Uns por motivos devotos à fé, outros pela religião, outros pelo prazer de lá ir, o que é certo é que de há uns anos para cá, a malta do pedal tem feito deste caminho uma peregrinação anual.
Quanto a mim, não sou excepção.
Já la vão dois anos que não me oponho, este 2011 dia 24 está aí, e na companhia de alguns colegas e amigos vou mesmo acender a velinha à N/Sr.ª de Fátima.
Pinto Infante
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
...e depois dum serviço, vem uma folga...
Nesta 2ª feira, e já recomposto da tristeza que este ano tive neste Domingo 19 de Junho, saí de Castelo Branco e pus-me a caminho naquilo que eu considero uma volta à Pinto Infante.
A tristeza Domingo, prendeu-se com a não ida a Monfortinho de BTT por motivos familiares e como senão bastasse mais um serviço de fim de semana se atravessou no meu caminho. Ossos do ofício. Para uns gozarem, outros têem que trabalhar...
Triste ficou a minha família inteira, pois o Nelson e o Fidalgo de há uns anos para cá, oferecem à malta que participa neste evento um dia bem agradável, no oásis das Termas de Monfortinho, em que se concilia um pouco das coisas que a malta gosta, sendo uma delas, a família. Para o ano há mais, e espero não faltar...
Então depois de mais uma noitada, saí de Castelo Branco já passava das 9 da manhã. A volta desta vez(já há alguns tempos não andava com GPS)foi orientada pelo meu GPS, pois tinha eleborado um caminho daqueles rótulo baú.
Uns buraquinhos nos suburbios de Sintra da Beira, entenda-se Alpedrinha, que quero aventar para o baú, quiçá para o GPS 2012, ou para o último deste ano. Lembram-se?!
Ao passar a pedra da légua, o expresso das 9(o rebanho do Jaime) fez-me efectuar a primeira paragem do dia. Aí e pela 1ª vez senti que o pneu traseiro ia algo esquisito!?
Alcains, minha terra Natal, Lardosa e aqui paragem obrigatória. Toca de meter ar no pneu porque a parte de trás da bike já não a segurava.
Furo?!
Soalheira, e ao subir em direcção à A23, pára mesmo mete câmara de ar e já agora são 10 da manhã vê lá se comes alguma coisita. O Micaelo dá-lhe um nome bem caraceristico. Sandes XXL.
Que bem que sabe. Não sei porquê, mas não me dou lá muito bem com barras, chocolates ou...
Isto sim. Ou se come, ou não se come...
Com o intuito de fazer mais umas subidas, estas as últimas antes da ida a Fátima, decidi conciliar o útil ao agradável, agarrando e procurando perspectivas diferentes de Castelo Novo e Alpedrinha.
Mas. Mas o pior estava para vir...
![]()
Dei por mim a regressar à Lardosa, com uns cinquenta e não sei quantos Kms, e ao olhar para trás vi a quantidade de pó que deixava para trás em virtude da velocidade....
Triste, aborrecido e chateado por ter programado uma volta a rondar os 80 Kms e não ter conseguido...
A tristeza Domingo, prendeu-se com a não ida a Monfortinho de BTT por motivos familiares e como senão bastasse mais um serviço de fim de semana se atravessou no meu caminho. Ossos do ofício. Para uns gozarem, outros têem que trabalhar...
Triste ficou a minha família inteira, pois o Nelson e o Fidalgo de há uns anos para cá, oferecem à malta que participa neste evento um dia bem agradável, no oásis das Termas de Monfortinho, em que se concilia um pouco das coisas que a malta gosta, sendo uma delas, a família. Para o ano há mais, e espero não faltar...
Então depois de mais uma noitada, saí de Castelo Branco já passava das 9 da manhã. A volta desta vez(já há alguns tempos não andava com GPS)foi orientada pelo meu GPS, pois tinha eleborado um caminho daqueles rótulo baú.
Uns buraquinhos nos suburbios de Sintra da Beira, entenda-se Alpedrinha, que quero aventar para o baú, quiçá para o GPS 2012, ou para o último deste ano. Lembram-se?!
Ao passar a pedra da légua, o expresso das 9(o rebanho do Jaime) fez-me efectuar a primeira paragem do dia. Aí e pela 1ª vez senti que o pneu traseiro ia algo esquisito!?
Alcains, minha terra Natal, Lardosa e aqui paragem obrigatória. Toca de meter ar no pneu porque a parte de trás da bike já não a segurava.
Furo?!
Soalheira, e ao subir em direcção à A23, pára mesmo mete câmara de ar e já agora são 10 da manhã vê lá se comes alguma coisita. O Micaelo dá-lhe um nome bem caraceristico. Sandes XXL.
