Ir ao meu baú, revoltar uma ata de títulos para este post, seria das coisas mais fáceis a fazer.
De há uns anos para cá, em nome individual decidi juntar os culpados destas andanças da bike(com pena minha não presentes), e partilhar juntamente com os de cá, de um passeio onde umas simples 2 garrafas de jeropiga(o então abastecimento), e uma boa almoçarada nos juntasse no fim do ano.
Desde pequeno que as bicicletas fazem parte lá de casa, mas nesta moderna vertente do BTT os Alentejanos(amigos e colegas de Portelegre), puseram-me novamente este saudável vicio no corpo.
Assim, e com vontade de partilhar os trilhos da nossa Beira, agarrei em malta de cá, e fomos lá...
Ora se fomos lá, eles vieram cá...
Pois então...
Nos dias de hoje, 2012 seria mais um. Com bastante pena minha, eles não estão presentes em virtude, e bem, também eles se juntam lá, e confraternizam sendo o mote, o convivio. Só tenho pena ser no mesmo dia, se não, ou era lá, ou cá!!!
Lá para abril, e como combinado lá iremos.
Começámos na altura 18. Os pioneiros bem se devem lembrar.
Neste ano 2012, decidi alterar o local de banhos e almoço.
Os banhos alterei, para tentar fornecer água "quente"ou não a toda a malta. Este para mim é o eterno problema desde que o futebol sénior acabou(no campo de futebol, eram sempre quentes, esquentador!!!). Mesmo assim, acho o espaço das piscinas mais acolhedor. Desde já as minhas desculpas a quem tomou banho de água menos quente...
Depois, a alteração do local de almoço.
O motivo foi como disse no mail enviado, toda a malta solicitar se podia trazer mais um amigo. Como sabem, são todos bem vindos à Lardosa, mas no espaço de restauração que tinhamos até aqui, era impossivel meter lá tanta malta, e com condições.
Outro motivo, prendeu-se com as barras energéticas fornecidas no "abastecimento". Desculpem abastecimento, como sabem nunca houve. Dentro das minhas capacidades(€€€), este ano a custo foram servidas barras com sabor a frutas,(desculpem se tiveram azedas). Eis as razões que me levaram a estas alterações.
O grupo, esse, com muito sangue novo, outros veteranos e pioneiros da coisa, apresentou-se este ano o mais numeroso de sempre.
Quanto ao trilho, nunca no meu baú tinha mostrado algum perfume da minha terra Natal nesta vertente. Razão este ano, para levar lá a malta que disse presente.
Então, Junto às piscinas da Lardosa, pela 8H30, de dia 30 de dezembro de 2012, esperava eu pelos meus convidados para o "último" passeio de BTT do ano. O tradicional.
Com 58 amantes das duas rodas atrás do guia, seria então Alcains a localidade escolhida, e que muito me honra visitar, sendo esta a 1ª vez nesta modalidade. Revoltei o baú, solicitei autorização aos donos dos terrenos a passagem do pessoal em caminhos particulares(a quem agradeço), singles um ou outro novo, e a travessia da linha do comboio chegava.
Misturei alguns de eleição da minha juventude até ao "Zé do Cabeço do Carvão". Local escolhido para as barras energéticas.
Previamente solicitada autorização do meu amigo Zé e Sousa, nesta queijaria a malta abancou, e sem grande vontade de sair, fomos beber um café no centro da minha terra Natal.
Alcains.
Alcains possui uns carreirinhos engraçados que achei por bem lá passar, Perfume de baú diria. Até às casas novas, local onde residiam grandes amigos de infância, vasculhei as quelhas e fiz questão de por lá mostar à malta a beleza da construção antiga de Alcains.
Em pleno largo de St.º António tomamos o café, e deu neste dia para rever amigos de outros tempos.
Em mente, de inicio, tinha elaborado o regresso via ribeira das Rabaças, até Caféde e Póvoa de Rio de Moinhos, mas como o pelotão era grande, e as poldras de travessia se apresentam com musgo e perigosas, decidi transpôr a ribeira até à estrada de Caféde por alfalto.
Neste último do ano, e de todas as edições, o São Pedro tem sido o padroeiro desta volta. Exceção de 2008, que neste dia se encontrava distraido, e fomos a banhos.
30 de dezembro 2012. forneceu-nos um dia, que comentários são poucos para descrever a tamanha beleza da Natureza.
Póvoa de Rio de Moinhos, sem mãos no travão, fui novamente à infância, e na terra dos meus avós Maternos, algumas das quelhas foram invadidas e recordadas por mim, e partilhadas neste dia por 59 companheiros do pedal.
Baú, e o retoque final, como que de um postal se trate o esplendor da Marateca, Santa Águeda, dava encanto a mais um passeio que quase chega ao fim.
Fotos cedidas por A.Quelhas
Carrega e vê filmes cedidos pelo Olegário Coelho:
Lardosa, 47 kms, muita conversa, muito convivio, e depois daqueles ralhos à antiga que os últimos tomaram banho menos quente, a tradicional sopa farta, e o bacalhau no forno faziam parte deste dia, que ateimo não cair em esquecimento.
Umas últimass palavas tenho que deixar SEMPRE:
Ao meu amigo Qui Tó, eterno e sempre disponivel voluntário, bem haja.
À Junta de Freguesia da Lardosa, aquele apoio de sempre sem travões...
Aos donos dos terrenos particulares, o meu muito bem haja por nos deixarem passar nos seus pertences.
Ao Zé e Sousa, bem haja pela prova de queijos e cedência do magnífico espaço onde degustámos as barras energéticas.
Gigi, obrigado por receberes a malta no quiosque e aquela atenção ao preço do café.
A ti que disseste presente neste último de 2012.
Bem haja por quereres vir até à Lardosa, e sob a batuta de "as voltas do Pinto Infante", participares neste baú.
29 de dezembro de 2013, está a ser preparado...
A todos um ano de 2013, com SAÚDE.
Aquele se sempre...
Pinto, o Infante
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
...o retoque no baú para último do ano...

Comecei em tempos por apelidar o que se aproxima, como "o esplendor da Marateca", ou mesmo o último do ano.
Facto na altura, fato no dias de hoje é que a malta destas andanças tem abraçado este tipo de volta, coisa que muito me honra organizar.
Bem à maneira dos primórdios passeios btt onde participei, todos os anos o último domingo é com guia, e por aí, junta-se um magote de amigos e comparsas do pedal, vou àquilo que apelido do meu báu, entenda-se "as voltas do Pinto Infante", na companhia das nossas bikes, desfrutar dos lapacheiros de água, single traks e boas vistas que a Natureza nos oferece.

