrão.
Sempre os mesmos, ou não, o que é certo  é que é sempre agradável circular por aqui. Parecem sempre diferente com toques de magia...
A verdade comprova-se com trabalho e carinho de gentes que tal qual eu, circulam em trilhos para o fim de semana, e depois, bem depois partilham com quem aparece no seus eventos, como se trate de um ..
-tomem lá!!!
Parabéns pelo excelente trabalho.
Uma pitada de trilhos da Raia nos finalmentes e juntamente com o Carlos demos entrada em Proença a Velha.

Para terminar, uma palavra de apreço ao Sales que me acompanhou durante grande parte do percurso. Almoço, mutio bom e a condizer com a companhia do tinto, do Araújo e do Simões.
Mais uma vez repito...
A.C.I.N vale a pena.
Aquele de sempre...
Pinto, o Infante

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

...das magras, com uma gorda de companhia...

Longe vão os tempos que as foto abaixos(copiadas da net, tive o prazer de as ver ao vivo dia 7 de maio de 2011), fizeram do centenário da Guarda Nacional Republicana, um dos momentos altos desse dia 7 de maio.
Qual a razão destas fotos!?
Simples.
As bicicletas, pasteleiras ou pura e simplesmente veiculos de transporte, serviam na época das vacas magras, de transporte para o local de trabalho, lazer, e veiculo de tranporte.
Vacas magras, felizmente já lá vai o tempo em que os chefes de familia usavam este meio de tranporte para irem sei lá para onde ganhar o pão do dia a dia...
Como fazer a ligação desse tempo com os dias de hoje?!
As vacas magras, essas o Sr.º Gaspar e companhia gratuitamente estão a fazer com que regressem, mas...
Será que as pasteleiras vão novamente fazer parte das nossas vidas e quotidiano?!
Quiçá!!!???
Ora reparem;
 A modalidade BTT/Asfáltica, aos poucos e com vacas a ficarem(felizmente)mais grossas apareceram no dia a dia de quem que como eu agarrou a ideia e conciliou as duas vacas.
A magra, ou seja o prazer que outrora era tristeza, ligar o local de trabalho com a residência, com a gorda.
Gorda porque deixámos de ter as pasteleiras para fazer as ligações referidas, para conseguirmos ter cada um com poder, as gordas de grandes marcas, pesos e componentes.
Galeria de fotos aqui:
Mas que raio estou eu para aqui a partilhar!?
É isso mesmo.
O post de hoje(4ª feira e 5ª passada), foi um regresso ao passado, e que prometi a mim mesmo escrever esta prosa em respeito aos nossos pais, avós e amigos que obrigatóriamente usavam as bicicletas para o seu ganha pão.
Ora bem, nesta 4ª feira o serviço de 24 horas bateu na escala e como se aproximam eventos organizados, pensei juntar o útil ao agradável.
À boa maneira antiga, levantei-me cedo e quando as ovelhas ainda dormiam fiz-me à estrada até à cidade albicastrense.
Na companhia da minha montada que quer andar em andamentos muito superiores à das pasteleiras(o dono não tem é pernas pra ela), elaborei o trilho possivel tentando não demorar muito, e mesmo assim evitando os alagões consequentes do inverno.
Uma manhã,  que os dos tempos das magras não tinham acesso; Avisinhava-se uma manhã soalheira, permitindo assim chegar perto das nove da manhã ao serviço, e bem dispoto.
Ora, se 4ª feira juntei as magras com as gordas, 5ª feira desportiva, juntei as gordas às magras, e o regresso do trabalho foi mais uma vez lembrando outros tempos. O trabalhabo casa e regresso.
Se 4ª feira delineei uma aproximação ao trabalho rápido, nesta 5ª feira já não foi bem assim.
Através da barragegem da Talagueira meti água QB, em que nem os antigos o faziam...
Atalhos, trabalhos!!!
Ribeiras. Ribeiras e mais ribeiras...
Aqui aproveito para deixar um alerta. Ribeiro da Seta, descendo à  Líria, passagem fechada. Ou então molham o pé.
Vira atrás e em direção às Zarzedas apanhei o estradão de asfalto que me conduziu ao cabeço da ponte de ferro.Mais uma vez prudência, em virtude dos pinheiros caidos a atravessar o trilho.
Palvarinho e com compromissos familiares de crias, a hora ia-se aproximando.
Acontece. Perdi-me...eh eh eh
Literalmente perdido para encontrar as Tinalhas....
Com isto circulei onde nunca tinha circulado, singles brutais, bredas e quelhas que não conheicia, mas que marcaram esta minha monumental  desorientação...
No Palvarinho, o café foi nas bombas da gasolina, que serviu para ver um amigalhaço.  O Tó Zé do restaurante a "Nave". Uma bela empada, café, e depois de dois dedos de conversa, observei mais uma efeméride da Beira, que provavelmente é melhor não fazer comentários, pois deixo esta aos leitores do meu cantinho.
Uma concentração de máquinas agricolas, entenda-se tratores, moto-cultivadores e afins...
Magras ou gordas!!!!???
De bicicleta, esta com simbolo de vacas gordas, revivi o ingresso e regresso ao trabalho, relembrando o meio de transporte de certa época, e que hoje felizmente com a sociedade de outra maneira(mesmo assim Sr.º Gaspar), fui e vim aproveitando o prazer com a obrigação de trabalhar....
Aquele de sempre...sem travões....a subir....
Pinto, o Infante