Que bem que sabe. Não sei porquê, mas não me dou lá muito bem com barras, chocolates ou...
Isto sim. Ou se come, ou não se come...
Com o intuito de fazer mais umas subidas, estas as últimas antes da ida a Fátima, decidi conciliar o útil ao agradável, agarrando e procurando perspectivas diferentes de Castelo Novo e Alpedrinha.
Consegui.
Circulei nalguns buraquinhos novos para mim, daqueles parecidos com a "Rota dos Lagartos em GPS 2011".
Gostei muito, pois a visão que se tem destas terras nestes novos trilhos é bem simpática. O baú já está mais rico.
Com 1 furo deixado para trás, à entrada de Alpedrinha pára que o dito furo já lá está outra vez!!!
Hoje, isto não estava fácil...Não me lembrava de ter 1 furo...
Pois bem. O que andava na mochila há uns anos quase a perder a validade, hoje foi dia de pôr à prova toda esta indumentária...Tudo foi pouco para tapar esta porra deste furo...Mas. Mas o pior estava para vir...
Como se não bastassem os furos, circular nuns singles de se lhe tirar o chapéu(ora vejam fotos) um calhau como que se da minha canela gostasse, vai daí e toma lá...Esta doeu mesmo...Foi daquelas que não foi nada, mas o que é certo é que me doeu...
Nesta 2ª Feira de folga, já por natureza vinha triste por não ter conseguido ir até às Termas de Monfortinho, como que estes azares a aborrecerem-me ainda mais...Irra...Dei por mim a regressar à Lardosa, com uns cinquenta e não sei quantos Kms, e ao olhar para trás vi a quantidade de pó que deixava para trás em virtude da velocidade....
Triste, aborrecido e chateado por ter programado uma volta a rondar os 80 Kms e não ter conseguido...
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Com suor, lá cheguei
Depois duma noitada em prol da segurança Nacional, cheguei à Lardosa pelas 9 e pouco da manhã, algo cansado, mas com uma vontade terrivel de dar uma com a minha todo o terreno. Desde a "Rota dos Lagartos" que não lhe punha o cú em cima. Agora só estrada.
O sol já se fazia sentir em na careca, mas a vontade era muita. Pensei então numa volta algo rápida, mas que envolvesse alguma inclinação(que tanto gosto!!!).
Decidi então fazer uma das coisas que mais gosto, com um circuito que mais odeio. Imagine-se. subir às antenas da Gardunha. Adminto o sol afectou-se as ideias...
Pelo canal 18 da Lardosa via Soalheira, dei largas ao meu andamento acompanhado da minha todo o terreno. Muito calor já a esta hora do dia. Este ano, não sei se partilham da minha opinião, o tempo tem andado algo esquisito, não estabilzando a coisa quer para o calor, vento ou frio. Coisas dos tempos modernos...O Homem faz coisas que temos que começar a ficar sencibilizados para os fenómenos e partidas que a Natureza trás como consequências, sendo a temperatura diferente nos tempos de hoje.
À frente. Subi até à varanda de Castelo Novo. As vistas e paisagens são muito bonitas servindo estas para distrair enquanto se sobe, sobe e volta subir. Odeio subir. Pingos de suor me caem nesta, ou noutras subidas. Enfim...
Parei então na varanda para clicar mais algumas fotos avistando a cobra a serpentear o monte da Gardunha. Lindo.
Avista-se Castelo Novo, Sintra da Beira, o postal da Lardosa(barragem da Santa Águeda), umas vistas brutais mesmo aqui ao lado.
Com as horas a voar, perto do meio dia regressei a casa pelo Alardo, fazendo ainda mais um par de quilómetros via apiadeiro da Soalheira e monte das areias.
Uma folga aproveitada à maneira antiga, mas alogando QB o pernil para que a nossa Senhora de Fátima nos abençoe dia 24 de Junho.
Aquele de sempre, sem travões...a subir...claro...
Pinto, o Infante
sexta-feira, 10 de junho de 2011
...10 de Junho, dia Nacional dos TUGAS...
Mas o que é que se passa por estas bandas que não me lembro deste cantinho andar tão sem noticias?!.
É verdade, desde a homenagem ao Sr.º António que não colocava aqui uma bicada...Não é que a bikes tenham sido encostadas. Antes pelo contrário. Tenho feito os meus alongamentos em alsfáltica por uma razão muito simples. Aproxima-se dia 24 de Junho, e a armada de Castelo Branco vai até N/Sr.ª de Fátima acender a velinha.
Assim se explica a ausência de fotos e relatos.
Confesso que os meus dedos já sentiam a falta do tilintar do teclado do meu PC.