Pois bem. Com uma pedra no sapato, ali para os finalmentes do trilho deste passeio, decidi nesta 5ª desportiva ir ao local e pesquisar as quelhas possiveis, e que me dão um prazer enorme encher o meu baú.
Pelo caminho, encontrei alguns companheiros do pedal, em modalidade de asfalto, que também eles aproveitavam o sol muito bom para esta manhã biciclista.
Apesar do sol nesta manhã ser agradável, nas baixas era notório a geada e gelo que a noite trouxe, tornando-se por vezes perigoso circular nas aldeias por onde iremos passar.
A aposta e objetivo, uma vez mais, com esta iniciativa vai direcionada para a amizade, confraterinzação, e tentar partilhar porventura algumas das minhas voltinhas, que o meu baú possui.
50 kms percorridos, numa excelente manhã a solo, mas que domingo, o solo se vai transformar em pelotão.
Sem travões, desejo a todos os leitores do meu baú, um bom ano novo.
Aquele de sempre...
Pinto, o Infante
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
...do 17 ao 42...
Escolhi para hoje algo que acompanha qualquer ser humano.
os tempos vão passando(a idade) mas as recordações, essas vão-nos ficando na memória
...do 17 ao 42!!!
Entendi o titulo deste post assim, em virtude da voltinha deste sábado passado.
Com os campos a jorrar a farta mas ainda insuficiente água que tem caido para as encher barragens e poços, acordei com o sol misturado com nuvens, mas se houvesse vontade, ia dar uma voltinha por aí.
Foi o que decidi.
Pelas 9 e pouco saí de casa na Lardosa, e sem destino traçado fui andando na planicie da Beira até Alcains.
Talvez já calçasse o 22 de pé, quando o teto escolhido pelos meus progenitores, fosse o lugar para hoje até lá dar uma volta. Por trilhos de recordação, dei comigo na estação de caminho de ferro. Aqui revoltei o possivel dos trilhos do tamanho trinta e tal...
Pois com este tamanho, alguns amigos residiam nas casa, sei lá de vereneio talvez duma fábrica da altura.
A Sicel. Fábrica de rações, que empregava os progenitores dos meus colegas de tamanho trinta e tal...
Consegui chegar a Alcains por um trilho, do baú, e que recordações deste!!!
Aqui recordei as cansativas e aborrecidas corridas que faziamos para calçar umas chuteiras e darmos uns pontapés com o tamanho a rondar o 40, numa bola de "cátchú"
A equipa dos canarinhos"Clube desportivo de Alcains".
E como se não bastasse, naquela altura e ainda hoje tinhamos o "Tchana" o massagista dos "Canarinos"
Alcains chegava naturalmente..
Depois, bem depois o cafézito teve que ser em sitio que manifestamente está bem diferente.
O largo de Santo António.
Esse largo que toda a malta de Alcains conhece, e identifica como referência a quem anda perdido.
Festas de Santo António, provas de perícia, torneios de malha, festas etc...
Tomei café no "quiosque" do GIGI, em que até neste dia tive o prazer de ser servido por uma Sr.ª do meu ano.
Como o tempo passa!!!
E agora por onde faço o regresso!?
Decidi abrir o livro de mais memórias, onde calhoada, pedrada, banhos, bicicleta, a pé, e muitos 1ºs de Maio nesta ribeira se fizeram, e se continuam a fazer.
A ribeira das Rabaças.
Os de Caféde, sempre reclamaram serem os donos.
Nós Alcainenses diziamos que não. A ribeira é de Alcains, e acabou a conversa.
Ainda estive tentado neste sábado efetuar a descida a seguir à "fartancha" pelos mesmos trilhos e caminhos que se faziam na altura, com o tamanho quase 40, mas com receio de não passar fiz por aquele que antigamente se efetuavam corridas até às "Rabaças"
Era aqui mesmo, talvez já com o tamanho 40, onde as piscinas(só a de Castelo Branco e de Alpedrinha) davam lugar a este mágnifico espaço.
Tudo se fazia aqui.
Pesca, porrada(na brincadeira claro), confraternização, corridas, e aqueles banhos e mergulhos onde sempre achei que a sorte e a mão de Deus estavam sempre presentes. Tanta vez se mergulhou sem bater com a cabeça num calhau!!!Sorte!!!
Na memória guardo presente estas recordações...
Assim sendo, a volta tinha obrigatóriamente que passar pela Póvoa de Rio de Moinhos.
Fiz questão de entrar por uma das tapadas dos meus avós.
Com uma mula, companheira de trabalho para a lavoura, e transporte fazia diáriamente este trajeto, onde a uma das companhia era a minha(tamanho 30 talvez).
Passei pela fonte, quelhas, onde recordei os carrinhos de 2 rodas, que tanta vez serviram de brincadeiras nesta pacata aldeia...
A barragem de Santa Águeda, fica a 5 kms da Póvoa de Rio de Moinhos. Mais uma guerra, e esta ainda hoje perdura.
Os da Póvoa chama-lhe, barragem de Santa Águeda, os da Lardosa barragem da Marateca.
E agora!!!???
Certo, é que com tamanhos quase 40 tive o prazer de circular nestes caminhos que a água apagou até à "aparição" da Marateca ou Santa Águeda.
Todos os anos, e sem o rei "Gaspar" era ver os pára-quedistas e força aérea Portuguesa que faziam as maravilhas das gentes que visitavam esta capelinha e sua ermida.
Nossa Sr.ª de Santa Águeda.
Cá em baixo, e na companhia cada um dos SEUS, estes pára-quedistas desfrutavam da bucha confecionada com amor e carinho para este dia de festa...
Tudo o tempo apaga, mas as memórias não...
Cheguei à Lardosa, com o tamanho 42 calçados, reparei que os anos passam, e só as memórias ficam para registarmos grandes dias e noites que passaram pelos trilhos do baú deste sábado...
Memórias são coisas que não faltam nesta aldeia da Lardosa, pois o tamanho do pé, já deram lugar a 2 de tamanho 17, e qualquer dia, falam também eles se quiserem daquele que já calçou o 17...
Pois é, e se tenho o 42 calçado, é com este tamanho que deixo e endereço aqui aos leitores/as do meu cantinho, um SANTO E FELIZ NATAL...
E em tom de relembrar as pasteleiras, aqui vos deixo uma mágnífica reportagem que o meu amigo Anibal Sequeira me enviou para o Email. Aquele de sempre...
Pinto, o Infante
os tempos vão passando(a idade) mas as recordações, essas vão-nos ficando na memória
...do 17 ao 42!!!