sábado, 26 de janeiro de 2013

...T.P.C.´s para o trilho GPS, 2013...

Ano novo, vida nova, e eis que se aproxima o início da temporada organizativa de várias Associações/carolices e passeios de fim de semana.
Com o tempo de lazer inteiramente dedicado a São Sebastião, começo finalmente a arranjar algum tempo disponivel para aos poucos regressar às voltas do Pinto Infante.
Os fins de semana transatos, culminaram em festa que dia 19 acolheu o Mártir Santo da Lardosa.
O dia foi horrivel, trazendo não só para a Beira uma intempéride pouco vista nestes últimos anos, como um grande susto para nós, festeiros.
Todo o trabalho e dedicação, por pouco não culminou em desgraça e tristeza. Felizmente(digo felizmente porque conseguimos mesmo assim, atingir os nossos objetivos), a promessa foi cumprida, oferecendo ao Santo a devoção.
O resto fica para a história...
Quanto a organizações, aproxima-se rapidamente a "rota do azeite" aqui na Beira, onde a A.C.I.N. rubrica sempre com qualidade QB, um passeio inserido numa singela feira, para patrocinar o azeite que se produz na zona Raiana.
Depois, e a seguir vem um evento na zona onde me regalo ouvir falar, e não podia deixar de participar, em virtude de ser um evento que me apráz o nome, não fosse este, orientado por GPS.
Eh lá!!!
GPS!!!???
Onde é que já ouvi falar disto?!
A malta do BTTGardunha vai levar por diante, sob o mote do xisto, um passeio à semelhança da Lardosa.
Dois dias de estafa, beleza e amizade, é o que esta malta propos a quem quisesse, e através do GPS realizar um passeio que a olhar as fotos, vai ser de uma beleza brutal...
Vai com certeza, um passeio à minha medida...
Pois...
GPS!!!
O GPS, com sabem tem servido para realizar mais um evento com a minha assinatura na Lardosa.
Vamos para o 3º ano, cá estou a preparar mais um, e a criatividade foi e será sempre um dos principais objetivos deste ou outros eventos.
Novos trilhos, novas bredas, novos singles, enfim tudo o que se possa trazer de novo a olhar para o aparelho, e desfrutar na companhia duma equipa ou a solo dum dia de BTT cá na Beira, e neste caso, na Lardosa.
No ano 2011, sugeri e com a realização do 1ª passeio orientado por GPS a ida até ao Casal da Serra, partilhando do meu baú, trilhos, singles e estradões,  que em minha opinião foram soberbos.
2012, decidi ir ao baú, pesquisei, e Martim Branco e seu xisto saiu na rifa e fomos até lá, com 53 kms de beleza que só mesmo os participantes testemunharam.
2013, está aí, e começa a estar na altura de começar a elaborar o trabalho de casa.
A ideia deste ano, provavelmente é ir visitar "Sintra da Beira".
Alpedrinha.
Nesta 5ª feira, fui ao baú, orientei-me sob os vastos trilhos que por lá existem em GPS, e encontrei uma voltinha pequenina, mas com cheiro a coisas novas.