Que dia de escrever um post. Não é que seja o meu dia, mas os meus progenitores assim me baptizaram. Infante. Dia de Portugal e Infante D.Henrique..
10 de Junho agarrei na minha asfáltica, e no dia dos Infantes Tugas, entenda-se dia de Portugal mais uma vez pus - me à estrada desta feita para fazer um alongamento na volta mais bonita que para mim existe nesta versão.
Lardosa, Sintra da Beira(Alpedrinha), subir Gardunha e a seguir à curva da ferradura virar à direita com destino à Capinha, Peroviseu, Alcaria, Fundão e com subida quanto baste fazer o regresso à Lardosa. 85 Kms muito bons.
É verdade, desde a homenagem ao Sr.º António que não colocava aqui uma bicada...Não é que a bikes tenham sido encostadas. Antes pelo contrário. Tenho feito os meus alongamentos em alsfáltica por uma razão muito simples. Aproxima-se dia 24 de Junho, e a armada de Castelo Branco vai até N/Sr.ª de Fátima acender a velinha.
Assim se explica a ausência de fotos e relatos.
Confesso que os meus dedos já sentiam a falta do tilintar do teclado do meu PC.
Que dia de escrever um post. Não é que seja o meu dia, mas os meus progenitores assim me baptizaram. Infante. Dia de Portugal e Infante D.Henrique..
10 de Junho agarrei na minha asfáltica, e no dia dos Infantes Tugas, entenda-se dia de Portugal mais uma vez pus - me à estrada desta feita para fazer um alongamento na volta mais bonita que para mim existe nesta versão.
Lardosa, Sintra da Beira(Alpedrinha), subir Gardunha e a seguir à curva da ferradura virar à direita com destino à Capinha, Peroviseu, Alcaria, Fundão e com subida quanto baste fazer o regresso à Lardosa. 85 Kms muito bons.
domingo, 29 de maio de 2011
Homenagem a António Gordino
Domingo dia 29 de Maio nos Escalos de Cima a Associação dos Turbolentos decidiu homenagear um escaleiro de gema, de seu nome António Gordino, mais conhecido pelo homem da padaria, ou mesmo António Mocho.
Um senhor companheiro das lides das bikes em que, no meu caso tive o prazer de o conhecer em 2008 aquando da realização da concentração de Pasteleiras/bicicletas antigas da Feira do Feijão frade na Lardosa.
Lembram-se?!

Para este Homem com certeza um dia a recordar pois as palavras amigas no fim do passeio foram dignas de registo, e passo a citar:
..." ó amigo, €15 euros para andar de bicicleta, é pagar muito dinheiro"...
Isto, a conversa do Sr.º António de manhã, na companhia do seu neto.
..."amigo, nunca na minha vida andei tão bem tratado num passseio como no dia de hoje. Veja lá se é preciso pagar mais alguma coisita"...
..."isto é que foi comer"...
Conversa do final...
Enfim. Tudo nesta vida se reserva sei lá...
Foram palavras deste Homem numa confraternização e que registei com agrado...
São iniciativas destas que fazem as pessoas, e marcam pela diferença.
Por muito pequeno que seja o gesto, por vezes o que é pequeno torna-se grande.

A Associação Turbolentos dos Escalos de Cima apresentou a proposta para homenagear este escaleiro com um passeio de cicloturismo circulando por terras como a Lardosa, Alcains regressando aos Escalos fazendo a 2ª volta pela Mata, Escalos, estes os de Baixo até aos de Cima novamente.
Momentos altos do dia foram alguns. Destaco entre eles aqui, o Sr.º Presidente da Junta de Freguesia dos Escalos de Cima, Afonso Baptista solicitando um minuto de silêncio em sua memória, na companhia da esposa do Sr.º Mocho. D. Margarida. Um dos pontos altos do dia.
Não esteve presente nesta homenagem o Presidente dos Turbolentos, Joaquim Américo, em virtude de internamento hospitalar. As melhoras são os meus votos.

Após degustarmos uma excelente sopa de peixe, acompanhado do 2º prato Rancho à moda dos Escalos deu-se o último, mas sentido momento do dia.
Oferta à familia de uma lápide por parte dos Turbolentos.
Um passeio algo diferente, mas em minha opinião é algo de registo e que participei com agrado.
Até sempre António Gordino, o Homem da padaria, ou simplesmente António Mocho.
Pinto Infante
Lembram-se?!

Para este Homem com certeza um dia a recordar pois as palavras amigas no fim do passeio foram dignas de registo, e passo a citar:
..." ó amigo, €15 euros para andar de bicicleta, é pagar muito dinheiro"...