Entendi o titulo deste post assim, em virtude da voltinha deste sábado passado.
Com os campos a jorrar a farta mas ainda insuficiente água que tem caido para as encher barragens e poços, acordei com o sol misturado com nuvens, mas se houvesse vontade, ia dar uma voltinha por aí.
Foi o que decidi.
Pelas 9 e pouco saí de casa na Lardosa, e sem destino traçado fui andando na planicie da Beira até Alcains.
Talvez já calçasse o 22 de pé, quando o teto escolhido pelos meus progenitores, fosse o lugar para hoje até lá dar uma volta. Por trilhos de recordação, dei comigo na estação de caminho de ferro. Aqui revoltei o possivel dos trilhos do tamanho trinta e tal...
Pois com este tamanho, alguns amigos residiam nas casa, sei lá de vereneio talvez duma fábrica da altura.
A Sicel. Fábrica de rações, que empregava os progenitores dos meus colegas de tamanho trinta e tal...
Consegui chegar a Alcains por um trilho, do baú, e que recordações deste!!!
Aqui recordei as cansativas e aborrecidas corridas que faziamos para calçar umas chuteiras e darmos uns pontapés com o tamanho a rondar o 40, numa bola de "cátchú"
A equipa dos canarinhos"Clube desportivo de Alcains".
E como se não bastasse, naquela altura e ainda hoje tinhamos o "Tchana" o massagista dos "Canarinos"
Alcains chegava naturalmente..
Depois, bem depois o cafézito teve que ser em sitio que manifestamente está bem diferente.
O largo de Santo António.
Esse largo que toda a malta de Alcains conhece, e identifica como referência a quem anda perdido.
Festas de Santo António, provas de perícia, torneios de malha, festas etc...
Tomei café no "quiosque" do GIGI, em que até neste dia tive o prazer de ser servido por uma Sr.ª do meu ano.
Como o tempo passa!!!
E agora por onde faço o regresso!?
Decidi abrir o livro de mais memórias, onde calhoada, pedrada, banhos, bicicleta, a pé, e muitos 1ºs de Maio nesta ribeira se fizeram, e se continuam a fazer.
A ribeira das Rabaças.
Os de Caféde, sempre reclamaram serem os donos.
Nós Alcainenses diziamos que não. A ribeira é de Alcains, e acabou a conversa.
Ainda estive tentado neste sábado efetuar a descida a seguir à "fartancha" pelos mesmos trilhos e caminhos que se faziam na altura, com o tamanho quase 40, mas com receio de não passar fiz por aquele que antigamente se efetuavam corridas até às "Rabaças"
Era aqui mesmo, talvez já com o tamanho 40, onde as piscinas(só a de Castelo Branco e de Alpedrinha) davam lugar a este mágnifico espaço.
Tudo se fazia aqui.
Pesca, porrada(na brincadeira claro), confraternização, corridas, e aqueles banhos e mergulhos onde sempre achei que a sorte e a mão de Deus estavam sempre presentes. Tanta vez se mergulhou sem bater com a cabeça num calhau!!!Sorte!!!
Na memória guardo presente estas recordações...
Assim sendo, a volta tinha obrigatóriamente que passar pela Póvoa de Rio de Moinhos.
Fiz questão de entrar por uma das tapadas dos meus avós.
Com uma mula, companheira de trabalho para a lavoura, e transporte fazia diáriamente este trajeto, onde a uma das companhia era a minha(tamanho 30 talvez).
Passei pela fonte, quelhas, onde recordei os carrinhos de 2 rodas, que tanta vez serviram de brincadeiras nesta pacata aldeia...
A barragem de Santa Águeda, fica a 5 kms da Póvoa de Rio de Moinhos. Mais uma guerra, e esta ainda hoje perdura.
Os da Póvoa chama-lhe, barragem de Santa Águeda, os da Lardosa barragem da Marateca.
E agora!!!???
Certo, é que com tamanhos quase 40 tive o prazer de circular nestes caminhos que a água apagou até à "aparição" da Marateca ou Santa Águeda.
Todos os anos, e sem o rei "Gaspar" era ver os pára-quedistas e força aérea Portuguesa que faziam as maravilhas das gentes que visitavam esta capelinha e sua ermida.
Nossa Sr.ª de Santa Águeda.
Cá em baixo, e na companhia cada um dos SEUS, estes pára-quedistas desfrutavam da bucha confecionada com amor e carinho para este dia de festa...
Tudo o tempo apaga, mas as memórias não...
Cheguei à Lardosa, com o tamanho 42 calçados, reparei que os anos passam, e só as memórias ficam para registarmos grandes dias e noites que passaram pelos trilhos do baú deste sábado...
Memórias são coisas que não faltam nesta aldeia da Lardosa, pois o tamanho do pé, já deram lugar a 2 de tamanho 17, e qualquer dia, falam também eles se quiserem daquele que já calçou o 17...
Pois é, e se tenho o 42 calçado, é com este tamanho que deixo e endereço aqui aos leitores/as do meu cantinho, um SANTO E FELIZ NATAL...
E em tom de relembrar as pasteleiras, aqui vos deixo uma mágnífica reportagem que o meu amigo Anibal Sequeira me enviou para o Email. Aquele de sempre...
Pinto, o Infante
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
...a preparação do último de 2012...
Os últimos tempos e por consequências da situação do País, o tempo tem sido muito pouco(também o frio)para poder encher o meu baú, seja para o tradicional último do ano, mas também começar a encher o baú para o GPS 2013, que espero regresse este ano 2013, à data também ela tradicional dos "lagartos".
É certo que, mesmo com as primaveras a passarem por mim, ainda me vou lembrando do nome dos três reis que ofereceram os presentinhos ao menino Jesus.
O Baltazar;
O Belchior;
E o!!!!...
Pois...esse mesmo...
O Gaspar, que o presentinho de recordação e aconchego, este nada tem a ver com o outro.
O nosso "rei" Gaspar.
Mesmo a roubar-me/nos o bolso, tem conseguido dar-me o presente envenenado do tempo que me tem tirado para praticar o desporto da bicicleta.
Mesmo assim, e com o dia 30 de dezembro a aproximar-se, tradição é tradição, e vamos lá ao baú, procura lá uns trilhos, junta uma palete de companheiros, trata do almoço, e orienta-te.
No domingo passado, para a preparação desta confraternização, tive a companhia do Araújo para me fazer companhia no remover de trilhos e estradões.
A saída foi de Castelo Barnco pelas 9 e tal.