Como sempre, qualquer buraquinho dá trabalho, e neste dia de desporto, a solo, aproveitei para picar, e muitos, tive que voltar atrás.
Mas, se muitos não deram em nada, muitos também houve que o baú aproveitou.
Sob um olhar atento da serra da Gardunha, aquele monte que beija a Lardosa e Santa Águeda, ´fiz uma voltinha engraçada a rossar os 40 kms. Nesta 5ª feira, ainda tinha uma réstia de esperança, encontar uns farrapos de neve que a coloriram no dia anterior.
Em, vão, aproximava-me em busca de novos trilhos, sendo que aos poucos me apercebia que o manto branco que a abraçou, se convertia em verde tipico desta altura.
Terminei na Lardosa, local de saída em mais uma 5ª feira desportiva, desta vez a solo, mas aproveitando para devagar começar a dar as minhas pedaladas...
Aquele de sempre...
Pinto, o Infante

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

...estão todos convidados...

Olá a todos.
Este post vai ser diferente dos habituais.
O Bodo da Lardosa, freguesia do concelho de Castelo Branco, assinala dia 19 de janeiro mais uma tradição centenária, com o desfile dos tabuleiros com os cascoréis (fritos de massa-pão, similares às filhoses de Natal) pelas ruas da aldeia até à capela. A este ritual segue-se o convívio entre a população, que se reúne em redor de uma fogueira. Aqui são saboreados os fritos e assadas outras iguarias adquiridas no leilão da festa.
O Bodo teve o seu início, numa altura que uma praga de gafanhotos avassalou Lardosa, em pleno século XVII, destruindo todos os cultivos da aldeia, o que levou ao desespero os agricultores e os habitantes da localidade. Na altura, prometeram, então, a São Sebastião que, se acabasse com a praga, fariam todos os anos uma grande festa em sua honra.
Conta a lenda que o santo fez com que todos os gafanhotos morressem à porta da sua capela no dia 19 de Janeiro. Para garantir que esta praga não volta a repetir-se, a promessa é cumprida todos os anos.
..."excerto de texto recolhido no Jornal de Noticias"...
Este ano 2013, a festa em honra de São Sebastião, coincide mesmo com o dia da promessa.
19 de janeiro

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É uma festa em que todos os anos são nomeados festeiros para que nada falte a quem visite a Lardosa, e assim se dê seguimento a esta promessa.
Este ano de 2013, calhou-me a mim, fazer parte de uma equipa de 6 festeiros.
Eis o motivo do diferente post de hoje, aproveitando para convidar todos os leitores do meu cantinho a darem um saltinho até esta aldeia, para provarem esta iguaria da Beira Baixa, beberem um copinho.
Gratuitamente, o festeiros oferecem Cascoreis, vinho, pão, sumo, tremoços, etc...
As chouriças, morcelas, farinheiras, borregos, queijos, etc...são as oferendas que são dadas por quem queira, aos festeiros e serem leiloadas no dia da festa, onde também as comissões disponibilizam assadores com a brasa sempre pronta, e ter  a rapaziada bem aconchegada ...
Um abraço a todos/as e apareçam
Pinto, o Infante

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

...fui apanhado, no último do ano!!!

Ficaram estas por mostrar do Tomás.
Algumas delas dignas de apanhados, outras com excelente beleza.
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Os 100 metros livres
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E um excelente postal conseguido


Dia 29 de dezembro de 2013, há mais...
Pinto Infante