Isto, a conversa do Sr.º António de manhã, na companhia do seu neto.
..."amigo, nunca na minha vida andei tão bem tratado num passseio como no dia de hoje. Veja lá se é preciso pagar mais alguma coisita"...
..."isto é que foi comer"...
Conversa do final...
Enfim. Tudo nesta vida se reserva sei lá...
Foram palavras deste Homem numa confraternização e que registei com agrado...
São iniciativas destas que fazem as pessoas, e marcam pela diferença.
Por muito pequeno que seja o gesto, por vezes o que é pequeno torna-se grande.

A Associação Turbolentos dos Escalos de Cima apresentou a proposta para homenagear este escaleiro com um passeio de cicloturismo circulando por terras como a Lardosa, Alcains regressando aos Escalos fazendo a 2ª volta pela Mata, Escalos, estes os de Baixo até aos de Cima novamente.
Momentos altos do dia foram alguns. Destaco entre eles aqui, o Sr.º Presidente da Junta de Freguesia dos Escalos de Cima, Afonso Baptista solicitando um minuto de silêncio em sua memória, na companhia da esposa do Sr.º Mocho. D. Margarida. Um dos pontos altos do dia.
Não esteve presente nesta homenagem o Presidente dos Turbolentos, Joaquim Américo, em virtude de internamento hospitalar. As melhoras são os meus votos.

Registei outro ponto alto do dia. Da muita rapaziada que conheço, dos Escalos de Cima, achei que nenhuma bicicleta ficou em casa, não deixando de prestar esta homenagem. Caso disso o meu amigo António Lourenço. Homem da Lousa, mas residente nos Escalos.
Segundo a organização 97 companheiros quiseram participar nesta homenagem. Bela moldura humana.O almoço depois dos 75 Kms percorridos(isto porque fui da Lardosa via Alcains e regressei em cima da bike de estrada), foi servido no multiusos.
Oferta à familia de uma lápide por parte dos Turbolentos.
Um passeio algo diferente, mas em minha opinião é algo de registo e que participei com agrado.
Até sempre António Gordino, o Homem da padaria, ou simplesmente António Mocho.
Pinto Infante
quinta-feira, 26 de maio de 2011
29 de Maio,a homenagem
As voltas do Pinto Infante estarão presentes nesta justa homenagem a um HOMEM que acreditou na minha aposta, essa tal da 1ª vez que se organizaram Pasteleiras na zona.
Óbviamente lá estarei.
Pinto Infante
Óbviamente lá estarei.
Pinto Infante
domingo, 22 de maio de 2011
uma maratona cheio de saudades
Já manifestei várias vezes a minha opinião acerca deste tipo de provas. Competição é algo que não se identifica muito comigo, mas a malta até se vê e revê por estas andanças, ou não.
Malta conhecida alguma, mas não sei porquê malta aqui de Castelo Branco e arredores vi muito pouca..
Além de já ter comentado com malta que anda metida nisto, também já o escrevi aqui algures no meu cantinho, que a cidade de Castelo Branco como capital da Beira Baixa, merece uma prova rainha(competição) que exponha todos os valores de quem queira participar nisto com o espirito que a merece.Os números dos inscritos deixam e espelham talvez alguns motivos mais que suficientes para este evento ter o nome para lhe fazer honra.
Maratona.
A organização apresentou duas escolhas bem destintas na quilómetragem para que os mais audazes pusessem à prova as suas capacidades. E que capacidades!!!
Um com uma quilómetragem a rondar os 110 Kms, e outra para os que gostam de começar e acabar como eu, de 70 Kms.
No ano de 2010 coincidiu esta prova com um fim de semana dedicado ao serviço. Este ano e com tudo programado, dia 22 de Maio inscrição feita e paga.
A malta da organização toda ela conhecida da Beira programou a concentração na zona de laser. Quanto a mim eram 8H30 já me encontrava em castelo Branco preparando os arreios da montada que me tinha oposto a levar(nabo).
O AQ ao som do micro dava o brieffing onde cerca de 200 convivas ouviam. Os tais masters, tours, races e sei lá mais os nome desta malta que anda nisto por prazer, uns em competição, outros por prazer, outros como o meu caso que tento conciliar prazer e começar e acabar, e como esta é maratona, quanto mais depressa acabar melhor...
De conversa encontrei o meu amigo Nelson, Tó Raposo, Pio, Manel e Mário. Dizia eu ao Nelson que o sol apoguentava-me quando se ouviu o apito de partida. Via zona industrila, Talagueira, Ribeiro da Seta invadimos os campos onde os trilhos apresentados estavam muito bonitos. Envolvendo algumas ligação em asfalto, a cobra ia-se esticando até ao Palvarinho, terra esta onde as descidas me começavam a causar algumas picadelas nos rins... vinha-me à memória a saudade da minha bike...