O frio fez-nos companhia neste solarengo dia de inverno. Passámos por Alcains, minha terra Natal e em direção à Lardosa, já na procura do trilho para domingo 30 deparámo-nos com vários caminhos encerrados.
Encerrados, não com as tradicionais cancelas. Os donos ou não, colocaram cadeados nas cancelas de ferro, motivo pelo qual me deixaram bem triste em virtude da minha escolha este ano 2012 recair para alguns destes caminhos. No entanto, e ainda bem consegui falar com alguns deles, os quais me confidenciaram os motivos que os levaram a tal propósito.
Problemas para mim!!! E agora!?
Revoltei novamente o baú. Mais uma abanadela e sem grande sobresaltos a Lardosa é já ali.
O Araújo com horas marcadas, não podia ir além do meio dia e tal, e sendo assim rumámos à Lardosa por trilhos e estradões para ver o que por ali havia.
Decidimos então virados a Sul da Lardosa fazer a entrada nesta aldeia.
Mesmo com o inverno quase a atingir a sua amplitude máxima, é ainda agradável observar a beleza das árvores de folha caduca a colorirem os campos por onde passámos.
Algumas das escolhas deste domingo, foram para mim um prazer revisitá-las, mas com tristeza vão ser colocadas de lado, pois os cadeados a isso vão obrigar.
Optei então por efetuar um reconhecimento aos suburbios da Lardosa, por onde iremos sair em direção ao final.
5ª feira desportiva, e espero sem chuva vou fazer, ou tentar fazer o trajeto final, já com as devidas alterações.
Cinquenta, vão ser mais ou menos, e como sempre a quilómetragem a propor à rapaziada que abraça este projeto tradicional.
Até à Lardosa, a volta deu 44 kms, num dia de temperaturas apeteciveis para a coisa, e só espero que dia 30 de dezembro, o tradicional último nos reserve um dia como este...
Aquele de sempre, esperando que o Gaspar nos traga um presentinho sem ser envenenado como o que tem sido até aqui...
Pinto, o Infante
19 de maio de 2013
Vamos ver...É certo que, mesmo com as primaveras a passarem por mim, ainda me vou lembrando do nome dos três reis que ofereceram os presentinhos ao menino Jesus.
O Baltazar;
O Belchior;
E o!!!!...
Pois...esse mesmo...
O Gaspar, que o presentinho de recordação e aconchego, este nada tem a ver com o outro.
O nosso "rei" Gaspar.
Mesmo a roubar-me/nos o bolso, tem conseguido dar-me o presente envenenado do tempo que me tem tirado para praticar o desporto da bicicleta.
No domingo passado, para a preparação desta confraternização, tive a companhia do Araújo para me fazer companhia no remover de trilhos e estradões.
A saída foi de Castelo Barnco pelas 9 e tal.
O frio fez-nos companhia neste solarengo dia de inverno. Passámos por Alcains, minha terra Natal e em direção à Lardosa, já na procura do trilho para domingo 30 deparámo-nos com vários caminhos encerrados.
Encerrados, não com as tradicionais cancelas. Os donos ou não, colocaram cadeados nas cancelas de ferro, motivo pelo qual me deixaram bem triste em virtude da minha escolha este ano 2012 recair para alguns destes caminhos. No entanto, e ainda bem consegui falar com alguns deles, os quais me confidenciaram os motivos que os levaram a tal propósito.
Problemas para mim!!! E agora!?
Revoltei novamente o baú. Mais uma abanadela e sem grande sobresaltos a Lardosa é já ali.
O Araújo com horas marcadas, não podia ir além do meio dia e tal, e sendo assim rumámos à Lardosa por trilhos e estradões para ver o que por ali havia.
Decidimos então virados a Sul da Lardosa fazer a entrada nesta aldeia.
Mesmo com o inverno quase a atingir a sua amplitude máxima, é ainda agradável observar a beleza das árvores de folha caduca a colorirem os campos por onde passámos.
Algumas das escolhas deste domingo, foram para mim um prazer revisitá-las, mas com tristeza vão ser colocadas de lado, pois os cadeados a isso vão obrigar.
Optei então por efetuar um reconhecimento aos suburbios da Lardosa, por onde iremos sair em direção ao final.
5ª feira desportiva, e espero sem chuva vou fazer, ou tentar fazer o trajeto final, já com as devidas alterações.
Cinquenta, vão ser mais ou menos, e como sempre a quilómetragem a propor à rapaziada que abraça este projeto tradicional.
Até à Lardosa, a volta deu 44 kms, num dia de temperaturas apeteciveis para a coisa, e só espero que dia 30 de dezembro, o tradicional último nos reserve um dia como este...
Aquele de sempre, esperando que o Gaspar nos traga um presentinho sem ser envenenado como o que tem sido até aqui...
Pinto, o Infante
sábado, 8 de dezembro de 2012
...a tradição, é para manter...
30 de dezembro 2012, é para repetir sim Sr.º
2007, foi assim....
2008 assim foi...
Foi assim em 2009...
Em 2010, assim...
Claro, em 2011 repetiu-se
Como será 2012?!
Desejo a todos os leitores e amigos do meu cantinho, um baú repleto de SAÚDE e feliz Natal.
Aquele de sempre...sem travões...a subir claro....
Pinto, o Infante
2007, foi assim....
2008 assim foi...
Foi assim em 2009...
Em 2010, assim...
Claro, em 2011 repetiu-se
Como será 2012?!
Desejo a todos os leitores e amigos do meu cantinho, um baú repleto de SAÚDE e feliz Natal.
Aquele de sempre...sem travões...a subir claro....
Pinto, o Infante
domingo, 25 de novembro de 2012
...pelos encantos da Açafa...
...quem não se lembra de um dos bons eventos que se realizavam na Beira Baixa!!!???...
Acabou o passeio, ficou a amizade.
Chegámos a rondar os 600 inscritos...
A última, essa nem a quero recordar!!!
Bem, e os anos passam......
Donos e Senhores dum excelente evento o Pequito e o Jorge um pouco por insistência de alguns amantes da coisa, decidiram por mãos à obra, juntar uma equipa, foram ao baú recheadíssimo da Açafa e seja o que Deus e São Pedro quiserem.
Desta vez não eramos 600, mas a meia centena, foi o número que abraçou este domingo de outono. O tempo de véspera apresentou-se carregado de água, mas neste domingo o sol seria mais teimoso do que a chuva.
Ora do lado Norte, ora do lado Sul, a malta juntou-se pelas 8 e tal perto das 9 da manhã para em grupo, e sob a batuta do Paulo na frente e Pequito na retaguarda invadimos uma Açafa carregada de recordações.