Trilhos muitos bonitos(ou não estivessemos a falar dos trilhos de xisto), estradões de encher o olho, aldeias que abraçaram a nossa passagem onde a desertificação de algumas delas é notória, aparecendo os poucos habitantes a aplaudir quem por aqui passasse.
Paia do muro, descida algo perigosa préviamente alertada pela organização. Serrasqueira, abastecimento e Camões.
Até ao abastecimento circulei na companhia do Dário e do Júlio em bom andamento. Paisagens muito bonitas, trilhos e estradões escolhidos pelas mãos de quem faz o TPC bem feito, sendo que a escolha foi envolta de tudo um pouco.
Na companhia do Carlos Blue segui em conversa, claro sobre as bikes, e Vale de Ferradas era já ali, circulando mais um pouco em asfalto, encontrava-se o cicerone AQ mais o Luis Lourenço e o Gomes a controlarem uma travessia.
Logo a seguir a travessia, uma aparatosa queda projectou um companheiro para fora desta maratona em virtude de ter que se recorrer a ambulância e levá-lo ao hospital, encontrando-o no final com alguns"pontitos" e cromados bem esmurrados.Acontece sem menos se esperar...
Aproximava-se o ex-libris destes lugares. Martim Branco. Lugarejo este que requer ser visitado sempre que possivel com as suas casas preenchidas de xisto. Fotografá-las muitas vezes e partilha-las aqui(não foi o caso de hoje, porque a máquina nas maratonas fica em casa).
A organização encaminhou os participantes a passar na integra dentro de Martim Branco, onde depois apareceram daqueles singles de cortar a respiração muito técnico ao lado de uma barroca muito bem introduzidos no circuito.
Mais um pouco, e dava-se a separação da prova rainha para a menos rainha. Começava então provavelmente aquilo que ninguém esperava. Paredes. Aqui começavam os problemas.
Nesta hora começava a pagar a maior "burrice" alguma vez feita por mim nestas aventuras.
Tinha que fazer o test drive a uma bike de carbono que o Paulo Alves me emprestou para dar o meu parecer e testa-la. Nunca podia ser neste dia. Dia de maratona.
5ª feira passada ainda fiz uns Kms com ela, insuficiente para que a posição, banco, condução, enfim tudo foi insufiente para que a testasse aqui...
Um verdadeiro calvário chegar a Castelo Branco...
Só com duas pedaleiras, posição em tudo diferente da minha montada...ai que saudades...(nabo)
As descidas, algumas delas eram feitas a pé porque a cervical já nem a sentia. A pé. Muitos Kms a pé, em linha recta andei eu. Nunca como tal...
Tudo me apoguentava...
A quilómetragem com as dificuldades que a compunham nesta fase, tudo era complicado.
Quilómetro após quilómetro só me lembrava do meu sofá, a minha "especializada" nestas andanças. Ai se aqui a apanhasse. As descidas a travar....e a minha companheira em casa a estranhar esta ausência.
Tantas saudades da minha querida especialyzed...
Deixo aqui um aviso:
Se um dia pensarem em comprar, experimentar uma bike nova, ou com outras caracteristicas que não a vossa nestas andanças, não o façam nestes eventos.
Centro do mundo, entenda-se Barbaido, a rolar com o Fernando do Fundão lá me fui arrastando até ao Juncal. Até os bichos me picaram. Que raio de bicho preto me picou no lábio que tive mesmo que parar numa quinta onde um simpático Sr.º me deu um cubo de gelo que lá acalmou o inchaço...irra...
Para tontice minha só aqui reparei que as dores nos pulsos eram em virtude da suspensão da frente ir bloqueada desde o inicio(nabo)...
Acreditem ou não, não me era fácil definir que ia bloqueada ou aberta, à semelhança do amortecedor de tráz.
Nesta terra, Juncal recebia a malta com mais um "abastecimento de sólidos".
Em esforço absoluto atravessámos a estrada do Palvarinho junto às bombas de combustivel, tive mesmo para desistir fazendo o regresso por asfalto. Por soberbos trilhos que não conhecia, e a mestria mais uma vez era notória por parte de quem os faz(deve andar de bike há uns anos para saber o quanto há malta que gosta disto)lá ia seguindo. Antes do rio Ocreza a descida foi feita à mão e a pé...que saudades...
O banco da Canyon constante mente a desapertar-se...que saudades...
Depois de atravessar a ponte um autêntico calvário. Uma parede num troço que a organização lhe chamou "TOUR"!!!???