Foi com tristeza que a massa adepta da BTT vimos este excelente evento acabar.
Neste domingo,saímos pela subida da barragem do Açafal.
A Beira Baixa neste dia estava em desvantagem, em virtude dos do lado de lá do rio Tejo trazerem uma armada muito bem constituida. Os "Rodas de São Mamede" muito bem comandados por um amigo e colega de profissão de longa data. O Marco Castelo.
Uma rapaziada sempre alegre e divertida, fizeram juntamente connosco uma manhã cheia de recordações.
É com estes eventos que se vivem amizades, alegrias e grandes recordações, lembrando neste dia, coisas e tempos que já lá vão. Neste dia, os" trilhos da Açafa"
Conhecedor QB do vasto e invejável património de trilhos e bredas, bem à maneira de os recordar, o Pequito pôs a malta a circular por trilhos de Sarnadas de Rodão, Atalaia, Rodeios e Vale do Homem.
Alguns azares neste dia, em concreto para o Serrasqueiro e Pequito. Quanto ao do Serrasqueiro um furo na benção da Açafa. Quanto ao azar do Pequito, já lá vamos.
Nas sarnadas de Rodão, o Paulo fez alto à rapaziada para degustarmos uns secos e saborosos borrachões, e broas de leite acompanhados dum suminho. Muito bom.
A conversa com o Castelo uma constante, mas aqui os pormenores faziam parte da prosa e das "saudades" da boa gente alentejana que em outros tempos me fizeram companhia na vida profissional.
É sempre com enorme prazer que revejo grandes amigos, e neste tipo de eventos mais ainda, pois um pouco "graças a eles" aderi ao BTT.
Foi quando as lides profissionais decorriam em Portalegre que alguns deles(o Castelo e Matroca), me meteram o vicio do BTT.
Ainda bem.
Aos poucos o trilho engolia e absorvia a Açafa...
Cheirava a trabalho destas gentes que com toda a certeza e prazer procurava trilhos/bredas e singles para oferecer a quem por ali aparecesse na Açafa.
Lindos trilhos...
Rodeios, Vale do Homem(espetáculo de trilhos), e em virtude das levadas de água que antecederam este domingo, os mordomos da coisa optaram em fazerem uma ligeira alteração ao percurso. A turma alentejana sob a batuta do Castelo "agradeceu", pois antes um dos alegres companheiros decidiu ir a banhos forçados, como que se de um SPA se tratasse(felizmente sem se aleijar, um companheiro foi mesmo ao charco).
Recompostos, seguia-se, o grande azar do dia.
A bike do Pequito, partiu o drop out. uuuiiii!!!
Desmonta, monta, faz single speed e lá conseguimos colocar de novo o Pequito no trilho, com ajudas extras, mas conseguindo assim levá-lo até ao fim.
Enquanto a mecânica saía, houve ainda tempo para mais brincadeiras.
Diria mesmo, o mistério da Açafa...
O Pedro que se dipos logo em colaborar abandonou a sua montada.
Depois...
Depois eis o mistério!?
Quando a single estava pronta, o regresso ao trilho, e o Pedro!!!
Alguém viu a minha bike!?
Tudo brincadeira de salutar, a bike misteriosamente apareceu no meio do nevoeiro...
Ficámos um grupo para trás, e o outro conduzido pelo Paulo Martins dirigia-se a banhos quentinhos que estavam.
Quanto a nós, com calma, novamente pela barragem da Açafa, demos entrada em Vila Velha de Rodão, para nos juntarmos ao resto do pessoal.
Com todo o grupo aconchegado e a hora já ia um pouco adiantada, o almoço abastecido por uma excelente e farta sopa, carninha muito boa e um belo tinto cá da Beira a acompanhar. Pena tive, por compromissos pessoais, ter que abandonar tão simpático almoço e companheiros, porque já soube que a castanha assada e a jeropiga souberam a lanche...
Para terminar endereço um grande abraço ao Castelo e aos alegres companheiros alentejanos, porque estes passeios servem mesmo para isto.
Confraternizar...
Ao restante pessoal, foi um prazer ver e rever malta que já não via há algum tempo, sendo sempre para mim, um prazer fazer parte da lista de convidados destes eventos.
No fim, a nossa contribuição para o mês da caridade foi naturalmente lembrada.
Pequito e bombeiros voluntários façam favor de reeditar este belo evento, que a malta vem com certeza, e agradece..
Um grande abraço daquele de sempre...
...tira as mãos do travão...a subir claro...
Pinto, o Infante
Trilhos da Açafa
O pedido em 2009 foi concedido pela mão do meu amigo António Pequito. Ser o dorsal nº 1 em virtude de ter ganho o concurso de fotografias neste evento, versão 2009.Acabou o passeio, ficou a amizade.
Chegámos a rondar os 600 inscritos...
A última, essa nem a quero recordar!!!
Bem, e os anos passam......
Donos e Senhores dum excelente evento o Pequito e o Jorge um pouco por insistência de alguns amantes da coisa, decidiram por mãos à obra, juntar uma equipa, foram ao baú recheadíssimo da Açafa e seja o que Deus e São Pedro quiserem.
Desta vez não eramos 600, mas a meia centena, foi o número que abraçou este domingo de outono. O tempo de véspera apresentou-se carregado de água, mas neste domingo o sol seria mais teimoso do que a chuva.
Ora do lado Norte, ora do lado Sul, a malta juntou-se pelas 8 e tal perto das 9 da manhã para em grupo, e sob a batuta do Paulo na frente e Pequito na retaguarda invadimos uma Açafa carregada de recordações.
Foi com tristeza que a massa adepta da BTT vimos este excelente evento acabar.
Neste domingo,saímos pela subida da barragem do Açafal.
A Beira Baixa neste dia estava em desvantagem, em virtude dos do lado de lá do rio Tejo trazerem uma armada muito bem constituida. Os "Rodas de São Mamede" muito bem comandados por um amigo e colega de profissão de longa data. O Marco Castelo.
Uma rapaziada sempre alegre e divertida, fizeram juntamente connosco uma manhã cheia de recordações.
É com estes eventos que se vivem amizades, alegrias e grandes recordações, lembrando neste dia, coisas e tempos que já lá vão. Neste dia, os" trilhos da Açafa"
Conhecedor QB do vasto e invejável património de trilhos e bredas, bem à maneira de os recordar, o Pequito pôs a malta a circular por trilhos de Sarnadas de Rodão, Atalaia, Rodeios e Vale do Homem.
Alguns azares neste dia, em concreto para o Serrasqueiro e Pequito. Quanto ao do Serrasqueiro um furo na benção da Açafa. Quanto ao azar do Pequito, já lá vamos.
Nas sarnadas de Rodão, o Paulo fez alto à rapaziada para degustarmos uns secos e saborosos borrachões, e broas de leite acompanhados dum suminho. Muito bom.
A conversa com o Castelo uma constante, mas aqui os pormenores faziam parte da prosa e das "saudades" da boa gente alentejana que em outros tempos me fizeram companhia na vida profissional.
É sempre com enorme prazer que revejo grandes amigos, e neste tipo de eventos mais ainda, pois um pouco "graças a eles" aderi ao BTT.
Foi quando as lides profissionais decorriam em Portalegre que alguns deles(o Castelo e Matroca), me meteram o vicio do BTT.
Ainda bem.
Aos poucos o trilho engolia e absorvia a Açafa...
Cheirava a trabalho destas gentes que com toda a certeza e prazer procurava trilhos/bredas e singles para oferecer a quem por ali aparecesse na Açafa.
Lindos trilhos...
Rodeios, Vale do Homem(espetáculo de trilhos), e em virtude das levadas de água que antecederam este domingo, os mordomos da coisa optaram em fazerem uma ligeira alteração ao percurso. A turma alentejana sob a batuta do Castelo "agradeceu", pois antes um dos alegres companheiros decidiu ir a banhos forçados, como que se de um SPA se tratasse(felizmente sem se aleijar, um companheiro foi mesmo ao charco).
Recompostos, seguia-se, o grande azar do dia.
A bike do Pequito, partiu o drop out. uuuiiii!!!
Desmonta, monta, faz single speed e lá conseguimos colocar de novo o Pequito no trilho, com ajudas extras, mas conseguindo assim levá-lo até ao fim.
Enquanto a mecânica saía, houve ainda tempo para mais brincadeiras.
Diria mesmo, o mistério da Açafa...
O Pedro que se dipos logo em colaborar abandonou a sua montada.
Depois...
Depois eis o mistério!?
Quando a single estava pronta, o regresso ao trilho, e o Pedro!!!
Alguém viu a minha bike!?
Tudo brincadeira de salutar, a bike misteriosamente apareceu no meio do nevoeiro...
Ficámos um grupo para trás, e o outro conduzido pelo Paulo Martins dirigia-se a banhos quentinhos que estavam.
Quanto a nós, com calma, novamente pela barragem da Açafa, demos entrada em Vila Velha de Rodão, para nos juntarmos ao resto do pessoal.
Com todo o grupo aconchegado e a hora já ia um pouco adiantada, o almoço abastecido por uma excelente e farta sopa, carninha muito boa e um belo tinto cá da Beira a acompanhar. Pena tive, por compromissos pessoais, ter que abandonar tão simpático almoço e companheiros, porque já soube que a castanha assada e a jeropiga souberam a lanche...
Para terminar endereço um grande abraço ao Castelo e aos alegres companheiros alentejanos, porque estes passeios servem mesmo para isto.
Confraternizar...
Ao restante pessoal, foi um prazer ver e rever malta que já não via há algum tempo, sendo sempre para mim, um prazer fazer parte da lista de convidados destes eventos.
No fim, a nossa contribuição para o mês da caridade foi naturalmente lembrada.
Pequito e bombeiros voluntários façam favor de reeditar este belo evento, que a malta vem com certeza, e agradece..
Um grande abraço daquele de sempre...
...tira as mãos do travão...a subir claro...
Pinto, o Infante
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
...uma pérola no interior...
frases do dia proferidas por:
Nelson Araújo, a propósito duma figura politica;
...vale mais ser recordado pelo mal, do que ser esquecido...
autor Adolf Hitler
...........................................
Sr.º João Gaspar, proprietário do café "ideal"
...em 7 minutos, tá tudo pronto!!!
...estes foram acabadinhos de fazer instantaneamente...
...volte lá a tribáscula...
..........................................
Pinto Infante
...o Miguel e o Nunes são daqueles de proporcionalidade inversa:
a subir, é de talega, e descer é de avózinha...
Há muito tempo que sou um fã incondicional da Natureza. A descoberta de novas aventuras na companhia da rapaziada que partilha comigo esta paixão tem feito aos poucos que se procurem novos rumos em terras e terrenos que o nosso pequeno mas simpático Portugal possui.
A malta de Castelo Branco já elaborou algumas bem à minha maneira, mas nunca participei. Ora sob batuta do AC ou sob a batuta do AQ têm feito coisas muito bonitas, procurando algo diferente de maratonas/passeios, com a tradicional fita orientadora, em que a única coisa em comum, é a bicicleta.
Vê aqui fotos do Simões:
Neste domingo, foi a minha vez de ir ver, tentar e absorver o espitrito da malta Albicastrense.
A serra da Estrela, por motivos de força maior não é bem a minha paixão, visto ter que tirar as mãos do travão vezes sem conta, mas outro piscar de olhos me fez este monte. Ver, sentir as cores do outono através das árvores de folha caduca que em certa altura duvidei se estaria em Portugal!!!
Meu companheiro destas andanças desde a ligação de Lisboa à Lardosa, o Simões tinha dito presente há muito. O resto da malta, aceitaram o desafio e apareceram naturalmente. O Nunes, o Jorge, o Nuno, o Miguel, o Araújo.
A aventura lançada para este domingo era a seguinte. Através do trilho gentilmente cedido pelo Fidalgo( made in AQ) levar os carros e bikes até Manteigas e deixar que a Natureza fizesse o resto.
Simples.
Alterámos a data, algumas vezes, e mesmo para este domingo a coisa estava negra. Algo apreensivos em consequência do tempo. Em permanente contacto com colega de profissão de Manteigas, e atualizando os sites de metereologia, o dia para domingo mostrava-se agradável.
Simples, mas coisas em que tudo o que tente caracterizar a tamanha beleza vista e observada, é pouco.
O Jorge Oliveira, como combinado, veio ter comigo à Lardosa à 7 da manhã. O resto do pessoal vinha a seguir.
Arrear as bikes em Manteigas, e pelas 8 e tal demos inicio à linda aventura deste domingo.
Já com o sol a brilhar nos céus de Manteigas, apercebiamo-nos que o dia ia ser de feição para a coisa.
Fotos Pinto Infante
Exatamente o que procurávamos.
Manteigas, ponte do rio Zêzere observámos o seu caudal que percorre os trilhos seu pertence pela serra abaixo. Aqui, o Jorge apercebe-se de algo esquisito na sua bike!!! O retentor da suspensão da frente começava a saltar. Como é possivel acontecer uma coisa destas tão esquisita!!! Conseguiu colocá-lo no sitio, mas daqui para a frente sem suspensão.