Bem, ao aproximar-me de Castelo Branco passei pelo Staff Silveira que me pôs a par das horas. 14Horas.
Nada mau, mas se fosse na minha bike com certeza que estava mais descansado...

Cheguei, mal disposto com o calor, exausto mas com satisfação de fazer uma aventura a não repetir(levar uma bike que não a minha)...
O que menos gostei:
Abastecimentos muito bem colocados e à distância apropriada, mas uma sandoxa de qualquer coisa entra sempre bem;
Pessoal do Staff em número suficiente, mas em minha opinião em travessias onde havia 3/4 elementos, noutros ninguém;
A quilómetragem da meia maratona, era excessiva, 69 Kms(TOUR) quando a organização lançou 62Kms;
Nos ultimos 10 Kms a malta algo cansada, o que quer é chegar à meta;
Aquela parede a seguir ao Ocreza a juntar o single da Talagueira, escusados;
O que mais gostei:
Castelo Branco merece isto e mais;
A capacidade organizativa;
Informação detalhada de tudo o que iria passar e desenvolver;
Trilhos, soberbos;
Belas paisagens, belos estradões;
Quem fez o trilhos está de parabéns, pois conseguiu conciliar um pouco de tudo;
Simpatia que caracteriza a Beira;
Apesar de acabar da maneira que acabei, é sempre um desafio que no final nos sentimos bem em ter ultrapassado, mas que paguei bem caro com cansaço este desafio a que me propus, mas não aconselho.
Associação de Castelo Branco, contem comigo para 2012, porque de vontade,
"as voltas do Pinto Infante" estarão presentes.
A Beira através desta organização penso que ganhou, pois quem nos visitou levou para casa uma manhã de BTT muito bem passada, e que concerteza de grande recordação dos trilhos que possuimos.
Em conclusão:
Considerem este minha opinião, não como criticas, mas sim como comentários e conversas que se vão ouvindo durante o percurso, às quais junto a minha opinião.
Gostava de ver a cidade de Castelo Branco a abraçar no seu centro civico(docas) um evento destes para que o publico, familia ou amigos pudessem ver a malta partir e chegar. A cidade e a organização, quanto a mim só ganhavam.
Entendo, que caso dessem o nome simples de "maratona de Castelo Branco", esquecendo um pouco todos os pormenores de prós, master, race ou sei lá mais o quê, a organização e a cidade de Castelo Branco ganharia um pouco mais...
Além de já ter comentado com malta que anda metida nisto, também já o escrevi aqui algures no meu cantinho, que a cidade de Castelo Branco como capital da Beira Baixa, merece uma prova rainha(competição) que exponha todos os valores de quem queira participar nisto com o espirito que a merece.Os números dos inscritos deixam e espelham talvez alguns motivos mais que suficientes para este evento ter o nome para lhe fazer honra.
Maratona.
A organização apresentou duas escolhas bem destintas na quilómetragem para que os mais audazes pusessem à prova as suas capacidades. E que capacidades!!!
Um com uma quilómetragem a rondar os 110 Kms, e outra para os que gostam de começar e acabar como eu, de 70 Kms.
No ano de 2010 coincidiu esta prova com um fim de semana dedicado ao serviço. Este ano e com tudo programado, dia 22 de Maio inscrição feita e paga.
A malta da organização toda ela conhecida da Beira programou a concentração na zona de laser. Quanto a mim eram 8H30 já me encontrava em castelo Branco preparando os arreios da montada que me tinha oposto a levar(nabo).
O AQ ao som do micro dava o brieffing onde cerca de 200 convivas ouviam. Os tais masters, tours, races e sei lá mais os nome desta malta que anda nisto por prazer, uns em competição, outros por prazer, outros como o meu caso que tento conciliar prazer e começar e acabar, e como esta é maratona, quanto mais depressa acabar melhor...
De conversa encontrei o meu amigo Nelson, Tó Raposo, Pio, Manel e Mário. Dizia eu ao Nelson que o sol apoguentava-me quando se ouviu o apito de partida. Via zona industrila, Talagueira, Ribeiro da Seta invadimos os campos onde os trilhos apresentados estavam muito bonitos. Envolvendo algumas ligação em asfalto, a cobra ia-se esticando até ao Palvarinho, terra esta onde as descidas me começavam a causar algumas picadelas nos rins... vinha-me à memória a saudade da minha bike...
Trilhos muitos bonitos(ou não estivessemos a falar dos trilhos de xisto), estradões de encher o olho, aldeias que abraçaram a nossa passagem onde a desertificação de algumas delas é notória, aparecendo os poucos habitantes a aplaudir quem por aqui passasse.
Paia do muro, descida algo perigosa préviamente alertada pela organização. Serrasqueira, abastecimento e Camões.