Seguimos então em direcção ao poço do Inferno onde em subida o outono tratava de nos brindar com postais, e que postais.
Vê aqui fotos do Miguel:
Fotos e mais fotos. As vistas davam vontade de não sair dali. Pela primeira vez deparei-me a circular no alto, observando paisagens dignas das Américas, nunca vistas...
A circulação nesta zona, é algo dificil pois debaixo da folhagem dos castanheiros o piso é de empedrado solto. Aqui, o Nunes e o Simões, de forma gratuita, "encheram" as mochilas de castanhas.
Vislumbrávamos Sameiro lá bem do alto. Um horizonte magnífico. A progressão no terreno era para uma semana carregada de água, muito boa. As únicas vezes que se sentiam os efeitos da chuva foi quando baixavamos um pouco a altitude, o terreno ficava logo empapado.
Depois destas magníficas vistas, passámos por cima da pista de neve artificial, e iniciavamos a descida até ao Vale da Amoreira. Fomos ao café "Ideal".
Aqui, o Jorge aborrecido e algo durido nos braços, em consequência da suspensão e agora gripe, achou por bem abandonar a malta. Regressou a Manteigas por estrada. O grupo triste, continuou, pois tinha o monte mor desta aventura pela frente.
Nesta subida progressiva encontrámos algumas paredes com 10/15% de inclinação, mas tudo se fez, observando neste lado o que os incêndios têm feito, ao consumir uma boa parte do pinhal existente. A parte menos bonita do percurso, ladeado de um "monstro" que teimava em chamar-me até ao alto.
Ao subirmos o barulho das águas que lá em baixo vão enchendo as ribeiras e rios é deveras lindo. Ribeiras, barrocas e charcos lá bem no alto desta serra bem colorida.
Passamos a casa do guarda, triste e abandonada e na descida dos Casais do Folgosinho, calhou me a mim efectuar paragem obrigatório com o pneu traseiro rasgado.
O piso é propício a este tipo de imprevistos. O Araújo em vão tentou encher com gás, coisa que não resultaria em virtude de perder o liquido todo pelo buraco de rasgo do pneu.
Com este imprevisto, começava a pensar no Jorge, que tinha ido ao banho mais cedo, e "coitado" teve que levar uma "seca".
Colocada uma câmara, cruzámos a capela da N/Sr.ª da Acedasse, em direcção ao Covão da Ponte, onde aqui foi o único lugarejo que podemos observar a vida animal própriamente dita deste lugar da Beira e que caracteriza esta zona. Cabras, ovelhas e até os cães, estes amistosos e simpáticos.
A serra da Estrela.

No alto das Penhas Douradas, Vale de Covo e regalamos as vistas já com Vale Glaciar e Manteigas lá no horizonte, fotos atrás de fotos, a pior asneira do dia viria a ocupar lugar nesta mágnífica aventura.Enfim...
O Quelhas tinha-me dito que seria uma das partes mais bonitas de percorrer.
A rota das faias.
Ao arrancármos em asfalto por engano os orientadores do GPS meteram os pés!!!
Eu e o Araújo sem mais pormenores, nem eu nem ele olhámos para o GPS, e quando demos por ela estávamos do lado oposto ao trilho....
Porra!!!
O Nuno já tinha descido umas centenas de metros não querendo virar atrás!!!!
Foi então que o resto do pessoal decidimos seguir, mas com um frio na espinha de raiva e tristeza ao ver o brutal caminho embebido nas faias amarela e laranjas por onde deveríamos circular!!!
Foi muito bonito descer até Manteigas por este trilho que serpentei o montanha até Manteigas, mas....Mas o outro ficou enraivecido no canto do olho!!!
Confesso que as cores alanranjadas e amarelas fazendo lembrar o fogo, misturadas com as penas e cores naturais dos flamingos, nesta pérola da serra da Estrela foi para mim um motivo que justificou e de maneira esta deslocação ao maciço Central...
Com Manteigas a beijar os pneus das bikes, lá estava o "desgraçado" do Jorge , dentro da carrinha. Jorge a ti só te posso desejar rápidas e boas melhoras...
Banho rápido e no café "ideal" lá estavam os peixes reis acompanhados de um tintol feito pelo Sr.º João servido com humildade de gentes que gostam de beber um copo com a malta que por ali passa...
A sobremesa foi um queijinho da serra acompanhado de doce de marmelada.
Espetáculo...
Vê aqui fotos do Araújo:
Nesta altura do ano, é sem dúvida alguma uma pérola no interior visitar esta zona, em que todas as palavras bonitas e adjetivos que se escrevam, não conseguem ilustrar o tamanho monstro de beleza da serra da Estrela...
Àqueles que me acompanharam, muito bem haja pela companhia, e se partilharem o meu sentimento, quando é a proxima!!!???
Agradecimentos pelas dicas, conselhos e trilho ao Agnelo Quelhas e ao Abilio Fidalgo.
...sem travões...a subir claro...
Aquele de sempre...
Pinto Infante
Nelson Araújo, a propósito duma figura politica;
...vale mais ser recordado pelo mal, do que ser esquecido...
autor Adolf Hitler
...........................................
Sr.º João Gaspar, proprietário do café "ideal"
...em 7 minutos, tá tudo pronto!!!
...estes foram acabadinhos de fazer instantaneamente...
...volte lá a tribáscula...
..........................................
Pinto Infante
...o Miguel e o Nunes são daqueles de proporcionalidade inversa:
a subir, é de talega, e descer é de avózinha...
Há muito tempo que sou um fã incondicional da Natureza. A descoberta de novas aventuras na companhia da rapaziada que partilha comigo esta paixão tem feito aos poucos que se procurem novos rumos em terras e terrenos que o nosso pequeno mas simpático Portugal possui.
A malta de Castelo Branco já elaborou algumas bem à minha maneira, mas nunca participei. Ora sob batuta do AC ou sob a batuta do AQ têm feito coisas muito bonitas, procurando algo diferente de maratonas/passeios, com a tradicional fita orientadora, em que a única coisa em comum, é a bicicleta.
Vê aqui fotos do Simões:
Neste domingo, foi a minha vez de ir ver, tentar e absorver o espitrito da malta Albicastrense.
A serra da Estrela, por motivos de força maior não é bem a minha paixão, visto ter que tirar as mãos do travão vezes sem conta, mas outro piscar de olhos me fez este monte. Ver, sentir as cores do outono através das árvores de folha caduca que em certa altura duvidei se estaria em Portugal!!!
Meu companheiro destas andanças desde a ligação de Lisboa à Lardosa, o Simões tinha dito presente há muito. O resto da malta, aceitaram o desafio e apareceram naturalmente. O Nunes, o Jorge, o Nuno, o Miguel, o Araújo.
A aventura lançada para este domingo era a seguinte. Através do trilho gentilmente cedido pelo Fidalgo( made in AQ) levar os carros e bikes até Manteigas e deixar que a Natureza fizesse o resto.
Simples.
Alterámos a data, algumas vezes, e mesmo para este domingo a coisa estava negra. Algo apreensivos em consequência do tempo. Em permanente contacto com colega de profissão de Manteigas, e atualizando os sites de metereologia, o dia para domingo mostrava-se agradável.
Simples, mas coisas em que tudo o que tente caracterizar a tamanha beleza vista e observada, é pouco.
O Jorge Oliveira, como combinado, veio ter comigo à Lardosa à 7 da manhã. O resto do pessoal vinha a seguir.
Arrear as bikes em Manteigas, e pelas 8 e tal demos inicio à linda aventura deste domingo.
Já com o sol a brilhar nos céus de Manteigas, apercebiamo-nos que o dia ia ser de feição para a coisa.
Fotos Pinto Infante
Exatamente o que procurávamos.
Manteigas, ponte do rio Zêzere observámos o seu caudal que percorre os trilhos seu pertence pela serra abaixo. Aqui, o Jorge apercebe-se de algo esquisito na sua bike!!! O retentor da suspensão da frente começava a saltar. Como é possivel acontecer uma coisa destas tão esquisita!!! Conseguiu colocá-lo no sitio, mas daqui para a frente sem suspensão.
Seguimos então em direcção ao poço do Inferno onde em subida o outono tratava de nos brindar com postais, e que postais.
Vê aqui fotos do Miguel:
Fotos e mais fotos. As vistas davam vontade de não sair dali. Pela primeira vez deparei-me a circular no alto, observando paisagens dignas das Américas, nunca vistas...
A circulação nesta zona, é algo dificil pois debaixo da folhagem dos castanheiros o piso é de empedrado solto. Aqui, o Nunes e o Simões, de forma gratuita, "encheram" as mochilas de castanhas.
Vislumbrávamos Sameiro lá bem do alto. Um horizonte magnífico. A progressão no terreno era para uma semana carregada de água, muito boa. As únicas vezes que se sentiam os efeitos da chuva foi quando baixavamos um pouco a altitude, o terreno ficava logo empapado.
Depois destas magníficas vistas, passámos por cima da pista de neve artificial, e iniciavamos a descida até ao Vale da Amoreira. Fomos ao café "Ideal".
Aqui, o Jorge aborrecido e algo durido nos braços, em consequência da suspensão e agora gripe, achou por bem abandonar a malta. Regressou a Manteigas por estrada. O grupo triste, continuou, pois tinha o monte mor desta aventura pela frente.
Nesta subida progressiva encontrámos algumas paredes com 10/15% de inclinação, mas tudo se fez, observando neste lado o que os incêndios têm feito, ao consumir uma boa parte do pinhal existente. A parte menos bonita do percurso, ladeado de um "monstro" que teimava em chamar-me até ao alto.
Ao subirmos o barulho das águas que lá em baixo vão enchendo as ribeiras e rios é deveras lindo. Ribeiras, barrocas e charcos lá bem no alto desta serra bem colorida.
Passamos a casa do guarda, triste e abandonada e na descida dos Casais do Folgosinho, calhou me a mim efectuar paragem obrigatório com o pneu traseiro rasgado.
O piso é propício a este tipo de imprevistos. O Araújo em vão tentou encher com gás, coisa que não resultaria em virtude de perder o liquido todo pelo buraco de rasgo do pneu.
Com este imprevisto, começava a pensar no Jorge, que tinha ido ao banho mais cedo, e "coitado" teve que levar uma "seca".
Colocada uma câmara, cruzámos a capela da N/Sr.ª da Acedasse, em direcção ao Covão da Ponte, onde aqui foi o único lugarejo que podemos observar a vida animal própriamente dita deste lugar da Beira e que caracteriza esta zona. Cabras, ovelhas e até os cães, estes amistosos e simpáticos.
A serra da Estrela.

No alto das Penhas Douradas, Vale de Covo e regalamos as vistas já com Vale Glaciar e Manteigas lá no horizonte, fotos atrás de fotos, a pior asneira do dia viria a ocupar lugar nesta mágnífica aventura.Enfim...
O Quelhas tinha-me dito que seria uma das partes mais bonitas de percorrer.
A rota das faias.
Ao arrancármos em asfalto por engano os orientadores do GPS meteram os pés!!!
Eu e o Araújo sem mais pormenores, nem eu nem ele olhámos para o GPS, e quando demos por ela estávamos do lado oposto ao trilho....
Porra!!!
O Nuno já tinha descido umas centenas de metros não querendo virar atrás!!!!
Foi então que o resto do pessoal decidimos seguir, mas com um frio na espinha de raiva e tristeza ao ver o brutal caminho embebido nas faias amarela e laranjas por onde deveríamos circular!!!
Foi muito bonito descer até Manteigas por este trilho que serpentei o montanha até Manteigas, mas....Mas o outro ficou enraivecido no canto do olho!!!
Confesso que as cores alanranjadas e amarelas fazendo lembrar o fogo, misturadas com as penas e cores naturais dos flamingos, nesta pérola da serra da Estrela foi para mim um motivo que justificou e de maneira esta deslocação ao maciço Central...
Com Manteigas a beijar os pneus das bikes, lá estava o "desgraçado" do Jorge , dentro da carrinha. Jorge a ti só te posso desejar rápidas e boas melhoras...
Banho rápido e no café "ideal" lá estavam os peixes reis acompanhados de um tintol feito pelo Sr.º João servido com humildade de gentes que gostam de beber um copo com a malta que por ali passa...
A sobremesa foi um queijinho da serra acompanhado de doce de marmelada.
Espetáculo...
Vê aqui fotos do Araújo:
Nesta altura do ano, é sem dúvida alguma uma pérola no interior visitar esta zona, em que todas as palavras bonitas e adjetivos que se escrevam, não conseguem ilustrar o tamanho monstro de beleza da serra da Estrela...
Àqueles que me acompanharam, muito bem haja pela companhia, e se partilharem o meu sentimento, quando é a proxima!!!???
Agradecimentos pelas dicas, conselhos e trilho ao Agnelo Quelhas e ao Abilio Fidalgo.
...sem travões...a subir claro...
Aquele de sempre...
Pinto Infante
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