Até ao abastecimento circulei na companhia do Dário e do Júlio em bom andamento. Paisagens muito bonitas, trilhos e estradões escolhidos pelas mãos de quem faz o TPC bem feito, sendo que a escolha foi envolta de tudo um pouco.
Na companhia do Carlos Blue segui em conversa, claro sobre as bikes, e Vale de Ferradas era já ali, circulando mais um pouco em asfalto, encontrava-se o cicerone AQ mais o Luis Lourenço e o Gomes a controlarem uma travessia.
Logo a seguir a travessia, uma aparatosa queda projectou um companheiro para fora desta maratona em virtude de ter que se recorrer a ambulância e levá-lo ao hospital, encontrando-o no final com alguns"pontitos" e cromados bem esmurrados.Acontece sem menos se esperar...
Aproximava-se o ex-libris destes lugares. Martim Branco. Lugarejo este que requer ser visitado sempre que possivel com as suas casas preenchidas de xisto. Fotografá-las muitas vezes e partilha-las aqui(não foi o caso de hoje, porque a máquina nas maratonas fica em casa).
A organização encaminhou os participantes a passar na integra dentro de Martim Branco, onde depois apareceram daqueles singles de cortar a respiração muito técnico ao lado de uma barroca muito bem introduzidos no circuito.
Mais um pouco, e dava-se a separação da prova rainha para a menos rainha. Começava então provavelmente aquilo que ninguém esperava. Paredes. Aqui começavam os problemas.
Nesta hora começava a pagar a maior "burrice" alguma vez feita por mim nestas aventuras.
Tinha que fazer o test drive a uma bike de carbono que o Paulo Alves me emprestou para dar o meu parecer e testa-la. Nunca podia ser neste dia. Dia de maratona.
5ª feira passada ainda fiz uns Kms com ela, insuficiente para que a posição, banco, condução, enfim tudo foi insufiente para que a testasse aqui...
Um verdadeiro calvário chegar a Castelo Branco...
Só com duas pedaleiras, posição em tudo diferente da minha montada...ai que saudades...(nabo)
As descidas, algumas delas eram feitas a pé porque a cervical já nem a sentia. A pé. Muitos Kms a pé, em linha recta andei eu. Nunca como tal...
Tudo me apoguentava...
A quilómetragem com as dificuldades que a compunham nesta fase, tudo era complicado.
Quilómetro após quilómetro só me lembrava do meu sofá, a minha "especializada" nestas andanças. Ai se aqui a apanhasse. As descidas a travar....e a minha companheira em casa a estranhar esta ausência.
Tantas saudades da minha querida especialyzed...
Deixo aqui um aviso:
Se um dia pensarem em comprar, experimentar uma bike nova, ou com outras caracteristicas que não a vossa nestas andanças, não o façam nestes eventos.
Centro do mundo, entenda-se Barbaido, a rolar com o Fernando do Fundão lá me fui arrastando até ao Juncal. Até os bichos me picaram. Que raio de bicho preto me picou no lábio que tive mesmo que parar numa quinta onde um simpático Sr.º me deu um cubo de gelo que lá acalmou o inchaço...irra...
Para tontice minha só aqui reparei que as dores nos pulsos eram em virtude da suspensão da frente ir bloqueada desde o inicio(nabo)...
Acreditem ou não, não me era fácil definir que ia bloqueada ou aberta, à semelhança do amortecedor de tráz.
Nesta terra, Juncal recebia a malta com mais um "abastecimento de sólidos".
Em esforço absoluto atravessámos a estrada do Palvarinho junto às bombas de combustivel, tive mesmo para desistir fazendo o regresso por asfalto. Por soberbos trilhos que não conhecia, e a mestria mais uma vez era notória por parte de quem os faz(deve andar de bike há uns anos para saber o quanto há malta que gosta disto)lá ia seguindo. Antes do rio Ocreza a descida foi feita à mão e a pé...que saudades...
O banco da Canyon constante mente a desapertar-se...que saudades...
Depois de atravessar a ponte um autêntico calvário. Uma parede num troço que a organização lhe chamou "TOUR"!!!???
Bem, ao aproximar-me de Castelo Branco passei pelo Staff Silveira que me pôs a par das horas. 14Horas.
Nada mau, mas se fosse na minha bike com certeza que estava mais descansado...

Cheguei, mal disposto com o calor, exausto mas com satisfação de fazer uma aventura a não repetir(levar uma bike que não a minha)...
O que menos gostei:
Abastecimentos muito bem colocados e à distância apropriada, mas uma sandoxa de qualquer coisa entra sempre bem;
Pessoal do Staff em número suficiente, mas em minha opinião em travessias onde havia 3/4 elementos, noutros ninguém;
A quilómetragem da meia maratona, era excessiva, 69 Kms(TOUR) quando a organização lançou 62Kms;
Nos ultimos 10 Kms a malta algo cansada, o que quer é chegar à meta;
Aquela parede a seguir ao Ocreza a juntar o single da Talagueira, escusados;
O que mais gostei:
Castelo Branco merece isto e mais;
A capacidade organizativa;
Informação detalhada de tudo o que iria passar e desenvolver;
Trilhos, soberbos;
Belas paisagens, belos estradões;
Quem fez o trilhos está de parabéns, pois conseguiu conciliar um pouco de tudo;
Simpatia que caracteriza a Beira;
Apesar de acabar da maneira que acabei, é sempre um desafio que no final nos sentimos bem em ter ultrapassado, mas que paguei bem caro com cansaço este desafio a que me propus, mas não aconselho.
Associação de Castelo Branco, contem comigo para 2012, porque de vontade,
"as voltas do Pinto Infante" estarão presentes.
A Beira através desta organização penso que ganhou, pois quem nos visitou levou para casa uma manhã de BTT muito bem passada, e que concerteza de grande recordação dos trilhos que possuimos.
Em conclusão:
Considerem este minha opinião, não como criticas, mas sim como comentários e conversas que se vão ouvindo durante o percurso, às quais junto a minha opinião.
Gostava de ver a cidade de Castelo Branco a abraçar no seu centro civico(docas) um evento destes para que o publico, familia ou amigos pudessem ver a malta partir e chegar. A cidade e a organização, quanto a mim só ganhavam.
Entendo, que caso dessem o nome simples de "maratona de Castelo Branco", esquecendo um pouco todos os pormenores de prós, master, race ou sei lá mais o quê, a organização e a cidade de Castelo Branco ganharia um pouco mais...
Parabéns à organização
Os tempos não os sei, também não me interessam. Sei que comecei, acabei direitinho e com a certeza de que com a Lardosa honrei a presença em mais um evento na Beira.A bike Canyon que me fez companhia nesta maratona, portou-se muito bem mostrando ser um uma bike bem diferente do meu sofá, mas com uma qualidade de agressividade soberba.
Ao Paulo Alves, detentor de algumas máquinas desta marca solicitei uma carbónica algo diferente da minha aluminica. O objectivo era mesmo experimentar algo diferente.Agora a minha opinião acerca da Canyon.
Rigida e de carbono. Contentei-me com uma carbónica de suspensão total. Belissima. Quem me a dera....
Contudo, e é para isso que os testes drives servem registei algumas criticas que considero de registo na minha simples e humilde opinião.
Pontos positivos:
- Um peso invejável, entenda-se 9,500Kg sem pedais.
- Os manipulos do desviador traseiro SRAM dum rigor brutal, permitindo se assim o condutor desejar mudar em situações de necessidade de 4/5 mudanças de uma só vez.
- Manipulos do pedaleiro normais, mas rápidos. Aqui a velocidade de mudança é mais rápida em virtude do pedaleiro ter só dois pratos.
- Quanto à transmissão composta por 10 velocidades.
- A suspensão da frente, Rock Shox.
Só na parte final da maratona consegui diferenciar bloqueada de desbloqueada(nabo).
- Uma bike muito agressiva para quem tiver pernas para ela, bem pode fazer concorrência a quem vier. Muito boa mesmo.
O que menos gostei:
- O guiador. Algo desajustado à dimensão da bicicleta. A largura bem que achei excessiva( tudo se resolve ajustando a largura à medida de cada um).
- O eixo de gravidade da bicicleta muito caido sobre a roda traseira, obrigando a um esforço suplementar nas pernas. Como consequência disto, a bicicleta nas subidas torna-se muito leve à frente levantando a roda dianteira com muita facilidade.
- o Selim, mormente um Selle Italia, tornou para o dito cujo uma dor de cabeça, pois aquela "tabuinha" é mesmo só para campeões...
- A colocação do bidon de bebida é algo dificil de aceder. O espaço é muito apertado tornando-se dificil tirar e por.
- Não ser minha foi outro dos pontos negativos. eh eh.
Contudo é uma bike de excelência com uma condução proporcional à sua concepção, sendo que para competição a achei BRUTAL.
Agradeço a cedência desta maravilha ao Paulo Alves que me proporcionou um grande empeno, mas graças à minha burrice, e não à qualidade do material. Bem haja.
Reitero os meus votos cinseros de parabéns à organização da maratona Castelo Branco 2011, porque vocês merecem.
Aquele de sempre, sem travões...
Pinto Infante
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